Bandeira da UE já está no parlamento ucraniano. Zelensky defende que adesão “não deve demorar décadas ou anos”

Para quando a expulsão da União Soviética terrorista da ONU e de todas as organizações ocidentais?

INVASÃO SOVIÉTICA/TERRORISMO/UCRÂNIA

A região de Odessa, no sul da Ucrânia, foi alvo de ataques pelas forças russas, provocando pelo menos 18 mortos. “O pior cenário aconteceu e duas aeronaves estratégicas chegaram à região de Odessa”, tendo disparado mísseis “muito poderosos”, disse o porta-voz da administração militar.

© EPA/SERGEY KOZLOV

Zelensky defende que a adesão à UE “não deve demorar décadas ou anos”

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, assegurou esta sexta-feira a “determinação” para alcançar o “objectivo estratégico de adesão plena à União Europeia”, mas defendeu que a adesão à UE “não deve demorar anos ou décadas”.

As palavras de Zelensky foram partilhadas numa mensagem publicada nas redes sociais após a chegada oficial da bandeira da UE ao parlamento ucraniano.

“Hoje, juntamente com o presidente da Verkhovna Rada da Ucrânia e o primeiro-Ministro, assinámos uma declaração conjunta, que é um sinal de unidade de todos os ramos do governo e prova da nossa determinação em alcançar o objectivo estratégico de adesão plena à União Europeia (…)”, começou por escrever.

“O nosso caminho para a adesão não deve levar anos ou décadas. Temos de percorrer este caminho rapidamente, fazer a nossa parte do trabalho perfeita e permitir que os nossos amigos da União Europeia tomem mais uma decisão histórica”, salientou Zelensky.

Da mesma forma é necessário avançar na legislação sobre os procedimentos da selecção de juízes, como parte da reforma do Tribunal Constitucional. Von der Leyen lembrou aos legisladores ucranianos que a reconstrução da Ucrânia exigirá investimentos enormes, que certamente irão acontecer, mas acrescentou que isto exige avanços internos.

Os investimentos, destacou, “terão que ser acompanhados de uma nova onda de reformas”.

Para Von der Leyen, “as instituições têm que ganhar vida para responder às aspirações do seu povo”. Um exemplo disso, destacou, é a iniciativa para tentar conter a “influência excessiva” dos oligarcas na economia ucraniana.

O país, recordou Von der Leyen, adoptou uma lei para romper com esta influência e agora “deve concentrar-se na implementação desta legislação”.

Diário de Notícias
01 Jul 11:20
Por Susete Henriques

Momento em que a bandeira da UE chega ao parlamento ucraniano. “De ir às lágrimas”

Depois da Ucrânia conseguir o estatuto de país candidato, a bandeira da União Europeia (UE) chegou ao parlamento ucraniano, um momento registado com emoção.

“De ir às lágrimas”. Foi assim que o embaixador da UE para a Ucrânia, Matti Maasikas, descreveu o momento em que a bandeira da União Europeia chega ao parlamento.

De pé, os deputados ucranianos aplaudem de forma ritmada a chegada da bandeira ao parlamento [Verkhovna Rada].

Diário de Notícias
01 Jul 10:21
Por Susete Henriques

Ataque a Odessa. Conselheiro de Zelensky acusa Rússia de praticar uma “táctica de terror”

No ataque a um prédio residencial e a dois centros de recreativos na região de Odessa foram usados mísseis X-22, refere Mikhail Podolyak, conselheiro do presidente ucraniano.

Pelo menos 18 pessoas morreram, entre os quais duas crianças. Para Podolyak não se trata de um erro da Rússia. “É uma táctica de terror: bombardeamento deliberado e baixas em massa”, acusou.

Na mensagem publicada na rede social Twitter, o conselheiro de Zelensky pede mais armas para travar bombardeamentos russos. “Para proteger as pessoas, precisamos de sistemas anti-mísseis”, sublinhou.

Diário de Notícias
01 Jul 09:29
Por Susete Henriques

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Amnistia Internacional: Rússia cometeu um “claro crime guerra” contra teatro de Mariupol

INVASÃO DA UCRÂNIA/CRIMES DE GUERRA SOVIÉTICOS

© EPA/Leszek Szymanski

Uma extensa investigação da Amnistia Internacional (AI) conclui que as forças militares russas cometeram um “claro crime de guerra” quando atacaram o teatro da cidade ucraniana de Mariupol em Março, matando cerca de cerca de 600 pessoas.

“Após meses de investigação rigorosa, análise de imagens de satélite e entrevistas com dezenas de testemunhas, concluímos que o ataque foi um claro crime de guerra cometido pelas forças russas”, disse a secretária-geral da AI, Agnès Callamard.

“Muitas pessoas ficaram feridas ou perderam a vida neste ataque implacável. É provável que as suas mortes tenham sido causadas pelo ataque deliberado de civis ucranianos pelas forças russas”, salientou.

Agnès Callamard sublinhou que “o Tribunal Penal Internacional e todos aqueles que têm jurisdição sobre os crimes cometidos durante este conflito devem investigar os ataques como um crime de guerra”.

Em maio, uma investigação da agência de notícias AP descobriu que cerca de 600 pessoas morreram no ataque ao teatro, o dobro do número estimado por Kiev, na ocasião.

Entre 16 de Março e 21 de Junho, a AI analisou de forma detalhada provas digitais, imagens de satélite, 52 testemunhos em primeira mão de sobreviventes e pessoas que presenciaram o ataque, plantas de arquitectura do edifício e material autenticado de fotografia e vídeo.

Num novo relatório, intitulado “‘Children’: The Attack on the Donetsk Regional Academic Drama Theatre in Mariupol” (“Crianças: Teatro Dramático Regional Académico de Donetsk em Mariupol”, em tradução simples), a organização não governamental (ONG) documenta como os russos atacaram a infra-estrutura, mesmo sabendo da existência de centenas de civis, incluindo crianças.

Entrevistando vários sobreviventes e recolhendo vários dados informáticos, a equipa de Resposta a Crises da AI concluiu que o ataque foi quase certamente realizado por aviões de guerra russos que lançaram duas bombas de 500 quilogramas (kg) que caíram junto uma da outra e detonaram simultaneamente.

A AI contratou um físico para criar um modelo matemático da detonação, para determinar o peso explosivo líquido da explosão que seria necessário para causar o nível de destruição detectado no teatro.

A conclusão, segundo a ONG, foi que as bombas tinham um peso explosivo líquido de 400/800 kg.

Por seu lado, com base nos dados disponíveis sobre as bombas russas, a AI estimou que as ramas eram provavelmente duas bombas de 500kg do mesmo modelo, dando um peso total explosivo líquido entre 440 e 600kg.

As aeronaves do Exército russo com maior probabilidade de realizar o ataque eram caças multi-funcionais — como os modelos Su-25, Su-30 ou Su-34 — baseados em aeródromos da Rússia próximos e frequentemente vistos a operar no sul da Ucrânia.

Após examinar várias teorias, a investigação conclui que um ataque aéreo deliberado contra um alvo civil era a explicação mais provável.

De acordo com a AI, sobreviventes e outras testemunhas admitiram terem visto cadáveres que não conseguiram identificar, sendo provável que muitas mortes estejam ainda por relatar.

O Teatro Drama de Mariupol, na região de Donetsk, tornou-se um porto seguro para os civis que procuravam abrigo dos combates.

Além de ser um centro de distribuição de medicamentos, alimentos e água, e um ponto de encontro designado para as pessoas que esperavam ser retiradas em corredores humanitários, o edifício, naquela cidade cercada, era reconhecível como uma infra-estrutura civil, segundo a AI.

Lusa

Diário de Notícias
30 jun 01:10

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1299: Ucrânia: Míssil russo atinge centro comercial com mais de mil pessoas

(ACTUALIZAÇÃO)

UCRÂNIA/INVASÃO TERRORISTA SOVIÉTICA/CRIMES DE GUERRA

De acordo com o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, um míssil russo atingiu hoje um centro comercial na cidade de Kremenchuk, no centro da Ucrânia, onde se encontravam mais de mil pessoas.

Zelensky acompanhou o texto com um vídeo e publicou no Telegram. No vídeo vê-se algumas pessoas num parque de estacionamento ao ar livre a olhar para um edifício em chamas e muito fumo.

Volodymyr Zelensky publica vídeo no Telegram do ataque com míssil

Segundo o presidente ucraniano, o centro comercial não representava qualquer perigo para as forças russas, nem qualquer valor estratégico.

É apenas uma tentativa das pessoas de viverem uma vida normal, o que enfurece tanto os ocupantes. A Rússia continua a colocar a sua impotência sobre os cidadãos comuns. É inútil esperar por humanidade da sua parte

Os ocupantes dispararam foguetes no centro comercial, onde havia mais de mil civis. O centro comercial está a arder, os socorristas estão a combater o fogo, o número de vítimas é impossível de imaginar.

Poucos minutos antes, o autarca da cidade, Vitalii Maletskyi, afirmava no Facebook que já havia “mortos e feridos” confirmados após o ataque com um míssil. Há mais vídeos aqui.

“O ataque com mísseis em Kremenchuk atingiu um lugar muito lotado que é 100% irrelevante para as hostilidades. Há mortos e feridos”, escreveu Maletskyi.

As informações sobre a guerra na Ucrânia divulgadas pelas duas partes não podem ser verificadas de imediato por fontes independentes.

A guerra na Ucrânia, iniciada com a invasão russa de 24 de Fevereiro, entrou hoje no 124.º dia. Desconhece-se o número de vítimas, mas a ONU confirmou a morte de mais de 4.600 civis, alertando, contudo, que o balanço real será consideravelmente superior por não ter acesso a muitas zonas do país.

Pplware
27 Jun 2022
Autor: Pedro Pinto


 

1298: Encontrados mais de 100 cadáveres nos escombros de Mariupol

Para quando a DESNAZIFICAÇÃO da actual União Soviética putineira?

UCRÂNIA/GUERRA/INVASÃO TERRORISTA SOVIÉTICA

Autoridades ucranianas indicam que “durante a inspecção de edifícios no bairro de Livoberezhnyi (na margem esquerda de Mariupol), foram encontrados mais de 100 civis mortos”.

© EPA/SERGEI ILNITSKY

Mais de 100 cadáveres de civis foram encontrados entre os escombros de vários edifícios bombardeados pelo exército russo na cidade ucraniana de Mariupol, agora sob o controlo de Moscovo.

O conselheiro do ex-presidente de câmara de Mariupol, Petro Andriushchenko, afirmou na rede social Telegram que tinham descoberto os corpos na cidade, que agora tem novas autoridades impostas pelos russos.

“Descobertas novas e devastadoras. Durante a inspecção de edifícios no bairro de Livoberezhnyi (na margem esquerda de Mariupol), foram encontrados mais de 100 civis mortos num atentado bombista”, disse Andriushchenko.

Os corpos estavam “num edifício no cruzamento das ruas Peremohy Avenue e Meotydy Boulevard que foi atacado durante a ofensiva aérea. Os ocupantes (russos) não tinham planos de recuperar e enterrar os corpos”.

Маріуполь. На зараз.
Нові сумні знахідки. При обстеженні будівель в Ліобережному районі в будинку з влучанням авіабомби на перехресті пр. Перемоги та бул. Меотиди знайдено понад 100 тіл загиблих від бомбардування. Тіла досі під завалами. Вилучення і поховання окупнти не планують.
Продовжується ексгумація. В приоритеті двори шкіл та дитячих садочків. Після ексгумації тут оборобяють ями від запаху. На вулицях і по дворах після ексгумацій оброблення не проводиться.

Segundo o ex-conselheiro, “os esforços para exumar corpos [em toda a cidade] continuam”, que acrescentou que estavam a dar prioridade a retirar cadáveres dos recreios escolares e jardins infantis.

Depois das exumações, o trabalho consiste em arranjar sepulturas onde os corpos serão enterrados, de forma a eliminar odores.

Apesar de Andriushchenko não viver em Mariupol desde que a cidade, à beira do Mar de Azov, foi tomada pelos russos, publica regularmente mensagens sobre a situação na região com informações que reúne de associações e amigos que ainda lá se encontram.

Mariupol tem estado cercada por tropas russas praticamente desde o início da invasão ordenada pelo Kremlin.

A Rússia lançou em 24 de Fevereiro uma ofensiva militar na Ucrânia que já matou mais de quatro mil civis, segundo as Nações Unidas, que alerta para a probabilidade de o número real ser muito maior.

A guerra também causou a fuga de mais de 16 milhões de pessoas das suas casas, oito milhões das quais abandonaram o país, ainda segundo a ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que respondeu com o envio de armamento para a Ucrânia e o reforço de sanções económicas e políticas a Moscovo.

Diário de Notícias
DN/Lusa
27 Junho 2022 — 12:01


 

1297: Míssil russo atinge centro comercial em Kremenchuk. Pelo menos 10 mortos

Para quando existirem 🍅🍅 para considerarem o filho da Putina e a União Soviética de TERRORISTAS e expulsarem-nos de todas as organizações mundiais civilizadas? Quando existem palhaços labregos que afirmam não estarem de nenhum lado desta invasão soviética terrorista, só podem ser IGUAIS A ELES!

UCRÂNIA/CRIMES DE GUERRA/TERRORISMO SOVIÉTICO

Vice-chefe de gabinete do presidente ucraniano adiantou que pelo menos 10 pessoas morreram e quatro dezenas ficaram feridas. O incêndio continua activo.

Um míssil russo atingiu um centro comercial na cidade de Kremenchuk, situada no centro da Ucrânia às margens do rio Dnipro, matando pelo menos dez pessoas e causando ferimentos em mais de 40.

Segundo a notícia divulgada pelo jornal The Guardian, o presidente ucraniano afirmou que mais de 1.000 civis se encontravam no centro comercial no momento do ataque. O incêndio continua activo, depois do ataque.

“Cenas de terror em Kremenchuk, quando um míssil russo atinge o centro comercial. Um homem diz ao telefone: ‘as pessoas estavam no prédio, as paredes começaram a cair'”, anunciou ucraniano, Volodymyr Zelensky.

“Dez mortos e mais de 40 feridos. Esta é a situação actual em Kremenchuk por causa do ataque com mísseis”, disse Dmytro Lunin, que chefia o governo regional de Poltava.

“Os ocupantes dispararam um míssil contra um centro comercial onde havia mais de mil civis. O centro comercial está em chamas e as equipas de resgate combatem o fogo. O número de vítimas é impossível de imaginar”, disse o governador regional Dmytro Lunin no Telegram.

“O tiro de míssil em Kremenchuk atingiu um local muito movimentado sem qualquer relação com as hostilidades”, denunciou no Facebook Vitali Maletsky, autarca desta cidade que tinha 220 mil habitantes antes da guerra.

em actualização

Diário de Notícias
DN
27 Junho 2022 — 17:52


 

1285: Rússia ataca Kiev enquanto cimeira do G7 discute apoio à Ucrânia

É esta a imagem da “desnazificação” que os INVASORES NAZIS SOVIÉTICOS, comandados pelo oligarca genocida nazi putineiro estão a implementar na Ucrânia…!!!

UNIÃO SOVIÉTICA/NAZISMO/INVASÃO DA UCRÂNIA

© EPA/SERGEY KOZLOV

Várias explosões abalaram um bairro residencial em Kiev, neste domingo de manhã, enquanto os líderes do G7 se reuniam na Alemanha para discutir o seu apoio à Ucrânia contra a invasão russa, em antecipação de uma reunião crucial da NATO marcada para daqui a dias.

O primeiro ataque à capital em quase três semanas destinava-se a “intimidar os ucranianos… na aproximação da cimeira da OTAN”, disse o presidente da câmara da cidade, Vitali Klitschko.

“Alguns dos habitantes foram evacuados. Duas pessoas feridas foram hospitalizadas”, disse Klitschko após visitar o edifício de apartamentos que foi atingido, acrescentando que as pessoas permaneceram “debaixo dos escombros”.

O Presidente ucraniano Volodymyr Zelensky, que deverá dirigir-se tanto às reuniões da UE como da NATO, disse que cidades tão distantes como Lviv, perto da fronteira polaca, tinham sido atingidas por uma onda de ataques no sábado.

Este ataque a Kiev surge um dia depois do presidente da câmara de Severodonetsk ter confirmado que a cidade tinha sido “totalmente ocupada” pelas tropas russas.

Com a guerra a entrar no seu quinto mês, a captura da cidade marca uma importante vitória estratégica para Moscovo, que procura o controlo total sobre o leste do país depois de ter falhado nos seus objectivos iniciais.

AFP

Diário de Notícias
26 jun 09:20
Por Valentina Marcelino

Ataque a Kiev fez um morto, quatro feridos e destruiu um infantário

O ataque das forças russas a Kiev, neste domingo, causaram um morto, na sequência da explosão de um míssil que atingiu um infantário.

De acordo com Oleksander Tkachenko, ministro da Cultura ucraniano, o míssil atingiu um histórico edifício de nove andares no distrito de Shevchenkivskyi, mas também esse infantário que se encontra no mesmo bairro.

Quatro pessoas ficaram feridas e foram hospitalizadas.

Diário de Notícias
26 jun 10:37
Por Carlos Nogueira


 

AR recomenda ao Governo “acompanhamento adequado” do pedido de adesão à UE. PCP votou contra

O PZP transmite a voz do dono, ou seja do czar filho da Putina terrorista, assassino, demente perigoso para o bem estar da Humanidade! Não é de estranhar o voto contra! Eles já não conseguem esconder The Master Voice! “(o PCP defendeu que a prioridade deve ser “o diálogo” e o “esforço para a paz”)” O que tem a ver o esforço para a paz com o pedido de adesão à UE?

PARLAMENTO/UCRÂNIA/ADESÃO À UE/PZP

Comunistas anunciaram que iriam entregar uma declaração de voto escrito.

O primeiro-ministro, António Costa (C), acompanhado pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, João Gomes Cravinho (E), pela ministra Adjunta e dos Assuntos Parlamentares, Ana Catarina Mendes (2-E), pela ministra da Presidência, Mariana Vieira da Silva (2-D), e pelo secretário de Estado da Defesa Nacional, Marco Capitão Ferreira (D), no Parlamento.
© MÁRIO CRUZ/LUSA

O parlamento recomendou esta quarta-feira ao Governo o “acompanhamento adequado” do pedido da Ucrânia de adesão à União Europeia, favorecendo a atribuição do estatuto de país candidato, com o voto contra do PCP.

O texto foi aprovado com os votos favoráveis de todas as restantes forças políticas e deputados únicos, à excepção dos comunistas, que anunciaram a entrega de uma declaração de voto escrita.

A votação desta iniciativa estava agendada para a passada sexta-feira (17), dia em que o primeiro-ministro recebeu todos os partidos com representação parlamentar sobre o Conselho Europeu, que se realiza esta semana, e que terá como tema central a discussão da concessão do estatuto de candidato à Ucrânia e à Moldova.

No final, perante uma posição favorável “quase unânime” de todas as forças políticas (o PCP defendeu que a prioridade deve ser “o diálogo” e o “esforço para a paz”), António Costa anunciou que Portugal irá acompanhar o parecer da Comissão Europeia para que seja concedido à Ucrânia e à Moldova o estatuto de países candidatos à União Europeia.

Diário de Notícias
DN/Lusa
22 Junho 2022 — 22:13


 

Ucrânia: Embaixador russo na ONU aponta Portugal entre países “responsáveis por arrastar” guerra

– Quando leio este tipo de notícias, apenas tenho de considerar que esta gajada nazi soviética encontra-se toda DEMENTE tal como o seu czar imperialista oligarca putineiro! Portugal, fornecedor de armas? Ah! Já me esquecia que o Costa mandou para a Ucrânia dezenas de mísseis de alta precisão, tanques, carros de combate, um porta-aviões, caças supersónicos, obuses 160mm, metralhadoras G3 do tempo da guerra colonial, além de munições de diversos calibres. Esta gajada gorda e anafada como o gajo da imagem INVADE um país soberano, assassina milhares de civis de todas as idades, desde crianças a idosos, ataca com mísseis e artilharia pesada residências civis, escolas, maternidades, hospitais, supermercados, até já incendiaram uma igreja ortodoxa, provocam o êxodo de milhares de pessoas que fogem à guerra provocada por esta escumalha e ainda têm a lata de se queixarem que a Ucrânia está a defender-se do INVASOR SOVIÉTICO que ainda tem a peida assente na ONU com direito a voto e a veto? Se isto não fosse terrífico, dava vontade de rir!

INVASÃO/GUERRA/UCRÂNIA/DEMÊNCIA COLECTIVA SOVIÉTICA

Vasily Nebenzya criticou o Ocidente por fornecer armamento e artilharia de longo alcance a Kiev, visando atingir “a população civil de língua russa” na região do Donbass.

© Spencer Platt/Getty Images/AFP

O embaixador da Rússia junto da ONU incluiu esta terça-feira Portugal numa lista de países fornecedores de equipamento militar a Kiev, acusando-os de serem “directamente responsáveis pelo arrastar” da guerra.

Numa reunião do Conselho de Segurança da ONU sobre a situação na Ucrânia, Vasily Nebenzya criticou o Ocidente por fornecer armamento e artilharia de longo alcance a Kiev, visando atingir “a população civil de língua russa” na região do Donbass (leste ucraniano).

“Os Estados Unidos, Reino Unido, Canadá, Alemanha, França, Polónia, Áustria, Austrália, Bélgica, Bulgária, Grécia, Dinamarca, Espanha, Luxemburgo, Países Baixos, Noruega, Portugal, Roménia, Macedónia do Norte, Eslováquia, Eslovénia, Turquia, Finlândia, República Checa, Suécia (…) uma lista dos maiores fornecedores de equipamento militar ao regime ucraniano, gastando milhares de milhões de dólares”, afirmou Nebenzya.

“Apenas na semana passada, o Donbass foi atingido por armamento americano e europeu, que matou seis civis e feriu mais de 30. Cada um destes países é directamente responsável por arrastar a crise ucraniana e causar mortes”, avaliou.

O diplomata russo acusou ainda o Ocidente de promover a “russofobia”, indicando, por exemplo, que restaurantes em muitos desses países se recusam a atender clientes russos.

Nesta reunião do Conselho de Segurança, os alegados crimes cometidos pelas tropas russas na Ucrânia também estiveram sob análise, com a conselheira especial do secretário-geral para a Prevenção de Genocídios, Alice Wairimu Nderitu, a alertar para as “alegações graves que têm sido levantadas, incluindo a indicação da possível prática de genocídio e crimes de guerra”.

A ofensiva militar lançada pela Rússia na Ucrânia em 24 de Fevereiro causou já a fuga de mais de 15 milhões de pessoas de suas casas — mais de oito milhões de deslocados internos e mais de 7,7 milhões para os países vizinhos -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Também segundo as Nações Unidas, cerca de 15 milhões de pessoas necessitam de assistência humanitária na Ucrânia.

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que respondeu com o envio de armamento para a Ucrânia e a imposição à Rússia de sanções que atingem praticamente todos os sectores, da banca ao desporto.

A ONU confirmou que 4.597 civis morreram e 5.711 ficaram feridos na guerra, que esta terça-feira entrou no seu 118.º dia, sublinhando que os números reais poderão ser muito superiores e só serão conhecidos quando houver acesso a zonas cercadas ou sob intensos combates.

Diário de Notícias
DN/Lusa
21 Junho 2022 — 19:10


 

1247: Invasão da Ucrânia pela União Soviética

© EPA/OLEKSANDR RATUSHNIAK

Os “tadinhos” dos nazis soviéticos queixam-se que a Lituânia está a aplicar sanções europeias sobre o trânsito de certos produtos entre a Rússia e Kaliningrado e não deixa passar, pelo seu terreno, comboios soviéticos para a Crimeia, existindo já retaliações soviéticas por esse motivo; os “tadinhos” dos nazis soviéticos acusam a UE de não cumprirem os tratados internacionais; o “tadinho” nazi pró-soviético e líder da Crimeia, controlada pela Rússia, disse esta segunda-feira que três pessoas ficaram feridas e sete estão desaparecidas depois de a Ucrânia ter disparado contra plataformas de perfuração de petróleo do Mar Negro na península anexada à Rússia.

Mas os “tadinhos” nazis soviéticos não se queixam do genocídio, assassínios de civis de todas as idades desde crianças a idosos, destruição de residências civis, de maternidades, de hospitais,de escolas, de supermercados, até uma igreja ortodoxa foi incendiada com um míssil!

E o mais grave destes nazis soviéticos é que a “Rússia usou mais de 210 tipos de armas proibidas

A Rússia usou na Ucrânia mais de 210 tipos de armas proibidas pelos tratados internacionais, a maioria munições de fragmentação, que podem representar um grave risco para a vida dos civis, inclusive décadas depois de acabar a guerra, assegurou hoje The New York Times.

Para chegar a esta conclusão, o diário norte-americano examinou mais de mil fotografias tiradas pelos seus próprios foto-jornalistas e fotógrafos que trabalham no terreno na Ucrânia, bem como provas visuais apresentadas por agências governamentais e militares ucranianas.

O diário classifica como “guerra surpreendentemente bárbara e antiquada” a ofensiva de Moscovo, que atingiu cidades e povoações ucranianas com uma rajada de mísseis e outras munições, a maioria das quais podem considerar-se relíquias da Guerra Fria, e muitas delas amplamente proibidas pelos tratados internacionais.

Os ataques foram feitos com um uso repetido e generalizado de armas que matam, mutilam e destroem indiscriminadamente, o que supõe uma possível violação do direito internacional humanitário, afirma o jornal.” (in Diário de Notícias, 20.06.2022).

Os nazis soviéticos, chefiados pelo czar putineiro, oligarca russo, imperialista, é que podem fazer tudo o que lhes der na gana; os outros têm de comer e calar. Até quando?

20.06.2022


 

1239: CRIMES DE GUERRA

– A imagem abaixo prova a realidade do terrorismo soviético ao tentar efectuar constantes lavagens cerebrais na comunicação social, forma utilizada por este país pária desde há dezenas de anos, sobre a insidiosa “desnazificação” da Ucrânia.

GUERRA NA UCRÂNIA/INVASÃO SOVIÉTICA

© GENYA SAVILOV/AFP via Getty Images

Assinala-se, este sábado, o 115.º dia da invasão russa da Ucrânia. Os últimos dias de guerra são marcados pela recomendação da Comissão Europeia para que seja concedido à Ucrânia o estatuto de país candidato na adesão à União Europeia e pela segunda visita do primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, a Kyiv, desde o início da invasão.

Notícias ao Minuto
18/06/22 08:15