1110: Temperaturas chegam hoje aos 36 graus. Há 29 concelhos em risco máximo de incêndio

CLIMA/TEMPERATURAS/METEOROLOGIA

Concelhos dos distritos de Faro, Portalegre, Santarém, Leiria e Castelo Branco apresentam um risco máximo de incêndio, de acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera. Continente, Madeira e ilha Terceira nos Açores com risco muito elevado de radiação UV

© ANTÓNIO JOSÉ/LUSA

Vinte e nove concelhos dos distritos de Faro, Portalegre, Santarém, Leiria e Castelo Branco apresentam esta sexta-feira um risco máximo de incêndio, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

Com este risco estão os concelhos de Aljezur, Lagos, Monchique, Portimão, Silves, Loulé, São Brás de Alportel, Tavira (Faro), Portalegre, Gavião, Castelo de Vide, Marvão, Nisa (Portalegre), Vila Velha de Ródão, Proença-a-Nova, Vila de Rei, Sertã (Castelo Branco), Batalha e Marinha Grande (Leiria).

Também os concelhos de Mação, Abrantes, Chamusca, Constância, Vila Nova da Barquinha, Sardoal, Ferreira do Zêzere, Tomar, Ourém e Alcanena (Santarém) estão hoje em risco máximo.

O IPMA colocou também vários concelhos de quase todos os concelhos de Portugal continental em risco muito elevado e elevado.

O risco de incêndio vai manter-se elevado em algumas regiões do continente pelo menos até terça-feira.

Hoje, as temperaturas máximas vão variar entre os 27 graus Celsius na Guarda e os 36 graus em Santarém, enquanto as mínimas vão oscilar entre os 11 graus em Bragança e os 20 em Aveiro, Portalegre e Porto.

O IPMA prevê ainda para hoje no continente céu pouco nublado ou limpo, vento fraco a moderado do quadrante leste, soprando moderado a forte (25 a 40 km/h) nas terras altas até ao final da manhã e a partir do final da tarde, e subida da temperatura, em especial da máxima.

O risco de incêndio, determinado pelo IPMA, tem cinco níveis, que vão de reduzido a máximo.

Os cálculos são obtidos a partir da temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas últimas 24 horas.

Continente, Madeira e ilha Terceira nos Açores com risco muito elevado de radiação UV

Portugal continental, o arquipélago da Madeira e a ilha Terceira, no grupo central dos Açores, apresentam hoje um risco muito elevado e elevado de exposição à radiação ultravioleta (UV), refere ainda o IPMA.

O continente e o arquipélago da Madeira estão hoje com risco muito elevado de exposição à radiação UV, com excepção do distrito de Leiria e a ilha da Madeira, que estão com níveis elevados.

O IPMA colocou também as ilhas de São Miguel, Faial e Flores, nos Açores, em risco moderado de exposição à radiação UV.

A escala de radiação ultravioleta tem cinco níveis, entre risco extremo e baixo.

Para as regiões com risco muito elevado, o IPMA aconselha a utilização de óculos de sol com filtro UV, chapéu, ‘t-shirt’, guarda-sol, protector solar e que se evite a exposição das crianças ao sol.

Para as regiões com risco elevado, recomenda o uso de óculos de sol com filtro UV, chapéu, ‘t’shirt’ e protector solar.

Diário de Notícias
DN/Lusa
27 Maio 2022 — 08:39


 

936: Lisboa: Nova plataforma com dados meteorológicos em tempo real

METEOROLOGIA/LISBOA

A região de Lisboa vai ter uma plataforma com dados meteorológicos em tempo real. O objectivo é reduzir a vulnerabilidade da região às alterações climáticas.

A plataforma online vai apresentar dados meteorológicos dos 18 municípios da Área Metropolitana de Lisboa (AML). Conheça já esta nova plataforma.

Dados meteorológicos de 18 estações…

A sessão de apresentação desta fase do projecto CLIMA.AML – Rede de Monitorização e de Alerta Meteorológico Metropolitano só acontece amanhã, mas o Pplware já andou a espreitar como é.

De acordo com as informações, esta plataforma “marcará o início da operacionalização e divulgação pública, em tempo real, dos dados” de uma rede de 18 estações meteorológicas, instaladas nos 18 municípios da AML.

Esta monitorização dos dados em tempo real decorre através da plataforma online, em https://clima.aml.pt, que analisa todas as informações essenciais transmitidas pelas estações e avalia os dados meteorológicos.

Esta rede da AML pretende conhecer os padrões associados às alterações climáticas na região e o seu impacto nas comunidades, funcionando em complementaridade com a rede do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

Segundo a AML, o CLIMA.AML dá sequência ao Plano Metropolitano de Adaptação às Alterações Climáticas, apresentado publicamente em Dezembro de 2019, e “permitirá acumular um vasto conhecimento” com a recolha e disponibilização de dados à escala local.

Pplware
Autor: Pedro Pinto


Pelas vítimas do genocídio praticado
pela União Soviética na Ucrânia