1316: Portugal ultrapassa os 400 casos de infecção humana por vírus Monkeypox

SAÚDE PÚBLICA/SURTO/VÍRUS MONKEYPOX/INFECÇÕES

Confirmados mais 11 casos infecção humana por vírus Monkeypox, elevando para 402 o número total de infectados em Portugal, anuncia a DGS.

© Telmo Pinto / Global Imagens (Arquivo)

Há agora 402 casos de infecção humana por vírus Monkeypox em Portugal, segundo informou esta quinta-feira a Direcção-Geral da Saúde (DGS). Foram confirmadas mais 11 infecções face à actualização do dia anterior.

Até ao momento, Lisboa e Vale do Tejo continua a registar o maior número de casos, tendo sido reportadas infecções nas restantes regiões do continente (Norte, Centro, Alentejo e Algarve) e na Região Autónoma da Madeira.

Os casos confirmados pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) “mantêm-se em acompanhamento clínico, encontrando-se estáveis”, indica a autoridade nacional da saúde.

“Todas as infecções confirmadas são em homens entre os 19 e os 61 anos, tendo a maioria menos de 40 anos”, lê-se na nota divulgada no site da DGS.

Na actualização é referido que uma pessoa que esteja doente deixa de estar infecciosa apenas após a cura completa e a queda de crostas das lesões dermatológicas, período que poderá, eventualmente, ultrapassar quatro semanas.

Os sintomas mais comuns da doença são febre, dor de cabeça intensa, dores musculares, dor nas costas, cansaço, aumento dos gânglios linfáticos com o aparecimento progressivo de erupções que atingem a pele e as mucosas.

A informação recolhida através dos inquéritos epidemiológicos está a ser analisada para contribuir para a avaliação do surto a nível nacional e internacional, refere a autoridade de saúde, acrescentando que continua a acompanhar a situação a nível nacional em articulação com as instituições europeias.

Diário de Notícias
DN
30 Junho 2022 — 12:42

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1312: Portugal já tem quase 400 casos de infecção humana por vírus Monkeypox

SAÚDE PÚBLICA/SURTO/VÍRUS MONKEYPOX/INFECÇÕES

Registados 391 casos de infecção humana por vírus Monkeypox em Portugal, mais 18 do que no dia anterior, indicou a DGS. Pela primeira vez, Madeira reporta infecções.

© Gonçalo Villaverde/Global Imagens (Arquivo)

A Direcção-Geral da Saúde (DGS) confirmou esta quarta-feira mais 18 casos de infecção humana por vírus Monkeypox, elevando para 391 o número total de infectados em Portugal.

Lisboa e Vale do Tejo regista o maior número de casos, havendo também infecções reportadas nas restantes regiões do continente (Norte, Centro, Alentejo e Algarve) e, pela primeira vez, na Região Autónoma da Madeira.

Os casos confirmados pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) “mantêm-se em acompanhamento clínico, encontrando-se estáveis”​

A DGS refere ​​​​que “todas as infecções confirmadas são em homens entre os 19 e os 61 anos, tendo a maioria menos de 40 anos.”

Em actualização

Diário de Notícias
DN
29 Junho 2022 — 12:04

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1307: Confirmados 373 casos de infecção humana por vírus Monkeypox em Portugal

SAÚDE PÚBLICA/SURTO/VÍRUS MONKEYPOX/INFECÇÕES

A DGS reporta mais oito casos de infecção humana por vírus Monkeypox em Portugal. “Todas as infecções confirmadas são em homens entre os 19 e os 61 anos”.

© Alfredo Cunha / Global Imagens (Arquivo)

Foram confirmados mais oito casos de infecção humana por vírus Monkeypox em Portugal, elevando para 373 o número total de infectados, indicou esta terça-feira a Direcção-Geral da Saúde.

Lisboa e Vale do Tejo continua a registar o maior número de infecções, havendo, no entanto, casos nas regiões Norte, Centro, Alentejo e Algarve, indica a autoridade nacional de saúde dirigida por Graça Freitas.

Os casos confirmados pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) “mantêm-se em acompanhamento clínico, encontrando-se estáveis”.

DGS refere que “todas as infecções confirmadas são em homens entre os 19 e os 61 anos, tendo a maioria menos de 40 anos”.

Recorda-se na nota divulgada que “uma pessoa que esteja doente deixa de estar infecciosa apenas após a cura completa e a queda de crostas das lesões dermatológicas, período que poderá, eventualmente, ultrapassar quatro semanas”.

De acordo com a DGS, os sintomas mais comuns são “febre, dor de cabeça intensa, dores musculares, dor nas costas, cansaço, aumento dos gânglios linfáticos com o aparecimento progressivo de erupções que atingem a pele e as mucosas.”

No sábado, a Organização Mundial de Saúde (OMS) fez saber que o actual surto do vírus do monkeypox, que já abrange mais de 50 países, não representa uma urgência de saúde pública de dimensão internacional, o nível mais alto de alerta.

O último balanço da agência de saúde das Nações Unidas dava conta de mais de 3.200 casos confirmados este ano e uma morte.

De acordo com as autoridades de saúde, a manifestação clínica da Monkeypox é geralmente ligeira, com a maioria das pessoas infectadas a recuperar da doença em poucas semanas.

Com Lusa

Diário de Notícias
DN
28 Junho 2022 — 10:41


 

1272: Guterres defende que Rússia não deve ser excluída da Conferência dos Oceanos

– A União Soviética do czar imperialista putineiro, como nação pária, terrorista, genocida, deveria ser EXCLUÍDA de tudo o que fosse CIVILIZAÇÃO. Se Portugal é considerado pelos soviéticos putineiros como um país hostil, FORA COM ELES! Que alinhem numa organização de ditadores: União Soviética, China, Coreia do Norte e afins! Não concordo com a posição de Guterres, de geito nenhum! A habitual cagada dos paninhos quentes…

GUTERRES/ONU/CONFERÊNCIA DOS OCEANOS

Para Guterres, o intuito do evento dedicado aos Oceanos, que Lisboa acolhe na próxima semana, é “fazer com que todos os países mudem os seus comportamentos”, frisando que a Rússia tem um “contributo importante para a poluição” e para as “alterações climáticas”.

Secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres
© EPA/HEINZ-PETER BADER

O secretário-geral das Nações Unidas (ONU), António Guterres, disse à Lusa que a Rússia não deve ser excluída da Conferência dos Oceanos, uma vez que os países que “contribuem para os problemas têm de contribuir para as soluções”.

Questionado sobre o incómodo manifestado por alguns países com a presença russa em reuniões internacionais desde o início da guerra na Ucrânia em finais de Fevereiro, Guterres avaliou que o intuito do evento dedicado aos Oceanos, que Lisboa acolhe na próxima semana, é “fazer com que todos os países mudem os seus comportamentos”, frisando que a Rússia tem um “contributo importante para a poluição” e para as “alterações climáticas”.

“A Rússia é um país que tem um contributo importante para a poluição dos oceanos e tem um contributo importante para as alterações climáticas. Acho que aqueles que contribuem para os problemas têm de contribuir para as soluções e, por isso, acho que não faz sentido excluí-los daquelas reuniões em que precisamente se procura fazer com que todos os países mudem os seus comportamentos”, afirmou o secretário-geral, em entrevista à Lusa, na sede da ONU, em Nova Iorque.

Ruslan Edelgeriyev, conselheiro do presidente russo, Vladimir Putin, vai encabeçar a delegação russa na Conferência das Nações Unidas sobre os Oceanos, que decorrerá em Lisboa entre 27 de Junho e 1 de Julho, disse à Lusa fonte oficial da Embaixada da Rússia.

O ministro dos Negócios Estrangeiros, João Gomes Cravinho, disse esta semana que está já confirmada a presença de pelo menos 18 chefes de Estado e de Governo, e que a Rússia estará representada.

“A Rússia é membro da ONU e participa na conferência”, disse o chefe da diplomacia portuguesa, explicando que Portugal, como anfitrião, assume as regras das Nações Unidas.

Para António Guterres, para quem as questões ambientais são manifestamente uma prioridade, os ‘side events’ (eventos paralelos) que se realizarão na conferência em Lisboa serão fundamentais para decidir o futuro dos Oceanos, acrescentando que o sucesso da mesma não será medido pelas declarações que nela forem feitas, mas sim pela “capacidade de mobilizar Governos, o sector privado, a sociedade civil e cientistas”.

“Esta conferência é sobre ciência e inovação, em larga medida, e eu diria que mais importante do que a Conferência em si são o conjunto de actividades que aqui nas Nações Unidas são chamados ‘side events’. O conjunto de eventos em que um grande número de actores, que são fundamentais para o futuro dos Oceanos, decidiu participar e decidiu apresentar um conjunto de compromissos e de propostas que podem ter um efeito acelerador muito importante”, disse o ex-primeiro-ministro português.

“Como digo, estas conferências normalmente têm declarações que não resolvem os problemas essenciais, mas permitem uma mobilização da comunidade internacional. (…) Por isso, esta Conferência, vista na perspectiva de todo um conjunto de actividades, espero que seja verdadeiramente um toque de acelerador muito forte e bem precisamos desse toque de acelerador, porque a situação dos Oceanos é uma situação extremamente preocupante”, sublinhou.

Garante não estar preocupado com legado mas em “fazer o melhor” pelo planeta

António Guterres garantiu não estar preocupado com o legado que deixará enquanto secretário-geral da ONU, mas em fazer o seu melhor pelo ambiente e pelos Oceanos, avaliando que a Conferência de Lisboa será de “enorme importância”.

Desde que assumiu o cargo de secretário-geral das Nações Unidas, em Janeiro de 2017, Guterres tem sido uma voz constante na luta contras as alterações climáticas e pela defesa do meio ambiente. Contudo, segundo o ex-primeiro-ministro português, esses esforços não partem da tentativa de deixar um legado nessa área.

“Eu nunca me preocupei com o legado. Acho que temos de nos preocupar em fazer o nosso melhor, dar tudo por tudo para resolver os problemas que enfrentamos, mas sem pensar em legados, porque normalmente quando pensamos demais em nós próprios, pensamos de menos naquilo que devemos fazer“, disse Guterres.

E uma das grandes iniciativas ambientais que as Nações Unidas têm em andamento é a Conferência dos Oceanos, que decorrerá em Lisboa entre 27 de Junho e 01 de Julho, co-organizada por Portugal e pelo Quénia, e que contará com a presença de António Guterres, além de chefes de Estado e de Governo de todos os continentes.

A Conferência – a segunda organizada pela ONU sobre o tema – acontece num momento em que o mundo enceta esforços para mobilizar, criar e promover soluções que permitam alcançar os 17 Objectivos de Desenvolvimento Sustentável traçados na chamada Agenda 2030.

A reunião internacional na capital portuguesa irá promover uma série de soluções inovadoras de base científica, destinadas a lançar um novo capítulo na ação global para os Oceanos.

De acordo com Guterres, os “Oceanos enfrentam uma verdadeira emergência” e é preciso “acordar o mundo” para o facto de não existir nenhum mecanismo de governo sobre os Oceanos.

“Esta Conferência tem uma enorme importância, em primeiro lugar para tocar a rebate. Nós estamos a enfrentar nos Oceanos uma situação de emergência. Convergem nos Oceanos as três grandes crises ambientais que temos no mundo: as alterações climáticas, a poluição e a redução da biodiversidade”, disse.

“É preciso acordar o mundo”

Estas três crises globais que põem em causa o futuro do planeta, segundo o secretário-geral da ONU, convergem nos Oceanos.

“Basta ver que, por causa das alterações climáticas, os Oceanos estão mais quentes, há mais tempestades, essas tempestades são mais frequentes e com consequências mais devastadoras. A água do mar está a subir e está a acelerar nessa subida. Isso põe em causa as regiões costeiras, as pequenas ilhas, mas em geral, uma grande parte da humanidade vive junto ao mar e há uma ameaça clara com a subida do nível das águas”, salientou.

Também a absorção de dióxido de carbono (CO2) foi umas das preocupações elencadas por Guterres, uma vez que acidifica os Oceanos e põe em causa a cadeia alimentar, frisando que muitos dos corais estão já destruídos.

“Ao mesmo tempo, a sobre-pesca, a poluição, sobretudo os poluentes, que têm um efeito destruidor em relação às espécies vivas, fazem com que a biodiversidade nos Oceanos esteja em causa. E, finalmente, a crise de poluição. 80% das águas que são despejadas nos Oceanos não são tratadas”, observou o secretário-geral, salientando que oito milhões de toneladas de plástico são despejados anualmente nos Oceanos.

Guterres chamou a atenção para as chamadas “zonas negras” em certas áreas costeiras em que a poluição “matou praticamente tudo quanto existia”.

“E se olharmos para uma zona do Pacífico onde se concentraram muitos destes detritos em plástico, a área corresponde à área da França. E os micro-plásticos, nós sabemos os riscos que representam para a saúde: no ar que respiramos, na água que bebemos, em todos estes aspectos. (…) É preciso acordar o mundo, porque não existe nenhum mecanismo de Governo sobre os oceanos”, lamentou.

Para o líder das Nações Unidas, falta um mecanismo global de governança para que seja possível responder a esta emergência que os Oceanos enfrentam, destacando que cada questão oceânica é tratada isoladamente por diferentes organizações, quando deveria haver uma acção global sobre o tema.

Diário de Notícias
Lusa
24 Junho 2022 — 08:37


 

1264: Casos confirmados de infecção por Monkeypox sobem para 328

SAÚDE PÚBLICA/SURTO/VÍRUS MONKEYPOX/INFECÇÕES

No dia em que OMS vai avaliar se o surto actual representa uma “urgência de saúde pública de dimensão internacional”, Portugal regista mais 11 casos de infecção por Monkeypox.

© Global Imagens

Portugal registou mais 11 casos de infecção pelo vírus Monkeypox, elevando para 328 o total de pessoas infectadas, anunciou esta quinta-feira a Direcção-Geral de Saúde.

Segundo a autoridade de saúde, todas as infecções são em homens entre os 19 e os 61 anos, tendo a maioria menos de 40 anos, que estão em “acompanhamento clínico, encontrando-se estáveis”.

Até agora, é em Lisboa e Vale do Tejo que se regista o maior número de casos, mas também foram reportadas infecções nas regiões Norte e Algarve.

A Organização Mundial de Saúde vai avaliar esta quinta-feira se o surto actual representa uma “urgência de saúde pública de dimensão internacional”, o seu nível mais alto de alerta.

A proliferação actual de casos é “incomum e preocupante”, declarou o director do organismo, Tedros Adhanom Ghebreyesus, quando justificou esta reunião.

A região europeia está no centro da propagação do vírus.

A infecção por Monkeypox, que não costuma ser mortal, pode causar febre, dor de cabeça, dores musculares, dor nas costas, gânglios linfáticos inchados, calafrios e fadiga. Depois aparecem erupções cutâneas (na face, palmas das mãos, solas dos pés), lesões, pústulas e crostas. Os sintomas geralmente desaparecem em duas a três semanas.

Diário de Notícias
DN
23 Junho 2022 — 11:33


 

1259: Há já 317 casos de infecção humana por vírus Monkeypox em Portugal

SAÚDE PÚBLICA/SURTO/VÍRUS MONKEYPOX/INFECÇÕES

Reportados mais 13 casos infecção humana por vírus Monkeypox, de acordo com os dados da Direcção-Geral da Saúde.

© José Sena Goulão/Lusa (Arquivo)

Portugal registou mais 13 casos de infecção pelo vírus Monkeypox, elevando para 317 o total de pessoas infectadas, que se encontram clinicamente estáveis, anunciou hoje a autoridade de saúde.

Segundo a Direcção-Geral da Saúde (DGS), todas as infecções confirmadas pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge são em homens entre os 19 e os 61 anos, tendo a maioria menos de 40 anos, que estão em “acompanhamento clínico, encontrando-se estáveis”.

A DGS, que está a acompanhar a situação a nível nacional em articulação com as instituições europeias, adiantou ainda a maioria das infecções foram notificadas em Lisboa e Vale do Tejo, mas também há registo de casos nas regiões Norte e Algarve.

Os dados do Centro Europeu de Controlo de Doenças (ECDC, na sigla em inglês) indicam que, até hoje, foram reportados 2.746 casos de infecção pelo Monkeypox em 29 países de toda a região europeia.

Na terça-feira, as autoridades britânicas anunciaram que o Reino Unido vai começar a disponibilizar vacinas a alguns homens que fazem sexo com outros homens e correm um risco maior de contrair o vírus Monkeypox.

Os especialistas estão a considerar a vacinação em alguns homens com maior risco de exposição à infecção humana pelo vírus ‘Monkeypox’, referiu a Agência de Segurança da Saúde do Reino Unido, em comunicado.

Esta agência identificou como grupo de maior risco os homens que fazem sexo com outros homens e que têm múltiplos parceiros, participam em sexo em grupo ou frequentam locais onde o sexo ocorre nas instalações.

“Ao expandir a oferta de vacinas para aqueles em maior risco, esperamos quebrar as cadeias de transmissão e a ajudar a conter o surto”, salientou a responsável de imunização da agência britânica de segurança sanitária, Mary Ramsay.

Recentemente, a DGS confirmou que Portugal vai receber 2.700 doses das vacinas contra o vírus Monkeypox adquiridas pela Comissão Europeia, estando a ser elaborada uma norma técnica que definirá a forma como serão utilizadas.

Nesta quinta-feira (23 de Junho), a Organização Mundial da Saúde (OMS), sediada em Genebra, vai avaliar se o surto actual, que abrange mais de 40 países, representa uma “urgência de saúde pública de dimensão internacional”, o seu nível mais alto de alerta.

Diário de Notícias
DN/Lusa
22 Junho 2022 — 15:36


 

1258: O que os novos deputados querem mudar no país

Deputados ou passagem de modelos?

– A habitual conversa de chacha para não variar! Gostava de saber de que é que a menina deputada do PPD se mascarou para a fotografia…

POLÍTICA/DEPUTADOS/EXIBIÇÃO

Patrícia Gilvaz, Nathalie Oliveira, Sónia Ramos, Rui Tavares e Rita Matias. Cinco estreantes, cinco partidos, duas gerações na Assembleia da República que querem mudar leis, conceitos, populismos e abrir o país a novas realidades.

Nathalie ou Natália? “Na certidão de nascimento francesa” é Nathalie, no cartão de cidadão português é Natália. “Mas não sou Natália para ninguém”, desabafa a deputada do PS eleita pelo círculo da Europa. “O que aconteceu é que até 1983 todas as crianças, filhas de pais portugueses, que nasceram no estrangeiro, como eu em França, quando iam fazer o registo no consulado não podiam ter o nome do país de acolhimento, o que estava na certidão de nascimento. Tinha que ser tudo traduzido para português”.

“Ainda pedi, aqui aos serviços, se podia aparecer Nathalie Oliveira, mas disseram que não, que não podia ser. Tenho que resolver isso na conservatória. Sabia que há milhares e milhares de portugueses de segunda geração com este problema? Pessoas a quem traduziram o nome? Esta é uma das coisas que gostava de ver resolvida, que a lei fosse alterada e que os trâmites para ficar com o nome de nascimento fossem gratuitos porque são muito caros. E isso não faz sentido”, explica a estreante deputada de 44 anos.

Nathalie, que na ficha do Parlamento ainda continuará Natália, tem outro objectivo: mudar a lei eleitoral, “uniformizar as modalidades de voto, harmonizar o voto. E tinha de ser tudo: presencial, por correspondência e voto electrónico”. A deputada socialista confia na “vontade política” que diz existir “para mudar esta lei”.

Um exemplo do anacronismo? Um português recenseado em Braga pode votar antecipadamente no consulado de Paris, o contrário já não é possível.

“Acredito que Portugal está em situação de ser vanguardista e de não ter medo de progredir rapidamente nesta matéria”, afirma.

Outra das preocupações é conseguir estreitar as relações “entre quem está fora e quem está cá”, porque “Portugal não nos conhece. Sinto que o país não está preocupado com quem vive fora, sente-se esse afastamento”.

“Filha do salto”, como gosta de dizer, quer, “além da representação democrática, garantir os direitos da segunda e terceira geração” de emigrantes. E isso é, numa palavra, afirma a deputada, garantir o “futuro”.

© Leonardo Negrão/Global Imagens

Os problemas dos jovens

O que mudou na vida de Patrícia Gilvaz, 24 anos, eleita deputada, pela primeira vez, pela Iniciativa Liberal? “Vir do Porto para Lisboa, sair de casa dos meus pais e toda aquela rotina diária de estar sozinha e ter de fazer tudo por mim”.

A nova rotina é “casa-gabinete e gabinete-casa, mas aqui todos os dias são diferentes, o que, para mim, é óptimo porque não gosto de coisas monótonas”.

A nova deputada admite que, por causa da idade, “pode haver esse olhar de uma certa descredibilização”, mas que “com as várias intervenções que vou fazendo, com os temas que vou trazendo” gradualmente e de forma natural, “vou ocupando o meu espaço”.

“Acabarão por se habituar. Sou uma pessoa diferente daquelas a que estavam habituados. Senti isso mais no início”, revela.

“E sinceramente”, assume, “estou cá com uma missão muito específica, que é a de trazer os problemas dos jovens para o Parlamento e é nisso que estou concentrada”.

Ser jovem “dá-nos oportunidade de utilizar o conhecimento que temos dos desafios que nos são colocados todos os dias para trazermos uma visão diferente. Embora os deputados mais velhos possam compreender, não o sentem na pele e, por isso, é importante que haja representação jovem”, explica.

Na agenda da deputada e advogada há três temas que considera essenciais: desemprego jovem, saúde mental e habitação.

“Os jovens não têm emprego no nosso país por este estar estagnado há demasiado tempo, a questão da saúde mental, porque é também uma pandemia que está a assolar a nossa sociedade, e a habitação jovem porque é um flagelo na nossa faixa etária: os jovens não conseguem adquirir casa”, resume.

E ser liberal é o quê? Patrícia Gilvaz estabelece as diferenças dizendo que o PSD é um partido sem “coragem” para avançar com as reformas necessárias, sem “capacidade de lutar por elas e de as levar avante”; no PS vê a “incapacidade de perceberem que é preciso ir mais além e que não basta termos a preocupação de conter a dívida.

É preciso investir, chamar investidores, é preciso reunirmos um conjunto de factores para que o país se torne atractivo. Estão lá há demasiado tempo. Se olharmos para o panorama político dos últimos 20 anos, 18 foram governados pelo PS ou pela força da ala esquerda”.

E iniciativa liberal? “Tem o espírito reformista de querer mudar tudo (…) Nós temos a energia e a vontade”.

© Leonardo Negrão/Global Imagens

O cerco sanitário

Rita Matias, 23 anos, passou dos bastidores do Chega – “estava sempre atrás da câmara, dava apoio ao Departamento de Comunicação, nas redes sociais, e agora estou à frente, o que muda tudo” – para o palco principal.

E aqui até a idade é observada como algo negativo, “mas isso não me intimida ou magoa de alguma forma. De facto, é o que sou e não tenho qualquer complexo com isso. Não sou a deputada com mais experiência profissional ou experiência de vida”.

“Quando falo na Assembleia sobre os problemas dos jovens, não falo de cor, falo porque sei aquilo por que passei e que vejo os meus amigos e companheiros passarem”, sublinha.

A nova deputada do Chega diz sentir-se mais à vontade nos “temas relacionados com a juventude, porque ainda sou jovem – a envelhecer muito rápido neste contexto, mas ainda sou -, sobre questões relacionadas com as mulheres, também porque o sou e por termos perspectivas diferentes daquelas que são as mais consensuais hoje em dia. Mas também não me limito muito: aliás, estou na Comissão do Ambiente que é um tema que não é natural em mim”.

Já não-natural, diz, é “percebermos que nada é aprovado simplesmente porque vem do Chega”. Mas depois, assegura, “há muitas propostas que são repescadas, mudam uma vírgula e já são aprovadas, embora o sentido fosse exactamente o mesmo. Gostava de ver este cerco sanitário ultrapassado”.

Conservadora de direita, católica praticante, anti-feminista. É isto que a define? “Tudo sim, excepto o anti-feminismo”. Rita Matias explica, no seu entender, que o “feminismo é um movimento que deu algumas conquistas sociais às mulheres – e não tenho qualquer desejo de retrocesso nessas conquistas -, mas é justo reconhecer que a sociedade caminhava nesse sentido e, portanto, estas conquistas não são exclusivamente destes movimentos. O maior antagonismo é por ser um movimento de índole marxista, um movimento que separa a sociedade entre nós e os outros”.

E acrescenta: “Não poderia desejar aos outros o que não desejo para mim, o lugar da mulher é onde ela quiser”. Citou uma frase de um cartaz do PS Madeira? “Qualquer relógio parado está certo duas vezes ao dia”, responde.

© Leonardo Negrão/Global Imagens

Mudar as leis eleitorais

Na vida de Sónia Ramos, 48 anos, “mudou muita coisa, mudou a rotina familiar, mudou o grau de responsabilidade”. O que se repete é sentir que as mulheres são “muito mais sufragadas do que um homem no seu desempenho político. Estamos muito mais na berlinda do que os homens na política, qualquer deslize, qualquer lapso é avaliado de forma mais crítica do que se for um homem em igualdade de circunstâncias”.

A nova deputada do PSD, líder da distrital de Évora “até final do ano” e única mulher a liderar uma distrital social-democrata, considera este facto “sintomático” da pouca participação “das mulheres na política e na vida cívica”.

A alentejana, que “por um acaso” nasceu no Feijó, na Margem Sul, e que desde os 10 anos vive em Montemor-o-Novo, considera determinante mudar a lei eleitoral porque “não há Estado sem território e, portanto, o território tem de ser considerado na representação da Assembleia da República”.

“O Alentejo é um terço do país, não pode ter oito deputados a representar os seus interesses na Assembleia da República. É uma situação absolutamente injusta e absolutamente desproporcional e uma das grandes batalhas da minha vida e dentro do PSD é a alteração desta lei eleitoral, porque precisamos de representantes do nosso território na Assembleia da República, para mudar alguma coisa”, justifica.

A solução, defende, é ter “um número fixo de deputados por círculo eleitoral. Podemos manter os círculos eleitorais existentes, mas que cada um tenha um número fixo de deputados que represente o território”.

E não apenas no Parlamento, a questão tem de ser equacionada para as autarquias. Se nada for feito, afirma, “daqui a 30 anos vamos ter a maior parte das câmaras do Alentejo com cinco vereadores. Isto, obviamente, diminui a variedade política que é necessária dentro das câmaras, reduz as verbas e tudo isto se vai repercutir na eleição para deputados”.

Objectivos? “Gostaria de ver alterada a lei eleitoral, de ver criado um estatuto para cidades médias, cidades do interior certificadas com uma série de requisitos que as tornem atractivas para fixar a população. É um desígnio nacional, temos de ter a capacidade de levar pessoas para o interior do país”.

© Leonardo Negrão/Global Imagens

Travar os populismos

Rui Tavares, 50 anos, antigo eurodeputado, agora eleito deputado pelo Livre, diz sentir “falta de uma coisa que aqui não me parece ser habitual, que é ver entregar projectos de resolução ou propostas de lei entre deputados de vários partidos ou grupos políticos”.

O que era habitual no Parlamento Europeu é diferente aqui onde a “lógica é mais cada partido entregar por si coisas que são pouquíssimo diferentes, ou que andam à procura de ter uma diferença, ou então são matérias consensuais”.

Na Assembleia da República há um lado “tribal ritualizado”. Ou seja, “o Parlamento é um lugar de dissonância, e é bom que o seja, mas encenar discordância e não deixar passar para fora que às vezes também concordamos é o que faz com que a política portuguesa seja tão coreografada”.

Outra das diferenças é a de que “aqui os deputados estão mais inseridos na hierarquia partidária e têm menos autonomia e responsabilidade individual. As pessoas muitas vezes, em privado, trazem e discutem ideias, gostam de coisas que apresentámos e dizem-nos que votaram contra, mas que daqui a uns anos vão ser assuntos muito discutidos.

Já me aconteceu encontrar um deputado de um dos grandes partidos no parque infantil com as netas e eu com o meu filho mais velho e dizer-me que a história do rendimento básico incondicional, daqui a uns anos, estarão todos a apresentar propostas do género”.

Daqui a quatro anos, Rui Tavares espera ver realizadas “algumas das ideias novas [do Livre] e noutras promover o debate acerca delas, porque é assim que tiramos o debate público do monopólio dos populistas”.

“Vimos isso durante a campanha eleitoral quando estávamos a falar do rendimento básico incondicional, que é nitidamente algo para discutir com um horizonte de mais largo prazo. Uma vez perguntaram-me para que é que servia e a minha resposta foi que serviu como cura para a prisão perpétua, porque a certa altura estava toda a gente a falar na prisão perpétua – tema que ficou encerrado nas eleições de 1865”, explica.

E “isso já está a acontecer”, porque “estamos a falar da semana de quatro dias, estamos a falar e a implementar o alargamento do subsídio de desemprego às vítimas de violência doméstica”.

© Leonardo Negrão/Global Imagens

Diário de Notícias
Artur Cassiano
22 Junho 2022 — 00:14


 

Covid-19: Portugal continua a ser o país da União Europeia – e o segundo no mundo – com mais novos casos

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/INFECÇÕES

© TVI24 Covid-19: Portugal continua a ser o país da União Europeia – e o segundo no mundo – com mais novos casos

Portugal continua o país da União Europeia (UE) com mais novos casos de infecção por SARS-CoV-2 por milhão de habitantes nos últimos sete dias e é segundo no mundo neste indicador.

Segundo o ‘site’ estatístico Our World in Data, Portugal é também o país da UE com mais novas mortes diárias por milhão de habitantes nos últimos sete dias e é terceiro no mundo nesse indicador.

A média diária de novos casos em Portugal desceu de 2.380 por milhão de habitantes há duas semanas para 1.560 à data de hoje. Dos parceiros da União Europeia, segue-se a França, com 703, a Alemanha, com 685, Luxemburgo (673) e Grécia (614).

A nível mundial, considerando os países e territórios com mais de um milhão de habitantes, Taiwan tem a maior média de novos casos diários (2.410), seguida de Portugal, Austrália (1.060), Nova Zelândia (977) e Bahrain (814).

No que toca às novas mortes diárias atribuídas à covid-19, Portugal mantém a maior da União Europeia, com 3,63, praticamente igual à média de 3,68 de há duas semanas, seguida da Finlândia, com 1,47, a Estónia com 1,29, a Espanha com 1,14 e Malta com 1,11.

Em termos mundiais, olhando para territórios e países com mais de um milhão de habitantes, Omã tem a maior média diária de novas mortes atribuídas à covid-19 (10), seguida de Taiwan (6,29), Portugal, Uruguai (2,43) e Nova Zelândia (1,95).

A média de novos casos diários por milhão de habitantes na União Europeia está em 415 e a de novas mortes diárias em 0,63.

A média mundial de novos casos está em 67 e a de novas mortes atribuídas à covid-19 está em 0,17.

Agência Lusa
20.06.2022


 

1219: Já há 231 casos de infecção humana por vírus Monkeypox em Portugal

SAÚDE PÚBLICA/SURTO/VÍRUS MONKEYPOX/INFECÇÕES

A Direcção-Geral da Saúde (DGS) anunciou esta terça-feira mais 22 infecções confirmadas face ao dia do balanço anterior, quinta-feira.

© Cynthia S. Goldsmith / Centers for Disease Control and Prevention / AFP

A autoridade de saúde confirmou esta terça-feira mais 22 casos de infecção pelo vírus Monkeypox em Portugal, totalizando até agora 231 situações de homens infectados que se encontram clinicamente estáveis.

Segundo anunciou a Direcção-Geral da Saúde (DGS), todas as infecções confirmadas pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) são em homens entre os 19 e os 61 anos, tendo a maioria menos de 40 anos.

A maioria das infecções foram notificadas em Lisboa e Vale do Tejo, mas também há registo de casos nas regiões Norte e Algarve, adiantou ainda a DGS, que avança também que os casos identificados se mantêm em acompanhamento clínico, encontrando-se estáveis.

A Comissão Europeia comprou quase 110 mil doses de vacinas em resposta ao surto de varíola dos macacos (monkeypox) na Europa e que começam a ser proporcionalmente distribuídas no final de Junho nos países que já as autorizaram.

O contrato para a aquisição de 109.090 doses da vacina de terceira geração da farmacêutica Bavarian Nordic foi concluído esta terça-feira pela autoridade europeia de preparação e resposta a emergências de saúde pública saúde (HERA, no acrónimo inglês).

De acordo com as autoridades de saúde, a manifestação clínica da Monkeypox é geralmente ligeira, com a maioria das pessoas infectadas a recuperar em poucas semanas da doença.

Os sintomas incluem febre, dor de cabeça, dores musculares e nas costas, nódulos linfáticos inchados, calafrios, exaustão, evoluindo para uma erupção cutânea.

O período de incubação é tipicamente de seis a 16 dias, mas pode chegar aos 21 e, quando a crosta cai, a pessoa infectada deixa de ser infecciosa.

Diário de Notícias
DN
14 Junho 2022 — 15:05


 

1197: Já há mais de 200 casos de infecção humana por vírus Monkeypox em Portugal

SAÚDE PÚBLICA/SURTO/VÍRUS MONKEYPOX/INFECÇÕES

Foram registados, em 24 horas, mais 18 casos de infecção humana por vírus Monkeypox em Portugal, elevando para 209 o número total de infecções. Os doentes são homens entre os 19 e os 61 anos.

© PA/ALEX PLAVEVSKI

Portugal já ultrapassa os 200 casos de infecção humana por vírus Monkeypox. A Direcção-Geral da Saúde (DGS) anunciou esta quinta-feira mais 18 infecções confirmadas, face ao dia anterior, o que eleva para 209 o número total de casos registados.

A maioria das infecções foi reportada em Lisboa e Vale do Tejo, mas há também registo de casos no Norte e Algarve.

“Todas as infecções confirmadas são em homens entre os 19 e os 61 anos, tendo a maioria menos de 40 anos”, lê-se na nota publicada no site da DGS.

Os casos confirmados pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) “mantêm-se em acompanhamento clínico, encontrando-se estáveis”.

A autoridade nacional de saúde, dirigida por Graça Freitas, acrescenta que a informação recolhida através dos inquéritos epidemiológicos está a ser analisada para contribuir para a avaliação do surto a nível nacional e internacional.

A DGS continua a acompanhar a situação a nível nacional em articulação com as instituições europeias.

Confirmados mais mil casos de Monkeypox em 29 países não endémicos, diz OMS

O director geral da Organização Mundial de Saúde (OMS) disse na quarta-feira que já foram confirmados mais 1.000 casos de Monkeypox em 29 países não endémicos, e avisou que em algumas zonas já há transmissão comunitária.

Num documento publicado no ‘site’ sobre a doença, a DGS aconselha a quem tiver sintomas e sinais compatíveis com a doença, e sobretudo se tiver tido contacto próximo com alguém que possa eventualmente estar infectado, para entrar em contacto com centros de rastreio de infecções sexualmente transmissíveis, recorrer a serviços de urgência para aconselhamento e avaliação ou ligar para a Linha SNS 24 (808 24 24 24).

A DGS explica que a infecção pode ser transmitida de uma pessoa para outra através de contacto físico próximo, incluindo contacto sexual. “Actualmente não se sabe se o vírus Monkeypox pode ser transmitido através de sémen ou fluidos vaginais, mas o contacto directo, pele com pele, com lesões em práticas sexuais pode transmiti-lo”, sublinha no documento.

O contacto com vestuário pessoal, roupas de cama, atoalhados, objectos como talheres, pratos ou outros utensílios de uso pessoal contaminados também podem transmitir a infecção.

“As pessoas que interagem de forma próxima com alguém que está infectado, incluindo os profissionais da saúde, os coabitantes e os parceiros sexuais são, por conseguinte, pessoas com maior risco de lhes ser transmitida a doença”, lê-se no documento, acrescentando que “não está ainda suficientemente esclarecido se alguém infectado pelo vírus, mas que ainda não desenvolveu quaisquer sinais ou sintoma da infecção (portanto durante o período de incubação), pode transmitir o vírus”.

Os sintomas mais comuns são febre, dor de cabeça intensa, dores musculares, dor nas costas, cansaço, aumento dos gânglios linfáticos com o aparecimento progressivo de erupções que atingem a pele e as mucosas.

As lesões cutâneas geralmente começam entre um a três dias após o início da febre e podem ser planas ou ligeiramente elevadas, com líquido claro ou amarelado, e acabam por ulcerar e formar crostas que mais tarde secam e caem, refere a DGS.

Diário de Notícias
DN com Lusa
09 Junho 2022 — 10:54