Bandeira da UE já está no parlamento ucraniano. Zelensky defende que adesão “não deve demorar décadas ou anos”

Para quando a expulsão da União Soviética terrorista da ONU e de todas as organizações ocidentais?

INVASÃO SOVIÉTICA/TERRORISMO/UCRÂNIA

A região de Odessa, no sul da Ucrânia, foi alvo de ataques pelas forças russas, provocando pelo menos 18 mortos. “O pior cenário aconteceu e duas aeronaves estratégicas chegaram à região de Odessa”, tendo disparado mísseis “muito poderosos”, disse o porta-voz da administração militar.

© EPA/SERGEY KOZLOV

Zelensky defende que a adesão à UE “não deve demorar décadas ou anos”

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, assegurou esta sexta-feira a “determinação” para alcançar o “objectivo estratégico de adesão plena à União Europeia”, mas defendeu que a adesão à UE “não deve demorar anos ou décadas”.

As palavras de Zelensky foram partilhadas numa mensagem publicada nas redes sociais após a chegada oficial da bandeira da UE ao parlamento ucraniano.

“Hoje, juntamente com o presidente da Verkhovna Rada da Ucrânia e o primeiro-Ministro, assinámos uma declaração conjunta, que é um sinal de unidade de todos os ramos do governo e prova da nossa determinação em alcançar o objectivo estratégico de adesão plena à União Europeia (…)”, começou por escrever.

“O nosso caminho para a adesão não deve levar anos ou décadas. Temos de percorrer este caminho rapidamente, fazer a nossa parte do trabalho perfeita e permitir que os nossos amigos da União Europeia tomem mais uma decisão histórica”, salientou Zelensky.

Da mesma forma é necessário avançar na legislação sobre os procedimentos da selecção de juízes, como parte da reforma do Tribunal Constitucional. Von der Leyen lembrou aos legisladores ucranianos que a reconstrução da Ucrânia exigirá investimentos enormes, que certamente irão acontecer, mas acrescentou que isto exige avanços internos.

Os investimentos, destacou, “terão que ser acompanhados de uma nova onda de reformas”.

Para Von der Leyen, “as instituições têm que ganhar vida para responder às aspirações do seu povo”. Um exemplo disso, destacou, é a iniciativa para tentar conter a “influência excessiva” dos oligarcas na economia ucraniana.

O país, recordou Von der Leyen, adoptou uma lei para romper com esta influência e agora “deve concentrar-se na implementação desta legislação”.

Diário de Notícias
01 Jul 11:20
Por Susete Henriques

Momento em que a bandeira da UE chega ao parlamento ucraniano. “De ir às lágrimas”

Depois da Ucrânia conseguir o estatuto de país candidato, a bandeira da União Europeia (UE) chegou ao parlamento ucraniano, um momento registado com emoção.

“De ir às lágrimas”. Foi assim que o embaixador da UE para a Ucrânia, Matti Maasikas, descreveu o momento em que a bandeira da União Europeia chega ao parlamento.

De pé, os deputados ucranianos aplaudem de forma ritmada a chegada da bandeira ao parlamento [Verkhovna Rada].

Diário de Notícias
01 Jul 10:21
Por Susete Henriques

Ataque a Odessa. Conselheiro de Zelensky acusa Rússia de praticar uma “táctica de terror”

No ataque a um prédio residencial e a dois centros de recreativos na região de Odessa foram usados mísseis X-22, refere Mikhail Podolyak, conselheiro do presidente ucraniano.

Pelo menos 18 pessoas morreram, entre os quais duas crianças. Para Podolyak não se trata de um erro da Rússia. “É uma táctica de terror: bombardeamento deliberado e baixas em massa”, acusou.

Na mensagem publicada na rede social Twitter, o conselheiro de Zelensky pede mais armas para travar bombardeamentos russos. “Para proteger as pessoas, precisamos de sistemas anti-mísseis”, sublinhou.

Diário de Notícias
01 Jul 09:29
Por Susete Henriques

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Amnistia Internacional: Rússia cometeu um “claro crime guerra” contra teatro de Mariupol

INVASÃO DA UCRÂNIA/CRIMES DE GUERRA SOVIÉTICOS

© EPA/Leszek Szymanski

Uma extensa investigação da Amnistia Internacional (AI) conclui que as forças militares russas cometeram um “claro crime de guerra” quando atacaram o teatro da cidade ucraniana de Mariupol em Março, matando cerca de cerca de 600 pessoas.

“Após meses de investigação rigorosa, análise de imagens de satélite e entrevistas com dezenas de testemunhas, concluímos que o ataque foi um claro crime de guerra cometido pelas forças russas”, disse a secretária-geral da AI, Agnès Callamard.

“Muitas pessoas ficaram feridas ou perderam a vida neste ataque implacável. É provável que as suas mortes tenham sido causadas pelo ataque deliberado de civis ucranianos pelas forças russas”, salientou.

Agnès Callamard sublinhou que “o Tribunal Penal Internacional e todos aqueles que têm jurisdição sobre os crimes cometidos durante este conflito devem investigar os ataques como um crime de guerra”.

Em maio, uma investigação da agência de notícias AP descobriu que cerca de 600 pessoas morreram no ataque ao teatro, o dobro do número estimado por Kiev, na ocasião.

Entre 16 de Março e 21 de Junho, a AI analisou de forma detalhada provas digitais, imagens de satélite, 52 testemunhos em primeira mão de sobreviventes e pessoas que presenciaram o ataque, plantas de arquitectura do edifício e material autenticado de fotografia e vídeo.

Num novo relatório, intitulado “‘Children’: The Attack on the Donetsk Regional Academic Drama Theatre in Mariupol” (“Crianças: Teatro Dramático Regional Académico de Donetsk em Mariupol”, em tradução simples), a organização não governamental (ONG) documenta como os russos atacaram a infra-estrutura, mesmo sabendo da existência de centenas de civis, incluindo crianças.

Entrevistando vários sobreviventes e recolhendo vários dados informáticos, a equipa de Resposta a Crises da AI concluiu que o ataque foi quase certamente realizado por aviões de guerra russos que lançaram duas bombas de 500 quilogramas (kg) que caíram junto uma da outra e detonaram simultaneamente.

A AI contratou um físico para criar um modelo matemático da detonação, para determinar o peso explosivo líquido da explosão que seria necessário para causar o nível de destruição detectado no teatro.

A conclusão, segundo a ONG, foi que as bombas tinham um peso explosivo líquido de 400/800 kg.

Por seu lado, com base nos dados disponíveis sobre as bombas russas, a AI estimou que as ramas eram provavelmente duas bombas de 500kg do mesmo modelo, dando um peso total explosivo líquido entre 440 e 600kg.

As aeronaves do Exército russo com maior probabilidade de realizar o ataque eram caças multi-funcionais — como os modelos Su-25, Su-30 ou Su-34 — baseados em aeródromos da Rússia próximos e frequentemente vistos a operar no sul da Ucrânia.

Após examinar várias teorias, a investigação conclui que um ataque aéreo deliberado contra um alvo civil era a explicação mais provável.

De acordo com a AI, sobreviventes e outras testemunhas admitiram terem visto cadáveres que não conseguiram identificar, sendo provável que muitas mortes estejam ainda por relatar.

O Teatro Drama de Mariupol, na região de Donetsk, tornou-se um porto seguro para os civis que procuravam abrigo dos combates.

Além de ser um centro de distribuição de medicamentos, alimentos e água, e um ponto de encontro designado para as pessoas que esperavam ser retiradas em corredores humanitários, o edifício, naquela cidade cercada, era reconhecível como uma infra-estrutura civil, segundo a AI.

Lusa

Diário de Notícias
30 jun 01:10

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1299: Ucrânia: Míssil russo atinge centro comercial com mais de mil pessoas

(ACTUALIZAÇÃO)

UCRÂNIA/INVASÃO TERRORISTA SOVIÉTICA/CRIMES DE GUERRA

De acordo com o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, um míssil russo atingiu hoje um centro comercial na cidade de Kremenchuk, no centro da Ucrânia, onde se encontravam mais de mil pessoas.

Zelensky acompanhou o texto com um vídeo e publicou no Telegram. No vídeo vê-se algumas pessoas num parque de estacionamento ao ar livre a olhar para um edifício em chamas e muito fumo.

Volodymyr Zelensky publica vídeo no Telegram do ataque com míssil

Segundo o presidente ucraniano, o centro comercial não representava qualquer perigo para as forças russas, nem qualquer valor estratégico.

É apenas uma tentativa das pessoas de viverem uma vida normal, o que enfurece tanto os ocupantes. A Rússia continua a colocar a sua impotência sobre os cidadãos comuns. É inútil esperar por humanidade da sua parte

Os ocupantes dispararam foguetes no centro comercial, onde havia mais de mil civis. O centro comercial está a arder, os socorristas estão a combater o fogo, o número de vítimas é impossível de imaginar.

Poucos minutos antes, o autarca da cidade, Vitalii Maletskyi, afirmava no Facebook que já havia “mortos e feridos” confirmados após o ataque com um míssil. Há mais vídeos aqui.

“O ataque com mísseis em Kremenchuk atingiu um lugar muito lotado que é 100% irrelevante para as hostilidades. Há mortos e feridos”, escreveu Maletskyi.

As informações sobre a guerra na Ucrânia divulgadas pelas duas partes não podem ser verificadas de imediato por fontes independentes.

A guerra na Ucrânia, iniciada com a invasão russa de 24 de Fevereiro, entrou hoje no 124.º dia. Desconhece-se o número de vítimas, mas a ONU confirmou a morte de mais de 4.600 civis, alertando, contudo, que o balanço real será consideravelmente superior por não ter acesso a muitas zonas do país.

Pplware
27 Jun 2022
Autor: Pedro Pinto


 

1298: Encontrados mais de 100 cadáveres nos escombros de Mariupol

Para quando a DESNAZIFICAÇÃO da actual União Soviética putineira?

UCRÂNIA/GUERRA/INVASÃO TERRORISTA SOVIÉTICA

Autoridades ucranianas indicam que “durante a inspecção de edifícios no bairro de Livoberezhnyi (na margem esquerda de Mariupol), foram encontrados mais de 100 civis mortos”.

© EPA/SERGEI ILNITSKY

Mais de 100 cadáveres de civis foram encontrados entre os escombros de vários edifícios bombardeados pelo exército russo na cidade ucraniana de Mariupol, agora sob o controlo de Moscovo.

O conselheiro do ex-presidente de câmara de Mariupol, Petro Andriushchenko, afirmou na rede social Telegram que tinham descoberto os corpos na cidade, que agora tem novas autoridades impostas pelos russos.

“Descobertas novas e devastadoras. Durante a inspecção de edifícios no bairro de Livoberezhnyi (na margem esquerda de Mariupol), foram encontrados mais de 100 civis mortos num atentado bombista”, disse Andriushchenko.

Os corpos estavam “num edifício no cruzamento das ruas Peremohy Avenue e Meotydy Boulevard que foi atacado durante a ofensiva aérea. Os ocupantes (russos) não tinham planos de recuperar e enterrar os corpos”.

Маріуполь. На зараз.
Нові сумні знахідки. При обстеженні будівель в Ліобережному районі в будинку з влучанням авіабомби на перехресті пр. Перемоги та бул. Меотиди знайдено понад 100 тіл загиблих від бомбардування. Тіла досі під завалами. Вилучення і поховання окупнти не планують.
Продовжується ексгумація. В приоритеті двори шкіл та дитячих садочків. Після ексгумації тут оборобяють ями від запаху. На вулицях і по дворах після ексгумацій оброблення не проводиться.

Segundo o ex-conselheiro, “os esforços para exumar corpos [em toda a cidade] continuam”, que acrescentou que estavam a dar prioridade a retirar cadáveres dos recreios escolares e jardins infantis.

Depois das exumações, o trabalho consiste em arranjar sepulturas onde os corpos serão enterrados, de forma a eliminar odores.

Apesar de Andriushchenko não viver em Mariupol desde que a cidade, à beira do Mar de Azov, foi tomada pelos russos, publica regularmente mensagens sobre a situação na região com informações que reúne de associações e amigos que ainda lá se encontram.

Mariupol tem estado cercada por tropas russas praticamente desde o início da invasão ordenada pelo Kremlin.

A Rússia lançou em 24 de Fevereiro uma ofensiva militar na Ucrânia que já matou mais de quatro mil civis, segundo as Nações Unidas, que alerta para a probabilidade de o número real ser muito maior.

A guerra também causou a fuga de mais de 16 milhões de pessoas das suas casas, oito milhões das quais abandonaram o país, ainda segundo a ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que respondeu com o envio de armamento para a Ucrânia e o reforço de sanções económicas e políticas a Moscovo.

Diário de Notícias
DN/Lusa
27 Junho 2022 — 12:01


 

1297: Míssil russo atinge centro comercial em Kremenchuk. Pelo menos 10 mortos

Para quando existirem 🍅🍅 para considerarem o filho da Putina e a União Soviética de TERRORISTAS e expulsarem-nos de todas as organizações mundiais civilizadas? Quando existem palhaços labregos que afirmam não estarem de nenhum lado desta invasão soviética terrorista, só podem ser IGUAIS A ELES!

UCRÂNIA/CRIMES DE GUERRA/TERRORISMO SOVIÉTICO

Vice-chefe de gabinete do presidente ucraniano adiantou que pelo menos 10 pessoas morreram e quatro dezenas ficaram feridas. O incêndio continua activo.

Um míssil russo atingiu um centro comercial na cidade de Kremenchuk, situada no centro da Ucrânia às margens do rio Dnipro, matando pelo menos dez pessoas e causando ferimentos em mais de 40.

Segundo a notícia divulgada pelo jornal The Guardian, o presidente ucraniano afirmou que mais de 1.000 civis se encontravam no centro comercial no momento do ataque. O incêndio continua activo, depois do ataque.

“Cenas de terror em Kremenchuk, quando um míssil russo atinge o centro comercial. Um homem diz ao telefone: ‘as pessoas estavam no prédio, as paredes começaram a cair'”, anunciou ucraniano, Volodymyr Zelensky.

“Dez mortos e mais de 40 feridos. Esta é a situação actual em Kremenchuk por causa do ataque com mísseis”, disse Dmytro Lunin, que chefia o governo regional de Poltava.

“Os ocupantes dispararam um míssil contra um centro comercial onde havia mais de mil civis. O centro comercial está em chamas e as equipas de resgate combatem o fogo. O número de vítimas é impossível de imaginar”, disse o governador regional Dmytro Lunin no Telegram.

“O tiro de míssil em Kremenchuk atingiu um local muito movimentado sem qualquer relação com as hostilidades”, denunciou no Facebook Vitali Maletsky, autarca desta cidade que tinha 220 mil habitantes antes da guerra.

em actualização

Diário de Notícias
DN
27 Junho 2022 — 17:52


 

1292: Rússia entra em incumprimento pela 1.ª vez em 100 anos, informa a Bloomberg

A União Soviética putineira não só é um país pária económico, financeiro e político, como é um país pária terrorista, genocida, assassino de milhares de seres humanos de todas as idades, de crianças a idosos, chefiado por um pseudo czar putineiro abduzido pelo espírito do czar Pedro o Grande que, na versão abduzida putineira, quando aquele combateu a Suécia no século XVII, invadindo uma parte do seu território, bem como a Finlândia, uma parte da Estónia e da Letónia, não estava conquistando mas sim lutando por territórios que pertenciam à Rússia por direito. Este gajo quer reunificar as antigas repúblicas socialistas soviéticas!

UNIÃO SOVIÉTICA/TERRORISMO/DEMÊNCIA

É um sinal sombrio da rápida conversão da Rússia num pária económico, financeiro e político”, refere a Bloomberg.

A Rússia entrou em incumprimento pela primeira vez em 100 anos, uma vez que o período de carência para o pagamento de quase 100 milhões de dólares em juros sobre a sua dívida soberana expirou, informou esta segunda-feira a Bloomberg.

O período de tolerância de 30 dias para os credores da Rússia receberem o pagamento expirou no domingo.

Segundo a Bloomberg, esta situação é considerada um evento de suspensão de pagamentos e é o “culminar das sanções ocidentais cada vez mais severas (contra a Rússia pela sua “operação militar especial” na Ucrânia) que têm bloqueado os canais de pagamento aos credores estrangeiros”.

“É um sinal sombrio da rápida conversão do país (Rússia) num pária económico, financeiro e político”, disse a agência.

Diário de Notícias
DN/Lusa
27 Junho 2022 — 08:58


 

1288: O que é que matou os dinossauros: novas ideias sobre o massacre

Há 66 milhões de anos, um asteróide extinguiu os dinossauros. Hoje, um asteróide humano/demencial, com outro nome – Vladimir Putin -, está à beira de extinguir a raça humana e toda a Vida biológica tal como a conhecemos, no Planeta Terra. Um perigo para a Humanidade!

HISTÓRIA

O asteróide que bateu contra a Terra há 66 milhões de anos atrás foi um dos factores contribuintes, mas não o único culpado na extinção dos dinossauros.

Uma ilustração dos dinossauros a fugirem do impacto de um meteorito.
Fotografia por Mark Garlick, Science Source

Novas perspectivas sobre o asteróide que se pensa ter morto os dinossauros sugerem que isso pode ter sido apenas o golpe final e que os répteis já estavam a sofrer de um clima fastidioso solicitado por erupções vulcânicas muito antes do meteorito os atingir.

“O impacto [do asteróide] foi o golpe de misericórdia”, disse Paul Renne, geólogo da Universidade da Califórnia, Berkeley, num comunicado.

A pesquisa, detalhada a 8 de Fevereiro num artigo da revista Science, acrescenta ao debate científico em curso sobre o que realmente matou os dinossauros.

Esse debate, que já girava em torno da questão de saber se o culpado foi um asteróide ou as mudanças climáticas induzidas pelo vulcão, evoluiu para considerar a possibilidade de que talvez estivessem envolvidos múltiplos factores ambientais.

Renne e a sua equipa determinaram recentemente a data mais precisa para o asteróide, que ocorreu na Península de Yucatán no que é hoje o México.

Usando uma técnica de datação de alta precisão em tektites – rochas do tamanho de pedras formadas durante o impacto do meteorito – do Haiti que foram criadas durante o evento, a equipa concluiu que o impacto ocorreu há 66.038.000 anos atrás – um pouco mais tarde do que se pensava.

Quando os limites de erro são tomados em consideração, a nova data é a mesma que a data da extinção, segundo constata a equipa, fazendo com que os eventos sejam simultâneos.

Renee disse que as novas descobertas devem fazer esquecer quaisquer dúvidas restantes sobre se um asteróide foi o factor principal no desaparecimento dos dinossauros.

“Já mostrámos que estes eventos são síncronos até ao mais pequeno detalhe”, disse ele,” e, portanto, o impacto desempenhou claramente um papel importante na extinção.”

Isso não quer dizer, contudo, que o asteróide – que esculpiu a chamada cratera de Chicxulub – foi a única causa da extinção dos dinossauros.

As provas sugerem agora que as erupções vulcânicas maciças na Índia que antecederam o asteróide também desempenharam um papel, desencadeando mudanças climáticas que já estavam a eliminar alguns grupos de dinossauros.

Por exemplo, “ninguém nunca encontrou um fóssil de dinossauro não-aviário exactamente na camada de impacto”, disse Renne num email. “Assim, estritamente falando, os dinossauros não-aviários” – os dinossauros não relacionados às aves – “podiam já ter sido extintos no momento do impacto.”

Morte Vinda dos Céus

A ideia de que o vulcanismo foi responsável pelo desaparecimento dos dinossauros, na verdade, antecede a teoria do impacto, e que se encaixa bem com o que se sabe sobre outros eventos de extinção em massa da Terra.

“Muitas das outras extinções em massa foram encontradas para concorrer com erupções vulcânicas de grande escala”, disse Heiko Palike, um Paleoceanográfico da Universidade de Bremen, na Alemanha.

Mas na década de 1980, a equipa de pai e filho, Luis e Walter Alvarez, físico e cientista planetário, respectivamente, apresentaram uma nova teoria audaz.

Depois de descobrir que uma camada de argila que é encontrada em todo o mundo e que coincide com o fim do período Cretáceo é enriquecida em irídio – um elemento raro na Terra, mas comum em rochas espaciais – propuseram que um meteorito dizimou os dinossauros.

“À medida que a teoria do impacto assumiu o poder, especialmente com os cientistas mais físicos … o vulcanismo perdeu terreno”, explicou Renne.

A teoria do impacto ganhou novo impulso na década de 1990, quando os cientistas descobriram uma cratera de largo impacto a 110 milhas (180 quilómetros) na Península de Yucatán, que datava ao limite entre os períodos Cretáceo e Terciário – o chamado limite KT – quando os dinossauros desapareceram.

O tamanho da cratera indicava que o que quer que seja que a tivesse criado tinha cerca de 6 milhas (10 quilómetros) de diâmetro. Se um asteróide desse tamanho colidisse com a Terra teria tido consequências devastadoras, incluindo ondas destrutivas de pressão, incêndios globais, tsunamis e uma “chuva” de rocha fundida a reentrar na atmosfera.

Além disso, “muito material em partículas adicional teria ficado à tona na atmosfera por semanas, meses, talvez anos, bloqueando a radiação solar incidente e matando, assim, a vida vegetal e causando quedas catastróficas em temperaturas”, explicou Hans-Dieter Sues, paleontólogo do Museu Smithsoniano Nacional de História Natural, em Washington, DC.

Teoria Híbrida para a Extinção dos Dinossauros

A teoria do vulcanismo uma vez abandonada tem visto um renascimento da sua sorte nos últimos anos, no entanto, como resultado de novas perspectivas sobre um período de sustentada actividade vulcânica antiga na Índia e a descoberta de que a diversidade de dinossauros podia já ter vindo a diminuir antes do asteróide.

O debate agora é “se o impacto de Chicxulub foi a” arma fumegante “, como muitos pesquisadores afirmam,” disse Sues, “ou um dos vários factores causais, como forma de “Murder on the Orient Express”.

Renne pertence ao acampamento que pensa que uma série de erupções vulcânicas na Índia que produziam lava antigos fluxos conhecido como as Armadilhas Deccan causou variações climáticas dramáticas, incluindo ondas de frio longas, que já podem ter abatido os dinossauros antes do asteróide os atingir.

“Parece claro que o vulcanismo por si só, sem uma escala suficientemente maciça e rápida, não possa provocar extinções”, disse Renne. “Assim, a minha sugestão é que o impacto provavelmente foi a gota de água, mas não a única causa.”

Questões por Responder

No entanto, a nova teoria híbrida ainda tem algumas questões importantes por responder, como por exemplo relativamente às erupções vulcânicas indianas terem afectado os dinossauros.

“Algumas pessoas dizem que se olhar para a erupção do Monte Pinatubo [em 1991], ela congelou a Terra por um curto período de tempo devido ao aerossol e à poeira que foi expulsa”, disse Pälike.

Mas “outros dizem que os vulcões a longo prazo provavelmente bombeiam mais dióxido de carbono na atmosfera e realmente aquecem o planeta, pelo menos temporariamente.”

Também não está claro como as erupções Deccan Traps foram espalhadas no tempo. “Sabemos que elas começaram há alguns milhões de anos antes do final dos Cretáceos e duraram vários milhões de anos, estendendo-se mesmo para além do [impacto de um asteróide]”, disse Palike.

“No entanto, algumas pessoas sugeriram que havia aglomerados de erupções que aconteceram dentro de um intervalo de poucas dezenas de milhares de anos.”

Saber o horário das erupções é importante, acrescentou Pälike, porque se elas estivessem a acontecer perto do fim dos Cretáceos, é mais provável que tenham desempenhado um papel na extinção dos dinossauros do que se a maioria das erupções tiver acontecido dois milhões de anos antes.

Pälike pensa que a datação mais precisa das camadas de cinzas vulcânicas na Índia pode ajudar a responder a algumas das perguntas pendentes: “Esse é o próximo passo do quebra-cabeças.”

A fixação da causa da extinção dos dinossauros não é apenas de interesse académico, disse Jonathan Bloch, curador associado de paleontologia de vertebrados no Museu Florida de História Natural da Universidade da Florida.

“É importante para nós compreender como os ecossistemas respondem a grandes perturbações”, disse Bloch, “seja uma mudança climática gradual ou um evento catastrófico. Estas são todas as coisas que nós temos que pensar como actuais seres humanos no planeta.”

National Geographic
Por Ker Than
11 Fevereiro 2013

27.06.2022


 

1285: Rússia ataca Kiev enquanto cimeira do G7 discute apoio à Ucrânia

É esta a imagem da “desnazificação” que os INVASORES NAZIS SOVIÉTICOS, comandados pelo oligarca genocida nazi putineiro estão a implementar na Ucrânia…!!!

UNIÃO SOVIÉTICA/NAZISMO/INVASÃO DA UCRÂNIA

© EPA/SERGEY KOZLOV

Várias explosões abalaram um bairro residencial em Kiev, neste domingo de manhã, enquanto os líderes do G7 se reuniam na Alemanha para discutir o seu apoio à Ucrânia contra a invasão russa, em antecipação de uma reunião crucial da NATO marcada para daqui a dias.

O primeiro ataque à capital em quase três semanas destinava-se a “intimidar os ucranianos… na aproximação da cimeira da OTAN”, disse o presidente da câmara da cidade, Vitali Klitschko.

“Alguns dos habitantes foram evacuados. Duas pessoas feridas foram hospitalizadas”, disse Klitschko após visitar o edifício de apartamentos que foi atingido, acrescentando que as pessoas permaneceram “debaixo dos escombros”.

O Presidente ucraniano Volodymyr Zelensky, que deverá dirigir-se tanto às reuniões da UE como da NATO, disse que cidades tão distantes como Lviv, perto da fronteira polaca, tinham sido atingidas por uma onda de ataques no sábado.

Este ataque a Kiev surge um dia depois do presidente da câmara de Severodonetsk ter confirmado que a cidade tinha sido “totalmente ocupada” pelas tropas russas.

Com a guerra a entrar no seu quinto mês, a captura da cidade marca uma importante vitória estratégica para Moscovo, que procura o controlo total sobre o leste do país depois de ter falhado nos seus objectivos iniciais.

AFP

Diário de Notícias
26 jun 09:20
Por Valentina Marcelino

Ataque a Kiev fez um morto, quatro feridos e destruiu um infantário

O ataque das forças russas a Kiev, neste domingo, causaram um morto, na sequência da explosão de um míssil que atingiu um infantário.

De acordo com Oleksander Tkachenko, ministro da Cultura ucraniano, o míssil atingiu um histórico edifício de nove andares no distrito de Shevchenkivskyi, mas também esse infantário que se encontra no mesmo bairro.

Quatro pessoas ficaram feridas e foram hospitalizadas.

Diário de Notícias
26 jun 10:37
Por Carlos Nogueira


 

1272: Guterres defende que Rússia não deve ser excluída da Conferência dos Oceanos

– A União Soviética do czar imperialista putineiro, como nação pária, terrorista, genocida, deveria ser EXCLUÍDA de tudo o que fosse CIVILIZAÇÃO. Se Portugal é considerado pelos soviéticos putineiros como um país hostil, FORA COM ELES! Que alinhem numa organização de ditadores: União Soviética, China, Coreia do Norte e afins! Não concordo com a posição de Guterres, de geito nenhum! A habitual cagada dos paninhos quentes…

GUTERRES/ONU/CONFERÊNCIA DOS OCEANOS

Para Guterres, o intuito do evento dedicado aos Oceanos, que Lisboa acolhe na próxima semana, é “fazer com que todos os países mudem os seus comportamentos”, frisando que a Rússia tem um “contributo importante para a poluição” e para as “alterações climáticas”.

Secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres
© EPA/HEINZ-PETER BADER

O secretário-geral das Nações Unidas (ONU), António Guterres, disse à Lusa que a Rússia não deve ser excluída da Conferência dos Oceanos, uma vez que os países que “contribuem para os problemas têm de contribuir para as soluções”.

Questionado sobre o incómodo manifestado por alguns países com a presença russa em reuniões internacionais desde o início da guerra na Ucrânia em finais de Fevereiro, Guterres avaliou que o intuito do evento dedicado aos Oceanos, que Lisboa acolhe na próxima semana, é “fazer com que todos os países mudem os seus comportamentos”, frisando que a Rússia tem um “contributo importante para a poluição” e para as “alterações climáticas”.

“A Rússia é um país que tem um contributo importante para a poluição dos oceanos e tem um contributo importante para as alterações climáticas. Acho que aqueles que contribuem para os problemas têm de contribuir para as soluções e, por isso, acho que não faz sentido excluí-los daquelas reuniões em que precisamente se procura fazer com que todos os países mudem os seus comportamentos”, afirmou o secretário-geral, em entrevista à Lusa, na sede da ONU, em Nova Iorque.

Ruslan Edelgeriyev, conselheiro do presidente russo, Vladimir Putin, vai encabeçar a delegação russa na Conferência das Nações Unidas sobre os Oceanos, que decorrerá em Lisboa entre 27 de Junho e 1 de Julho, disse à Lusa fonte oficial da Embaixada da Rússia.

O ministro dos Negócios Estrangeiros, João Gomes Cravinho, disse esta semana que está já confirmada a presença de pelo menos 18 chefes de Estado e de Governo, e que a Rússia estará representada.

“A Rússia é membro da ONU e participa na conferência”, disse o chefe da diplomacia portuguesa, explicando que Portugal, como anfitrião, assume as regras das Nações Unidas.

Para António Guterres, para quem as questões ambientais são manifestamente uma prioridade, os ‘side events’ (eventos paralelos) que se realizarão na conferência em Lisboa serão fundamentais para decidir o futuro dos Oceanos, acrescentando que o sucesso da mesma não será medido pelas declarações que nela forem feitas, mas sim pela “capacidade de mobilizar Governos, o sector privado, a sociedade civil e cientistas”.

“Esta conferência é sobre ciência e inovação, em larga medida, e eu diria que mais importante do que a Conferência em si são o conjunto de actividades que aqui nas Nações Unidas são chamados ‘side events’. O conjunto de eventos em que um grande número de actores, que são fundamentais para o futuro dos Oceanos, decidiu participar e decidiu apresentar um conjunto de compromissos e de propostas que podem ter um efeito acelerador muito importante”, disse o ex-primeiro-ministro português.

“Como digo, estas conferências normalmente têm declarações que não resolvem os problemas essenciais, mas permitem uma mobilização da comunidade internacional. (…) Por isso, esta Conferência, vista na perspectiva de todo um conjunto de actividades, espero que seja verdadeiramente um toque de acelerador muito forte e bem precisamos desse toque de acelerador, porque a situação dos Oceanos é uma situação extremamente preocupante”, sublinhou.

Garante não estar preocupado com legado mas em “fazer o melhor” pelo planeta

António Guterres garantiu não estar preocupado com o legado que deixará enquanto secretário-geral da ONU, mas em fazer o seu melhor pelo ambiente e pelos Oceanos, avaliando que a Conferência de Lisboa será de “enorme importância”.

Desde que assumiu o cargo de secretário-geral das Nações Unidas, em Janeiro de 2017, Guterres tem sido uma voz constante na luta contras as alterações climáticas e pela defesa do meio ambiente. Contudo, segundo o ex-primeiro-ministro português, esses esforços não partem da tentativa de deixar um legado nessa área.

“Eu nunca me preocupei com o legado. Acho que temos de nos preocupar em fazer o nosso melhor, dar tudo por tudo para resolver os problemas que enfrentamos, mas sem pensar em legados, porque normalmente quando pensamos demais em nós próprios, pensamos de menos naquilo que devemos fazer“, disse Guterres.

E uma das grandes iniciativas ambientais que as Nações Unidas têm em andamento é a Conferência dos Oceanos, que decorrerá em Lisboa entre 27 de Junho e 01 de Julho, co-organizada por Portugal e pelo Quénia, e que contará com a presença de António Guterres, além de chefes de Estado e de Governo de todos os continentes.

A Conferência – a segunda organizada pela ONU sobre o tema – acontece num momento em que o mundo enceta esforços para mobilizar, criar e promover soluções que permitam alcançar os 17 Objectivos de Desenvolvimento Sustentável traçados na chamada Agenda 2030.

A reunião internacional na capital portuguesa irá promover uma série de soluções inovadoras de base científica, destinadas a lançar um novo capítulo na ação global para os Oceanos.

De acordo com Guterres, os “Oceanos enfrentam uma verdadeira emergência” e é preciso “acordar o mundo” para o facto de não existir nenhum mecanismo de governo sobre os Oceanos.

“Esta Conferência tem uma enorme importância, em primeiro lugar para tocar a rebate. Nós estamos a enfrentar nos Oceanos uma situação de emergência. Convergem nos Oceanos as três grandes crises ambientais que temos no mundo: as alterações climáticas, a poluição e a redução da biodiversidade”, disse.

“É preciso acordar o mundo”

Estas três crises globais que põem em causa o futuro do planeta, segundo o secretário-geral da ONU, convergem nos Oceanos.

“Basta ver que, por causa das alterações climáticas, os Oceanos estão mais quentes, há mais tempestades, essas tempestades são mais frequentes e com consequências mais devastadoras. A água do mar está a subir e está a acelerar nessa subida. Isso põe em causa as regiões costeiras, as pequenas ilhas, mas em geral, uma grande parte da humanidade vive junto ao mar e há uma ameaça clara com a subida do nível das águas”, salientou.

Também a absorção de dióxido de carbono (CO2) foi umas das preocupações elencadas por Guterres, uma vez que acidifica os Oceanos e põe em causa a cadeia alimentar, frisando que muitos dos corais estão já destruídos.

“Ao mesmo tempo, a sobre-pesca, a poluição, sobretudo os poluentes, que têm um efeito destruidor em relação às espécies vivas, fazem com que a biodiversidade nos Oceanos esteja em causa. E, finalmente, a crise de poluição. 80% das águas que são despejadas nos Oceanos não são tratadas”, observou o secretário-geral, salientando que oito milhões de toneladas de plástico são despejados anualmente nos Oceanos.

Guterres chamou a atenção para as chamadas “zonas negras” em certas áreas costeiras em que a poluição “matou praticamente tudo quanto existia”.

“E se olharmos para uma zona do Pacífico onde se concentraram muitos destes detritos em plástico, a área corresponde à área da França. E os micro-plásticos, nós sabemos os riscos que representam para a saúde: no ar que respiramos, na água que bebemos, em todos estes aspectos. (…) É preciso acordar o mundo, porque não existe nenhum mecanismo de Governo sobre os oceanos”, lamentou.

Para o líder das Nações Unidas, falta um mecanismo global de governança para que seja possível responder a esta emergência que os Oceanos enfrentam, destacando que cada questão oceânica é tratada isoladamente por diferentes organizações, quando deveria haver uma acção global sobre o tema.

Diário de Notícias
Lusa
24 Junho 2022 — 08:37


 

1261: Satan II: Míssil russo é capaz de atingir o Reino Unido em 3 minutos

AMEAÇAS/UNIÃO SOVIÉTICA/DEMÊNCIA PUTINEIRA

Apesar de tudo o que tem estado a acontecer derivado da guerra entre a Rússia e a Ucrânia, Vladimir Putin não tem sido muito interventivo. No entanto, nas poucas intervenções que fez, tenta “espalhar” o medo, ameaçando países, exércitos e civis.

Vladimir Putin ameaçou agora implantar o míssil nuclear Satan II, até ao final do ano. Este míssil pode chegar ao Reino Unido em três minutos.

Satan II pode alcançar alvos até 18 mil kms

O presidente russo, Vladimir Putin, alertou que o Kremlin implantará o seu mais novo míssil balístico intercontinental, o Satan II, capaz de atingir a Grã-Bretanha em três minutos. Essa implementação pode acontecer até final do ano. De referir que a Rússia já realizou um teste bem-sucedido com esta poderosa arma que tem a capacidade, por exemplo, de atacar os EUA ou o Reino Unido em apenas três minutos.

O novo míssil nuclear balístico intercontinental designado de RS-28 Sarmat e foi apelido ‘Satanás II’ (Satan ll, em inglês) pela OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte) ou NATO.

Segundo Putin, o míssil balístico intercontinental de quinta geração Sarmat é capaz de “evitar todos os sistemas antiaéreos modernos”. De relembrar que esta poderosa arma está incluída num conjunto de diversos mísseis apresentados em 2018, classificados como “invencíveis” por Vladimir Putin. Entre o restante armamento, incluem-se designadamente os mísseis hipersónicos Kinjal e Avangard.

Esta arma tem 35,3 metros de comprimento e pesa 220 toneladas. O Satan II vem substituir o R-36 ou Voevoda. Pode transportar até 15 ogivas nucleares e tem um alcance estimado entre 10.000 a 18.000 km. Relativamente ao Voevoda, este tem alcance de 10.200 a 16.000 km.

Um único míssil pode atingir uma série de alvos num só disparo.

Pplware
Autor: Pedro Pinto
22 Jun 2022