809: NASA set to launch 2 rockets into the northern lights

Researchers plan to measure winds, temperatures and densities within the aurora.

The northern lights shine above mountains near Atigun Pass, Dalton Highway, Alaska. (Image credit: Noppawat Tom Charoensinphon/Getty Images)

Researchers plan to launch two rockets into the heart of the northern lights.

The launch window for NASA’s Ion-Neutral Coupling during Active Aurora mission opened Wednesday (March 23) and runs through April 1; another window is open from April 3–7. The Wednesday launch was scrubbed due to bad weather.

Led by Clemson University astronomer Stephen Kaeppler, scientists hope to send two rockets loaded with sensing tools into the active aurora borealis. They plan to measure the winds, temperatures and densities of the plasma within the aurora.

The dancing lights of the aurora form when charged particles from space crash into molecules in Earth‘s upper atmosphere. These collisions boost the energy of the electrons in these atmospheric molecules, causing the electrons to orbit their nuclei at a higher energy state. When the buzz wears off, the electrons drop back down to their original energy state, releasing a photon, or particle of light, as they do so. These photons create the shifting curtains of green, violet and red seen at polar latitudes.

Kaeppler and his team are interested in the boundary between neutral gases in the atmosphere and plasma, or charged gas that becomes increasingly prevalent in the upper atmosphere. The molecular disturbance of the aurora perturbs the boundary layer between lower-atmosphere neutral gases and higher-atmosphere plasma. The disturbance leads to friction and, therefore, heat that researchers can measure.

This conceptual animation shows electrons traveling down Earth’s magnetic field lines, colliding into particles in in Earth’s atmosphere to trigger the aurora. (Image credit: NASA’s Goddard Space Flight Center/CILab/Bailee DesRocher)

“We all know that [if] we rub our hands together, you’re going to get heat,” Kaeppler said in a statement. “It’s the same basic idea, except we’re dealing with gases now instead.”

The first of the team’s rockets will release colorful vapors as it travels to a height of 186 miles (299 kilometers). These vapors, similar to the chemicals that make fireworks colorful, will drift in the atmosphere, allowing researchers to trace atmospheric wind. The next rocket is designed to reach a peak height of 125 miles (201 km) in order to carry instruments to measure temperature and density within the aurora. The rockets will fall back to Earth immediately after making their measurements.

The results should reveal the details of how the aurora alters that boundary layer between neutral gas and plasma, Kaeppler said in the statement. The boundary might get higher, drop lower, or fold and change shape.

“All of these factors make this an interesting physics problem to examine,” Kaeppler said.

The rockets launched from the Poker Flat Research Range north of Fairbanks, Alaska.

Originally published on Live Science. 

Editor’s note: This article was updated to indicate the Wednesday (March 23) launch was scrubbed due to weather.

By Stephanie Pappas
25.03.2022

 



 

450: Rocket da SpaceX vai colidir com a Lua nas próximas semanas

CIÊNCIA/TECNOLOGIA

Cientistas acreditam que o impacto não será visível a partir da Terra e que dele não resultarão consequências gravosas.

Um rocket da SpaceX está em rota de colisão com a Lua, depois de ter passado quase sete anos a vaguear pelo Espaço. O projecto foi lançado em 2015, enquadrado numa missão interplanetária para pôr em órbita um satélite meteorológico. No entanto, depois da combustão dos seus motores e de enviar o Observatório do Clima do Espaço da NOAA para o chamado ponto Lagrange, a segunda etapa da sua missão foi abandonada.

Neste ponto, o rocket já se encontrava demasiado alto para regressar a Terra — não tinha combustível suficiente para a viagem —, “mas também carecia de energia para fugir à gravidade do sistema Terra-Lua”, explicou Eric Berger, meteorologista, citado pelo The Guardian. “Depois começou a seguir uma espécie de órbita caótica desde Fevereiro de 2015”, acrescentou.

Os observadores acreditam que o rocket — aproximadamente com quatro toneladas — deverá colidir com a Lua a uma velocidade de 2.58km/segundo numa questão de semanas. De acordo com Bill Gray, que escreve software para localizar objectos perto da Terra, é provável que a parte superior do Falcon 9 atinja o lado mais afastado da Lua, próximo da sua zona de Equador. Num post no seu blog, Gray afirmou ainda que o objecto já se tinha aproximado da superfície solar a 5 de Janeiro, mas deu o impacto como certo na data de 5 de Março. O especialista diz ainda que este é o “primeiro caso não intencional” de lixo espacial a atingir a Lua.

Apesar da tecnologia disponível e das previsões existentes, a exacta localização do embate permanece incerta, em grande parte devido ao efeito do Sol que empurra o objecto e à ambiguidade na medição dos períodos de rotação”, o que pode alterar ligeiramente a órbita. “Estes efeitos imprevisíveis são muito pequenos. Mas serão acumulados entre o presente e 4 de Março”, aprofundou Gray — que diz serem precisas mais observações para ser possível determinar a exacta hora e localização da colisão.

Já sobre a possibilidade de o impacto ser visível a partir da Terra, o especialista afasta a hipótese. “A parte mais significativa da lua estará a obstruir a visibilidade, e mesmo que estivesse no lado próximo, o impacto ocorre alguns dias após a Lua Nova”.

Mesmo assim, os apaixonados e especialistas nas questões do Espaço estão entusiasmados e acreditam que esta será uma boa oportunidade para a recolha de informação e dados.

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ZAP
26 Janeiro, 2022