1274: InSight obtém algumas semanas extra de ciência marciana

CIÊNCIA/ASTRONOMIA/MARTE

O “lander” InSight da NASA captou esta “selfie” final a 24 de Abril de 2022, o 1211.º dia marciano, ou sol, da missão. O módulo de aterragem está coberto de muito mais poeira do que estava na sua primeira “selfie”, tirada em Dezembro de 2018, pouco tempo depois da aterragem – ou na sua segunda “selfie”, composta de imagens tiradas em Março e Abril de 2019.
Crédito: NASA/JPL-Caltech

A equipa da missão InSight optou por operar o seu sismómetro durante mais tempo do que o anteriormente planeado, embora o “lander” fique, como resultado, sem energia mais cedo.

À medida que a potência disponível para o módulo de aterragem InSight da NASA diminui de dia para dia, a equipa reviu a linha temporal da missão a fim de maximizar a ciência que ainda pode realizar. O “lander” foi projectado para desligar automaticamente o sismómetro – o último instrumento científico operacional do InSight – até ao final de Junho, a fim de conservar energia, sobrevivendo com a energia que os seus painéis solares carregados de poeira podem gerar até mais ou menos Dezembro.

Em vez disso, a equipa planeia agora programar o “lander” para que o sismómetro possa funcionar durante mais tempo, talvez até ao final de Agosto ou início de Setembro. Ao fazê-lo, as baterias do módulo de aterragem serão desligadas mais cedo e o InSight ficará sem energia também nessa altura, mas poderá permitir que o sismómetro detecte sismos marcianos adicionais.

“O InSight ainda não terminou de nos ensinar mais sobre Marte,” disse Lori Glaze, directora da Divisão de Ciências Planetárias da NASA em Washington. “Vamos obter toda a ciência que pudermos antes do ‘lander’ concluir as operações.”

O InSight (Interior Exploration using Seismic Investigations, Geodesy and Heat Transport) está numa missão alargada após ter alcançado os seus objectivos científicos. O “lander” detectou mais de 1300 sismos marcianos desde que aterrou em Marte em 2018, fornecendo informação que permitiu aos cientistas medir a profundidade e composição da crosta, manto e núcleo de Marte. Com os seus outros instrumentos, o InSight registou dados meteorológicos inestimáveis, investigou o solo sob o módulo e estudou o que resta do antigo campo magnético de Marte.

Todos os instrumentos, excepto o sismómetro, já foram desligados. Tal como outras missões marcianas, o InSight tem um sistema de protecção contra falhas que activa automaticamente o “modo de segurança” em situações ameaçadoras e desliga todas as funções, excepto as suas funções mais essenciais, permitindo aos engenheiros avaliar a situação. A baixa potência e as temperaturas que derivam para fora dos limites predeterminados podem ambos desencadear o modo de segurança.

Para permitir com que o sismómetro continue a funcionar durante o máximo de tempo possível, a equipa da missão está a desligar o sistema de protecção contra falhas do InSight. Embora isto permita que o instrumento funcione durante mais tempo, deixa o módulo de aterragem desprotegido contra acontecimentos súbitos e inesperados aos quais os controladores na Terra não teriam tempo de responder.

“O objectivo é obter dados científicos até ao ponto em que o InSight já não possa funcionar, em vez de conservar energia e operar o módulo terrestre sem qualquer benefício científico,” disse Chuck Scott, gestor do projecto InSight no JPL da NASA no sul da Califórnia, EUA.

Astronomia On-line
24 de Junho de 2022


 

1100: Marte: Sonda Insight da NASA partilhou a sua última selfie do Planeta Vermelho

CIÊNCIA/ESPAÇO/MARTE/INSIGHT

As poeiras de Marte estão a “matar” mais um robô que os humanos enviaram para solo marciano. Já havíamos referido que a Insight da NASA lutava com dificuldades para conseguir energia a partir dos painéis solares que estão completamente tapados. Aliás, a última selfie que a sonda enviou mostra claramente que está a ficar coberta.

Os vários equipamentos estão a ser desligado um por um para tentar deixar o resto da energia para o último suspiro do robô.

Missão Insight Mars da NASA está perto do fim

A agência espacial dos EUA anunciou no início deste mês que a poeira acumulada em toda a área dos painéis solares da sonda Mars InSight significava que a nave em breve seria forçada a interromper as operações científicas.

A sonda Insight pousou em Marte em Novembro de 2018 para estudar a actividade sísmica no Planeta Vermelho e a NASA acaba de partilhar uma imagem lado a lado de uma selfie tirada no dia 10 da missão ao lado da última imagem tirada pela Insight.

Os painéis solares da sonda estão cobertos de poeira marciana

Após mais de três anos de operações, a NASA espera que a InSight fique inoperante em Dezembro devido a não poder gerar energia suficiente através dos seus painéis solares.

Os painéis solares da sonda, que inicialmente produziam 5.000 watts-hora de energia por dia, agora geram apenas 500 watts-hora.

As missões anteriores a Marte da NASA movidas a energia solar foram auxiliadas por tornados de vendo marciano. Ambos os rovers Spirit e Opportunity, por exemplo, tiveram a poeira limpa dos seus painéis solares, permitindo que eles se mantenham a funcionar por um pouco mais de tempo.

Isto não aconteceu com a sonda InSight, que continua a acumular poeira, levando a uma capacidade decrescente de produção de energia solar.

Se apenas 25% dos painéis da InSight fossem varridos pelo vento, a sonda ganharia cerca de 1.000 watts-hora por Sol – o suficiente para continuar a recolher ciência.

No entanto, no ritmo actual, o poder está a diminuir, os instrumentos não sísmicos da InSight raramente serão activados após o final de Maio

Escreveu a NASA num post recente.

O braço robótico da nave já foi usado para remover poeira no passado, mas a poeira simplesmente acumula-se muito rapidamente para que o braço robótico acompanhe sem usar energia vital, de acordo com a NASA.

Insight da NASA detectou mais de 1.300 martemotos

Ainda assim, a Insight realmente sobreviveu à vida útil do projecto original de dois anos e produziu um grande número de leituras no processo, o que significa que a missão foi um grande sucesso. Isso permitiu aos cientistas perceber que o núcleo de Marte é muito menor do que se pensava.

Os instrumentos de detecção sísmica da sonda ajudaram os cientistas da NASA a aprender muito sobre a estrutura interna do planeta. No dia 4 de Maio, por exemplo, a equipa da missão Insight detectou o maior terramoto até hoje registado fora da Terra, com uma leitura de magnitude 5. A missão detectou mais de 1.300 martemotos no total.

A equipa explicou que o braço robótico do módulo de pouso agora será colocado numa posição retraída para ajudar a economizar energia para o sismómetro, de forma a funcionar por um pouco mais de tempo. Pouco antes disto acontecer, no entanto, a equipa tirou uma última selfie do Insight. Nela podemos ver a quantidade de poeira vermelha recolhida nos seus painéis solares desde que chegou ao Planeta Vermelho.

Um dia, os humanos podem chegar à sua localização actual e recuperar a nave histórica para as gerações futuras admirarem.

Pplware
Autor: Vítor M
25 Mai 2022


 

InSight ainda “à escuta” de sismos marcianos enquanto os seus níveis de energia diminuem

CIÊNCIA/ASTRONOMIA/MARTE/INSIGHT

Comparação entre o aspecto dos painéis solares nos primeiros dias da missão (final de Dezembro de 2018) e o seu aspecto a 24 de Abril de 2022, o 1211.º dia marciano, ou sol, da missão.
Crédito: NASA/JPL-Caltech

O “lander” marciano InSight da NASA está gradualmente a perder energia e prevê-se que termine as operações científicas no final deste verão. Até Dezembro, a equipa do InSight espera que o módulo de aterragem se tenha tornado inoperante, concluindo uma missão que até agora detectou mais de 1.300 sismos marcianos – mais recentemente, um de magnitude 5 que ocorreu no dia 4 de maio – e localizou regiões do Planeta Vermelho propensas a abalos.

A informação recolhida a partir destes sismos permitiu aos cientistas medir a profundidade e composição da crosta, manto e núcleo de Marte. Além disso, o InSight (abreviatura para “Interior Exploration using Seismic Investigations, Geodesy and Heat Transport”) registou dados meteorológicos inestimáveis e estudou o remanescente do antigo campo magnético de Marte.

“O Insight transformou a nossa compreensão dos interiores dos planetas rochosos e preparou o cenário para futuras missões,” disse Lori Glaze, diretora da Divisão de Ciências Planetárias da NASA. “Podemos aplicar o que aprendemos sobre a estrutura interior de Marte à Terra, à Lua, a Vénus e até mesmo aos planetas rochosos noutros sistemas solares.”

O Insight aterrou em Marte no dia 26 de Novembro de 2018. Equipado com um par de painéis solares, cada um medindo cerca de 2,2 metros de diâmetro, foi concebido para cumprir os principais objectivos científicos da missão no seu primeiro ano marciano (quase dois terrestres). Tendo-os alcançado, o módulo está agora numa missão alargada e os seus painéis solares têm vindo a produzir menos energia à medida que continuam a acumular poeira.

Devido à energia reduzida, a equipa irá em breve colocar o braço robótico do “lander” na sua posição de descanso (chamada “pose de reforma”) pela última vez no final deste mês. Originalmente com o objectivo de implantar o sismómetro e a sonda de calor, o braço desempenhou um papel inesperado na missão: juntamente com a sua utilização para ajudar a enterrar a sonda de calor após o solo marciano lhe ter colocado desafios, a equipa utilizou o braço de uma forma inovadora para remover a poeira dos painéis solares. Como resultado, o sismómetro foi capaz de funcionar com mais frequência do que teria conseguido de outro modo, levando a novas descobertas.

Quando o InSight pousou, os painéis solares produziam cerca de 5000 watt-hora por cada dia marciano, ou sol – o suficiente para alimentar um forno eléctrico durante uma hora e 40 minutos. Agora, estão a produzir cerca de 500 watt-hora por sol – o suficiente para alimentar o mesmo forno eléctrico durante apenas 10 minutos.

Além disso, as mudanças sazonais estão a começar em Elysium Planitia, a localização do InSight em Marte. Nos próximos meses, haverá mais poeira no ar, reduzindo a luz solar – e a energia do módulo. Apesar de esforços passados terem removido alguma poeira, a missão precisaria de um evento de limpeza mais poderoso, tal como um “diabo de poeira” (um turbilhão passageiro) para inverter a tendência actual.

“Temos estado à espera de uma limpeza de poeira como aquela que vimos acontecer várias vezes aos rovers Spirit e Opportunity,” disse Bruce Banerdt, investigador principal do InSight no JPL da NASA no sul do estado norte-americano da Califórnia, que lidera a missão. “Isso ainda é possível, mas a energia é suficientemente baixa para que o nosso foco esteja em aproveitar ao máximo a ciência que ainda podemos recolher.”

Se apenas 25% dos painéis do InSight fossem limpos pelo vento, o “lander” ganharia cerca de 1000 watt-hora por sol – o suficiente para continuar a recolher ciência. No entanto, ao ritmo actual que a potência está a diminuir, os instrumentos não sísmicos do InSight raramente serão ligados após o final de maio.

Está a ser dada prioridade ao sismómetro do “lander”, que funcionará a horas seleccionadas do dia, como à noite, quando os ventos estão baixos e os sismos marcianos são mais fáceis de “ouvir”. O próprio sismómetro deverá ser desligado no final do verão, concluindo a fase científica da missão.

Nessa altura, o InSight ainda terá energia suficiente para operar, tirando a ocasional fotografia e comunicando com a Terra. Mas a equipa espera que, em meados de Dezembro, a energia seja tão baixa que um dia o InSight deixe simplesmente de responder.

Astronomia On-line
20 de Maio de 2022


EU combati no mato, em África, na Guerra Colonial, durante quase dois anos,
os mercenários treinados por Cuba e armados, municiados e financiados
pela União Soviética (URSS) e China.

 

1064: Sonda InSight vai deixar de recolher dados do solo de Marte em Julho

CIÊNCIA/MARTE

NASA confirmou que os painéis solares captam cada vez menos energia devido à poeira. Sismo recordista foi detectado a 4 de Maio

© All About Space Magazine/Getty Images
Sonda InSight vai deixar de recolher dados do solo de Marte em Julho

A sonda InSight vai deixar de recolher dados científicos sobre sismos e a composição do interior de Marte quando os calendários terrestres chegarem ao final de Julho. Depois desse momento, a sonda deverá ficar com a capacidade de recolha de dados bastante diminuída, prevendo-se o fim da operacionalidade para Dezembro.

Os cientistas da NASA justificaram este fim indesejado com o facto de os painéis solares de 2,2 metros de largura estarem cobertos de poeira marciana e também com as condições meteorológicas que têm reduzido a quantidade de energia que tem sido captada a partir do sol.

Originalmente, a missão marciana tinha como objectivo a recolha de dados científicos durante um período de dois anos terrestres. A NASA cumpriu esse plano, e acabou mesmo por expandir a missão para lá do plano original. Mas para isso teve de contar com algo que, possivelmente, qualquer português logo trataria de classificar como uma solução de desenrascanço.

Perante o facto de os painéis solares captarem cada vez menos luz solar, os cientistas decidiram recorrer aos préstimos do braço robotizado que foi desenhado originalmente para garantir a instalação de sensores no solo e no subsolo numa nova função: a remoção de poeira dos painéis solares.

Os responsáveis da NASA recordam que usaram o braço robótico nessas intervenções controladas remotamente por uma meia dúzia de vezes para garantir acrescentos de operacionalidade – mas agora já não haverá muito mais que se possa fazer. “Um dia haverá tecnologia que permita manter os painéis solares limpos”, antevê Lori Glaze, directora da Divisão de Ciência Planetária da NASA, em conferência de imprensa.

Esse dia tão esperado ainda não chegou, como confirmam os dados que a NASA disponibilizou sobre o fim desta missão espacial: no arranque da missão, os dois painéis solares captavam, a cada dia marciano, 5.000 watts hora. É a energia correspondente a 40 minutos de funcionamento de um forno eléctrico. Com a camada de poeira marciana, os painéis solares já só conseguem captar a energia necessária para alimentar um forno eléctrico durante 10 minutos.

Os cientistas da NASA não se deixam abater pelo fim da missão – nem mesmo com as restrições que encontraram no solo, que limitaram parte da captação de dados de uma das sondas. Bruce Banerdt, investigador principal da missão Insight, não se mostrou especialmente frustrado pelas limitações da recolha de dados e até deu ares de satisfação com os préstimos da InSight, “tendo em conta os riscos de aterragem em Marte”.

Ao cabo de 3,5 anos de recolha de dados a partir da Elysium Planitia (que poderá ser lida como ‘Planície de Elísio’ caso alguma vez se adopte a tradução para português), a sonda da NASA deverá recolher o braço para a denominada “posição de reforma” ainda durante a primavera.

Nessa altura, o sismómetro deverá continuar a recolher dados e, se tiver a sorte que nem sempre foi uniforme nesta missão, eventualmente poderá repetir a captação de dados referentes a um grande sismo como aquele que ficou registado a 4 de Maio, com uma magnitude de 5, que garantiu a entrada directa para o topo dos sismos alguma vez detectados noutro planeta.

Não foi só a nomenclatura que teve de mudar para lembrar leigos e cientistas que os sismos registados no planeta vermelho deverão passar a ser nomeados “martemotos” ou “tremores de Marte”, em vez de terramotos e tremores de terra. “Foi um momento de viragem no estudo dos sismos em Marte”, garante Bruce Banerdt sobre o sismo de magnitude 5. Mais 1.300 sismos foram registados pela sonda no período em que operou em Marte.

Os responsáveis não dão a missão espacial por perdida e lembram que permitiu recolher medições e descrições mais precisas sobre crosta, manto e núcleo metálico de Marte. Muitas outras revelações poderão chegar mais tarde.

Depois de cessar a recolha de dados para efeitos científicos por volta de Julho, prevê-se que a sonda vá operando até ao final do ano com funções residuais. Mas em Terra, mais precisamente nos laboratórios da NASA, o que resta do orçamento da missão deverá ser encaminhada na extracção, processamento e disponibilidade de dados científicos para a comunidade científica.

Esta recta final da missão deverá ainda ter uma duração de cerca de seis meses. Na expectativa dos cientistas, destaca-se a possibilidade de aplicar os conhecimentos noutros planetas – até na Terra.

Expresso
Hugo Séneca
17.05.2022 às 21:32


EU combati no mato, em África, na Guerra Colonial, durante quase dois anos,
os mercenários treinados por Cuba e armados, municiados e financiados
pela União Soviética (URSS) e China.

 

1046: InSight regista sismo monstruoso em Marte

CIÊNCIA/ASTRONOMIA/MARTE

Este espectro grama mostra o maior sismo alguma vez detectado noutro planeta. De magnitude estimada em 5, este terramoto foi descoberto pelo “lander” InSight da NASA no dia 4 de maio de 2022, o 1222.º dia marciano, ou sol, da missão.
Crédito: NASA/JPL-Caltech/ETH Zurique

O “lander” marciano InSight da NASA detectou o maior sismo alguma vez observado noutro planeta: uma magnitude estimada de 5 que ocorreu no dia 4 de maio de 2022, o 1222.º dia marciano, ou sol, da missão. Isto acrescenta ao catálogo de mais de 1313 sismos que o InSight detectou desde que pousou em Marte em Novembro de 2018. O maior sismo anteriormente registado teve uma magnitude estimada de 4,2, detectado no dia 25 de Agosto de 2021.

O Insight foi enviado para Marte com um sismómetro altamente sensível, fornecido pelo CNES (Centre National d’Études Spatiales) na França, para estudar o interior profundo do planeta. À medida que as ondas sísmicas passam ou são reflectidas do material na crosta, manto e núcleo de Marte, mudam de formas que os sismólogos podem estudar para determinar a profundidade e composição destas camadas. O que os cientistas aprendem sobre a estrutura de Marte pode ajudá-los a compreender melhor a formação de todos os mundos rochosos, incluindo a Terra e a sua Lua.

Um sismo de magnitude 5 é de tamanho médio em comparação com os sentidos na Terra, mas está próximo do limite superior do que os cientistas esperavam ver em Marte durante a missão do InSight. A equipa científica terá de estudar mais profundamente este novo tremor de terra antes de poder fornecer detalhes como a sua localização, a natureza da sua fonte e o que nos poderá dizer sobre o interior de Marte.

“Desde que colocámos o nosso sismómetro em Dezembro de 2018, temos estado à espera do ‘grande'”, disse Bruce Banerdt, investigador principal do InSight no JPL da NASA no sul do estado norte-americano da Califórnia, que lidera a missão. “Este sismo vai certamente proporcionar uma vista sobre o planeta como nenhum outro. Os cientistas vão analisar estes dados para aprenderem coisas novas sobre Marte nos próximos anos.”

O grande sismo surge à medida que o Insight enfrenta novos desafios com os seus painéis solares, que alimentam a missão. À medida que a localização do InSight em Marte entra no inverno, há mais poeira no ar, reduzindo a luz solar disponível. No dia 7 de maio de 2022, a energia disponível ao módulo caiu abaixo do limite que desencadeia o modo de segurança, onde o “lander” suspende todas as funções à excepção das mais essenciais. Esta reacção está concebida para proteger o módulo de aterragem e pode ocorrer novamente à medida que a energia disponível diminui lentamente.

Depois do “lander” ter completado a sua missão principal no final de 2020, cumprindo os seus objectivos científicos originais, a NASA prolongou a missão até Dezembro de 2022.

Astronomia On-line
13 de Maio de 2022


Pelas vítimas do genocídio praticado
pela União Soviética de Putin, na Ucrânia
For the victims of the genocide practiced
by the Soviet Union of Putin, in Ukraine