Costa antecipa que em 2023 haverá “um aumento histórico” das pensões

…”O primeiro-ministro António Costa assegurou esta segunda-feira que o Governo vai cumprir a lei e em 2023 haverá um “aumento histórico” do valor das pensões por efeito conjugado da drástica subida da inflação e do elevado crescimento económico registado este ano.”

“aumento histórico”: € 5,00 euros para cada um dos sobreviventes pensionistas… E PARA QUANDO A REDUÇÃO DO FAMIGERADO IRS PARA QUEM FICOU VIÚVO E TEM DE PAGAR O DOBRO, COM MENOS UM RENDIMENTO? ROUBAR OS SUBSÍDIOS DE FÉRIAS E DE NATAL – QUE JÁ NEM CHEGAM – PARA LIQUIDAR O IRS É UM CRIME SOCIAL…!!!

ESTÓRIAS DE EMBALAR/AUMENTO/PENSIONISTAS/2023

O primeiro-ministro adiantou que em consequência da trajectória em alta da inflação, as pensões vão aumentar no próximo ano.

O primeiro-ministro, António Costa
© MIGUEL A. LOPES/LUSA

O primeiro-ministro António Costa assegurou esta segunda-feira que o Governo vai cumprir a lei e em 2023 haverá um “aumento histórico” do valor das pensões por efeito conjugado da drástica subida da inflação e do elevado crescimento económico registado este ano.

Esta perspectiva sobre a evolução das pensões no próximo ano foi transmitida por António Costa numa conferencia da CNN Portugal, que incluiu uma emissão especial do programa “O Princípio da Incerteza”.

Questionado pelo jornalista Carlos Andrade, o moderador do programa, sobre a estratégia orçamental do seu executivo para responder aos fenómenos do aumento da inflação e das taxas de juro, António Costa sustentou que, nos últimos seis anos, do ponto de vista político, já “ficou claro que o Governo tem uma lógica conservadora na gestão orçamental”.

“O Governo prepara-se sempre para o pior, desejando sempre o melhor — e até agora tem corrido bem. Mas, se a taxa de juro sobe, sabemos que a despesa com as taxas de juro vai seguramente aumentar”, apontou.

Em relação às previsões relativas à inflação, o primeiro-ministro adiantou que, em consequência dessa trajectória em alta, no próximo ano, “o aumento das pensões será histórico”.

“Não há a mínima dúvida de que iremos cumprir a fórmula que existe desde a reforma de 2007. As leis existem para serem cumpridas”, frisou António Costa, tendo a escutá-lo o antigo dirigente social-democrata Pacheco Pereira e a deputada socialista e ex-ministra Alexandra Leitão.

De acordo com o líder do executivo, essa lei “significa que, para o ano, haverá um aumento histórico do valor das pensões”.

“Um aumento pela conjugação de se registar este ano um valor anormalmente alto do crescimento muito por efeito comparativo do ano passado e um aumento histórico também muito significativo da taxa de inflação”, justificou.

“Estes dois efeitos conjugados vão gerar um grande aumento das pensões de reforma no próximo ano. Isso são dados que nós sabemos”, acrescentou o primeiro-ministro.

Neste programa, o primeiro-ministro insistiu no objectivo de o seu Governo celebrar um acordo de competitividade e rendimentos em sede de concertação social, “prevendo, precisamente, como se poderá cumprir a meta de o peso dos salários no Produto Interno Bruto ser igual à média europeia, ou seja, 48%”.

Em matéria salarial, designadamente na administração pública, António Costa reafirmou o princípio de que, no próximo ano, a actualização será negociada com os sindicatos.

“Vai ter em conta o princípio da actualização anual, que se vai manter. Em segundo lugar, vamos manter as carreiras descongeladas. Isso, obviamente, vai acontecer para o ano. E qual o montante? Isso vai ter de ser negociado com os sindicatos”, insistiu.

Costa afirma que posicionamento da CGTP-IN é uma das suas grandes frustrações

O primeiro-ministro afirmou que o posicionamento da CGTP-IN contra qualquer compromisso no âmbito da concertação social é uma das suas grandes frustrações políticas, considerando que essa actuação da central sindical tem “desequilibrado brutalmente” as relações laborais.

Neste programa, moderado pelo jornalista Carlos Andrade e com a habitual presença do antigo dirigente do PSD Pacheco Pereira e da deputada socialista Alexandra Leitão (o democrata-cristão Lobo Xavier esteve ausente por motivos profissionais), António Costa insistiu na tese da importância do diálogo social e da concertação social.

No entanto, na perspectiva do líder do executivo, em Portugal, do lado dos trabalhadores, “há um enorme desequilíbrio pelo facto de se descontar logo à partida que a CGTP-IN nunca assina um acordo colectivo”.

“Ora, isso desequilibra brutalmente as relações laborais, porque só há uma confederação sindical com que se conta para estabelecer um acordo [a UGT], já que a outra sabemos que não o vai fazer. Uma das maiores frustrações que eu tenho nestes últimos seis anos é a CGTP-IN não ter compreendido que tinha uma oportunidade histórica para se reposicionar no cenário da concertação social”, declarou.

Para António Costa, um dos factores fundamentais para se reequilibrar a concertação social passava por a CGTP-IN adoptar uma atitude “em que as pessoas compreendessem que só havia verdadeiro acordo quando todos assinam e não apenas quando só uma das centrais sindicais assina juntamente com as confederações patronais”.

“Esse salto cultural é muito importante, porque o papel do Governo, desejavelmente, era não existir nessas negociações, que teriam lugar apenas entre os parceiros sociais”, defendeu, antes de apontar para práticas de outros países em matéria de diálogo social.

“Veja-se o que os nórdicos dizem sobre uma directiva relativa ao salário mínimo. Os sindicatos e as confederações patronais nórdicas não querem que o Estado se meta nisso. Infelizmente, não somos a Suécia, a Noruega, ou a Finlândia. Temos outra cultura radicalmente diferente — e essa cultura exige que haja da parte do Estado um pró-actividade. E um Governo do PS não pode ser neutro”, frisou.

Ainda ao nível do diálogo social, o primeiro-ministro defendeu também que o seu Governo introduziu agora melhorias para evitar a caducidade das convenções colectivas de trabalho, prevendo que um ano antes de estes contratos caducarem “qualquer das partes que não tenha chegado a acordo possa impor a arbitragem necessária”.

“Ou seja, para evitar a caducidade, pode garantir sempre uma protecção colectiva. Do ponto de vista do diálogo social e da negociação colectiva, temos cada vez mais de convergir para aquilo que são os padrões europeus. Entre os parceiros sociais, temos efectivamente uma cultura que não favorece este esforço”, acrescentou.

Diário de Notícias
DN/Lusa
20 Junho 2022 — 13:40


 

1048: Pensionistas que recebem até 1.108 euros têm aumento extra (de até € 10,00) com retroactivos a Janeiro

– Vamos lá desmontar mais esta falácia a ver se nos entendemos! Diz a governança que “Em 2021, o aumento extraordinário foi pago aos pensionistas que recebem até 658 euros (1,5 IAS).“. Ora, não explica se apenas se referem às pensões de reforma propriamente ditas, se acumulam as pensões de reforma com as Pensões de “Sobrevivência”. É que o último “aumento” que tive na pensão de reforma (€ 623,25), foi de uns miseráveis € 5,81; na Pensão de “Sobrevivência” (€ 155,78), foram uns astronómicos € 1,45. Ora, se juntaram a pensão de reforma com a pensão de “sobrevivência”, o valor total foi de € 779,03 o que passou dos até € 658,00 (1,5 IAS) passíveis de aumento. Como o actual valor das duas pensões, com o astronómico aumento de € 7,26 passou para (€ 786,29) que penso ficam abaixo dos € 1.108,00 estipulados no OE 2022, ganhei a lotaria de até € 10,00 de aumento e já marquei mesa no Gambrinus para uma almoçarada de marisco com entradas de lagosta, lavagante, lagostins e terminar em gambão moçambicano, tudo regado com um esfusiante Lour-inho Alentejo branco 2019 (12,5%) (Cortes de Cima).

A Pensão de Sobrevivência é um valor pago mensalmente (no início de cada mês), cujo montante é determinado em função da pensão de reforma que o falecido teria à data do óbito. É uma pensão paga a familiares do falecido (beneficiário do regime geral ou do regime rural da Segurança Social) e destinada a compensálos pela perda de rendimentos que resulta do seu óbito.

SOCIEDADE/PENSIONISTAS/AUMENTOS DE MISÉRIA

O valor da actualização automática que foi efectuada em Janeiro é incorporado no valor da actualização extraordinária.

Sistema de convocatória para vacinação por SMS não está a funcionar para idosos.

Os pensionistas que recebem até 1.108 euros por mês vão ter este ano um aumento extraordinário de até 10 euros com retroactivos a Janeiro, confirma a proposta de Orçamento do Estado para 2022 (OE2022) entregue esta quarta-feira no parlamento.

“Em 2022, o Governo procede a uma actualização extraordinária das pensões, com efeitos a 01 de Janeiro de 2022”, pode ler-se na proposta orçamental.

Segundo o documento, a actualização extraordinária “é efectuada pelo valor de 10 euros por pensionista, cujo montante global de pensões seja igual ou inferior a 2,5 vezes o valor do indexante dos apoios sociais (IAS)”, ou seja, 1.108 euros.

O valor da actualização automática que foi efectuada em Janeiro é incorporado no valor da actualização extraordinária.

Em Janeiro, as pensões foram actualizadas de acordo com a lei que tem conta a inflação e o crescimento económico com aumentos entre 1% e 0,24%.

De acordo com a proposta do OE2022, “os retroactivos que sejam pagos ou colocados à disposição dos pensionistas, em virtude da actualização extraordinária prevista no presente artigo, são objecto de retenção na fonte autónoma, não podendo, para efeitos de cálculo do imposto sobre o rendimento das pessoas singulares (IRS) a reter, ser adicionados às pensões dos meses em que são pagos ou colocados à disposição”.

A taxa de retenção a aplicar aos retroactivos “é a que corresponder ao valor das pensões referentes ao mês em que aqueles são pagos ou colocados à disposição”, prevê o documento.

O aumento extraordinário já tinha sido anunciado pelo Governo e vai abranger cerca de 1,9 milhões de pensionistas e terá um custo de 197 milhões de euros, de acordo a apresentação do ministro das Finanças, Fernando Medina.

Em 2021, o aumento extraordinário foi pago aos pensionistas que recebem até 658 euros (1,5 IAS).

Diário de Notícias
DN/Lusa
13 Abril 2022 — 15:23


Pelas vítimas do genocídio praticado
pela União Soviética de Putin, na Ucrânia
For the victims of the genocide practiced
by the Soviet Union of Putin, in Ukraine


918: Pensionistas até 1.108 euros têm aumento com retroactivos a Janeiro

– Veremos o que me vai tocar pela proa… Encontro-me dentro do plafond dos € 1.108 previsíveis para aumentos de pensões, resta saber se realmente vou ser aumentado, quanto e se esse aumento ainda vai aumentar mais o valor da liquidação do meu imposto de IRS para o ano que vem (se lá chegar…). Vamos lá ver que “dignidade de vida” esta governança vai dar aos pensionistas que (sobre)vivem no fio da navalha… É que estes “contabilistas” da governança são ainda piores que os antigos merceeiros que usavam o lápis pendurado na orelha…

SOCIEDADE/PENSÕES/AUMENTOS/GOVERNO

A proposta de Orçamento do Estado para 2022 foi entregue esta quarta-feira pelo Governo na Assembleia da República, depois do chumbo em Outubro, que levou à realização de eleições legislativas.

© JOSE SENA GOULAO/LUSA

Medina diz que aumento das pensões foi uma das medidas que levou a acelerar aprovação

O ministro das Finanças, Fernando Medina, considerou hoje que o aumento extraordinário a pensionistas que recebem até 1.108 euros foi uma das medidas que “convocou” o Governo a acelerar a aprovação do Orçamento do Estado para 2022.

“Esta é seguramente uma das medidas que mais nos convocou para a aceleração da aprovação deste orçamento”, referiu Fernando Medina, em conferência de imprensa, no Ministério das Finanças, após a entrega da proposta de Orçamento do Estado para 2022 na Assembleia da República.

Para o novo titular da pasta das Finanças, trata-se de uma medida “da maior importância”, para que aqueles pensionistas possam fazer face ao aumento dos custos dos bens e viverem “com um pouco mais de dignidade”.

Esta medida vai abranger 1,9 milhões de pensionistas, detalhou Fernando Medina.

Lusa

Diário de Notícias
DN
13 Abril 2022 — 13:11

– ver artigo publicado neste Blogue em 09.04.2022: “António Costa: mantemos a estratégia de aumento de rendimentos“.


Pelas vítimas do genocídio praticado
pela União Soviética na Ucrânia


 

Falta-me o sr. Feliz para eu ficar Contente…

AGRADECIMENTO À GOVERNANÇA

Só tenho a agradecer a extrema gentileza com que esta governança me presenteou neste novo ano, com um aumento, na minha pensão de reforma, de uns extraordinários € 7,26 (SETE EUROS E VINTE E SEIS CÊNTIMOS).

Já posso marcar umas férias para as Maldivas, em classe VIP.

Francisco Gomes
05.01.2022