1330: Portugal regista menos 22 mil casos e 97 mortes por covid-19 do que na semana anterior

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/INFECÇÕES/MORTOS

Portugal contabilizou 73.293 casos e 146 mortes entre 21 e 27 de Junho. Menos 302 internados do que na semana anterior.

Portugal registou, entre 21 e 27 de Junho, 73.293 infecções pelo coronavírus SARS-CoV-2, 146 mortes associadas à covid-19 e uma diminuição significativa dos internamentos, indicou esta sexta-feira a Direcção-Geral da Saúde (DGS).

Segundo o boletim epidemiológico semanal da DGS, em relação à semana anterior, registaram-se menos 22.011 casos de infecção, verificando-se ainda uma redução de 97 mortes na comparação entre os dois períodos.

Quanto à ocupação hospitalar em Portugal continental por covid-19, a DGS passou a divulgar às sextas-feiras os dados dos internamentos referentes à segunda-feira anterior à publicação do relatório.

Com base nesse critério, o boletim indica que, na última segunda-feira, estavam internadas 1.441 pessoas, menos 302 do que no mesmo dia da semana anterior, com 81 doentes em unidades de cuidados intensivos, menos quatro.

Diário de Notícias
DN/Lusa
01 Julho 2022 — 19:49

Que acha deste Blogue? / What do you think of this Blog?


 

1278: Dose de reforço disponível em `casa aberta´ para maiores de 80 anos

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/DOSE DE REFORÇO/IDOSOS

As pessoas com 80 ou mais anos podem receber, a partir desta sexta-feira a segunda dose de reforço da vacina contra a covid-19 na modalidade de `casa aberta´, anunciou a Direcção-Geral da Saúde (DGS).

Maiores de 80 anos são os mais atingidos em termos de mortalidade pela covid-19.

“A modalidade casa aberta passou hoje, sexta-feira, dia 24 de Junho, a estar disponível para os cidadãos com 80 ou mais anos que cumpram os critérios de elegibilidade para receber a segunda dose de reforço da vacina contra a covid-19”, adiantou a DGS em comunicado.

Segundo a mesma fonte, até ao momento, já foram vacinadas com a segunda dose de reforço cerca de 380 mil pessoas acima dos 80 anos, assim como os residentes de estruturas residenciais para pessoas idosas (ERPI).

A administração deste novo reforço de imunização contra o coronavírus SARS-CoV-2, que se iniciou em 16 de maio, abrange os residentes dos lares de idosos e as pessoas com 80 ou mais anos, que até agora têm sido convocadas por agendamento local, através de mensagem SMS ou chamada telefónica, e por agendamento central.

De acordo com a DGS, a população elegível para receber a segunda dose deve ser vacinada com um intervalo mínimo de quatro meses após a última dose ou após um diagnóstico de infecção por SARS-CoV-2.

No início do mês, a DGS anunciou que a campanha de vacinação do próximo outono e inverno prevê a co-administração das vacinas contra a gripe e covid-19 em idosos com mais de 65 anos, pessoas com mais de 18 anos com doenças graves, profissionais de saúde e utentes de lares e de unidades de cuidados continuados.

De acordo com o plano apresentado, estas campanhas iniciam-se em 05 de Setembro em simultâneo e, na lógica da protecção dos mais vulneráveis, arrancarão com a vacinação pelos lares, rede de cuidados continuados e pessoas com 80 ou mais anos.

Diário de Notícias
DN/Lusa
24 Junho 2022 — 18:55


 

1277: Portugal com 95.943 casos e 239 mortes por covid-19 entre 14 e 20 de Junho

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/INFECÇÕES/MORTOS

Em relação à semana anterior, registaram-se menos 17.185 casos de infecção e 22 mortes.

Portugal registou, entre 14 e 20 de Junho, 95.943 infecções pelo coronavírus ​​​​​​​SARS-CoV-2, 239 mortes associadas à covid-19 e uma nova diminuição dos internamentos em enfermaria e cuidados intensivos, indicou esta sexta-feira a Direcção-Geral da Saúde (DGS).

Segundo o boletim epidemiológico semanal da DGS, em relação à semana anterior, registaram-se menos 17.185 casos de infecção, verificando-se ainda uma redução de 22 mortes na comparação entre os dois períodos.

Quanto à ocupação hospitalar em Portugal continental por covid-19, a DGS passou a divulgar às sextas-feiras os dados dos internamentos referentes à segunda-feira anterior à publicação do relatório.

Com base nesse critério, o boletim indica que, na última segunda-feira, estavam internadas 1.743 pessoas, menos 153 do que no mesmo dia da semana anterior, com 85 doentes em unidades de cuidados intensivos, menos 13.

De acordo com o boletim da DGS, a incidência a sete dias estava, na segunda-feira, nos 932 casos por 100 mil habitantes, tendo registado uma diminuição de 15% em relação à semana anterior, e o índice de transmissibilidade (Rt) do coronavírus registava o valor de 0,88.

Por regiões, Lisboa e Vale do Tejo registou 45.219 casos entre 14 e 20 de Junho, menos 4.851 do que no período anterior, e 84 óbitos, mais três.

A região Centro contabilizou 12.521 casos (menos 2.992) e 40 mortes (menos 24) e o Norte totalizou 22.401 casos de infecção (menos 7.560) e 80 mortes (mais três).

No Alentejo foram registados 3.916 casos positivos (menos 350) e oito óbitos (menos nove) e no Algarve verificaram-se 4.821 infecções pelo SARS-CoV-2 (mais 332) e seis mortes (menos cinco).

Quanto às regiões autónomas, os Açores tiveram 3.558 novos contágios entre 14 e 20 de Junho (menos 1.167) e nove mortes (mais seis), enquanto a Madeira registou 3.507 casos nesses sete dias (menos 597) e 12 óbitos (mais quatro), de acordo com os dados da DGS.

Segundo o relatório, a faixa etária entre os 40 e os 49 anos foi a que apresentou maior número de casos a sete dias (16.141), seguida das pessoas entre os 50 e os 59 anos (15.211), enquanto as crianças até 9 anos foram o grupo com menos infecções (4.642) nesta semana.

Dos internamentos totais, 700 foram de idosos com mais de 80 anos, seguindo-se a faixa etária dos 70 aos 79 anos (412) e dos 60 aos 69 anos (220).

A DGS contabilizou ainda 14 internamentos no grupo etário das crianças até aos 9 anos, 11 dos 10 aos 19 anos, 22 dos 20 aos 29 anos, 32 dos 30 aos 39 anos, 62 dos 40 aos 49 anos e 116 dos 50 aos 59 anos.

O boletim refere também que, nestes sete dias, morreram 180 pessoas com mais de 80 anos, 38 pessoas entre os 70 e 79 anos, 13 entre os 60 e 69 anos, quatro entre os 50 e 59 anos, três entre os 40 e 49 anos e uma entre os 30 e 39 anos.

Relativamente à vacinação contra a covid-19, o boletim refere que 93% da população tem a vacinação completa, 64% dos elegíveis a primeira dose de reforço e 52% dos idosos com 80 ou mais anos a segunda dose para reforçar a imunização contra o SARS-CoV-2.

Diário de Notícias
DN/Lusa
24 Junho 2022 — 20:29


 

Covid-19: Portugal continua a ser o país da União Europeia – e o segundo no mundo – com mais novos casos

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/INFECÇÕES

© TVI24 Covid-19: Portugal continua a ser o país da União Europeia – e o segundo no mundo – com mais novos casos

Portugal continua o país da União Europeia (UE) com mais novos casos de infecção por SARS-CoV-2 por milhão de habitantes nos últimos sete dias e é segundo no mundo neste indicador.

Segundo o ‘site’ estatístico Our World in Data, Portugal é também o país da UE com mais novas mortes diárias por milhão de habitantes nos últimos sete dias e é terceiro no mundo nesse indicador.

A média diária de novos casos em Portugal desceu de 2.380 por milhão de habitantes há duas semanas para 1.560 à data de hoje. Dos parceiros da União Europeia, segue-se a França, com 703, a Alemanha, com 685, Luxemburgo (673) e Grécia (614).

A nível mundial, considerando os países e territórios com mais de um milhão de habitantes, Taiwan tem a maior média de novos casos diários (2.410), seguida de Portugal, Austrália (1.060), Nova Zelândia (977) e Bahrain (814).

No que toca às novas mortes diárias atribuídas à covid-19, Portugal mantém a maior da União Europeia, com 3,63, praticamente igual à média de 3,68 de há duas semanas, seguida da Finlândia, com 1,47, a Estónia com 1,29, a Espanha com 1,14 e Malta com 1,11.

Em termos mundiais, olhando para territórios e países com mais de um milhão de habitantes, Omã tem a maior média diária de novas mortes atribuídas à covid-19 (10), seguida de Taiwan (6,29), Portugal, Uruguai (2,43) e Nova Zelândia (1,95).

A média de novos casos diários por milhão de habitantes na União Europeia está em 415 e a de novas mortes diárias em 0,63.

A média mundial de novos casos está em 67 e a de novas mortes atribuídas à covid-19 está em 0,17.

Agência Lusa
20.06.2022


 

1235: COVID-19: Vacinas para crianças nos EUA a partir dos 6 meses

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/VACINAÇÃO INFANTIL

O mundo ainda se encontra em estado de pandemia por COVID-19, mas o foco na doença é diferente de outros tempos. A cada dia que passa, a COVID-19 é cada vez mais uma doença igual a muitas outras, apesar de ainda fazer muitas vítimas.

Recentemente os EUA passaram a autorizar vacinas da Pfizer e Moderna para crianças a partir dos seis meses.

COVID-19: Vacinas da Moderna (2 doses) e Pfizer (3 doses) aprovadas

A agência norte-americana do medicamento (FDA na sigla em inglês) aprovou nesta passada sexta-feira a administração de emergência das vacinas contra a COVID-19 da Pfizer e da Moderna em crianças a partir dos seis meses de idade.

A vacina de duas doses da Moderna é aprovada para crianças entre os seis meses e os cinco anos de idade e a da Pfizer, de três doses, pode ser administrada a crianças entre os seis meses e quatro anos de idade.

A FDA também aprovou a vacina da Moderna para crianças dos 6 aos 17 anos de idade. A vacina da Pfizer já tinha sido aprovada para crianças a partir dos 5 anos de idade nos Estados Unidos da América.

Após o anúncio da FDA, segundo a AFP, a Pfizer afirmou que pretende solicitar a aprovação para este grupo etário à Agência Europeia de Medicamentos (EMA) no início de Julho.

A pandemia da COVID-19 já provocou mais de 500 milhões de infecções pelo coronavírus SARS-CoV-2 e mais de seis milhões de mortes foram atribuídas à doença em todo o mundo.

A doença é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detectado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China.

A variante Ómicron, que se dissemina e sofre mutações rapidamente, tornou-se dominante no mundo desde que foi detectada pela primeira vez, em Novembro, na África do Sul.

Pplware
Autor: Pedro Pinto


 

1200: Covid. Menos casos mas mais mortes que na semana anterior

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/INFECÇÕES/MORTOS

Portugal registou, entre 31 de maio e 6 de Junho, 158.534 infecções pelo coronavírus SARS-CoV-2, 292 mortes associadas à covid-19, e uma diminuição dos internamentos em enfermaria, indicou esta sexta-feira a Direcção-Geral da Saúde (DGS). Nos cuidados intensivos registou-se um ligeiro aumento.

A par da preparação para o Verão e de todos os programas de vigilância que tem a seu cargo, a Saúde Pública continua a fazer a vigilância à covid-19, cujos testes de rastreio são feitos no seu laboratório.

Segundo o boletim epidemiológico semanal da DGS, em relação à semana anterior registaram-se menos 15.479 casos de infecção, verificando-se no entanto mais 68 mortes, em comparação entre os dois períodos.

Quanto à ocupação hospitalar em Portugal continental por covid-19, a DGS passou a divulgar às sextas-feiras os dados dos internamentos referentes à segunda-feira anterior à publicação do relatório.

Com base nesse critério, o boletim indica que, na última segunda-feira, estavam internadas 1.991 pessoas, menos 101 do que no mesmo dia da semana anterior, com 108 doentes em unidades de cuidados intensivos, mais um.

Diário de Notícias
DN/Lusa
10 Junho 2022 — 18:39


 

344: Nova variante da covid identificada em França com mais de 40 mutações genéticas

SAÚDE

Identificada para já como IHU, esta nova variante do SARS-CoV-2 tem uma mutação na região genética associada à transmissibilidade.

© EPA/Antonio Lacerda

França identificou uma nova variante do coronavírus que causa a covid-19 que tem mais de 40 mutações genéticas, sendo que uma delas está associada a um potencial aumento da transmissão do vírus, noticiou esta terça-feira a agência Efe.

Segundo investigadores do Instituto Hospitalar Universitário (IHU) de Marselha que fizeram a descoberta, a nova estirpe do SARS-CoV-2 tem 46 mutações, incluindo uma que está associada a um possível aumento de contágios.

A variante, da qual pouco ainda se sabe, foi baptizada pelos cientistas com as iniciais do instituto, IHU, e deriva de uma outra, a B.1.640, detectada em finais de Setembro de 2021 na República do Congo e actualmente sob vigilância da Organização Mundial da Saúde.

Em França, os primeiros casos da nova variante, que tem a designação técnica B.1.640.2, foram detectados na localidade de Forcalquier, na região de Provença-Alpes-Costa Azul.

Na mesma região, mas em Marselha, uma dezena de casos surgiram associados a viagens aos Camarões, país que faz fronteira com a República do Congo.

O IHU de Marselha, especialista em doenças infecciosas, é dirigido pelo polémico médico Didier Raoult, que recebeu uma advertência da Ordem dos Médicos francesa por ter violado o código de ética ao promover o uso do anti-malárico hidroxicloroquina como tratamento para a covid-19 sem provas da sua eficácia.

A covid-19 é uma doença respiratória causada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detectado há dois anos em Wuhan, cidade do centro da China, e que se disseminou rapidamente pelo mundo.

A variante Ómicron, identificada em Novembro, é a mais contagiosa de todas as variantes do coronavírus consideradas de preocupação, apresentando mais de 30 mutações genéticas na proteína da espícula, a “chave” que permite ao vírus entrar nas células humanas.

Vários países, incluindo Portugal e França, têm ​​​​​​​atingindo recordes diários de infecções devido à circulação desta variante.

Diário de Notícias
DN/Lusa
04 Janeiro 2022 — 18:56