1184: Festas populares podem resultar em 350 mil contágios directos

– Lá vêm eles novamente com as teorias da conspiração! [ironia 🙂 ]. Vê-se logo que a maralha da imagem está toda com máscara e respeitam os DOIS METROS de distância!

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/CONVID-19/INFECÇÕES/FESTAS POPULARES

A propagação do vírus será maior nas festas dos santos populares das duas maiores cidades do país, “onde poderemos ter um mínimo de 60 mil contágios nos dias mais movimentados em Lisboa e 45 mil no Porto.

© Gonçalo Villaverde / Global Imagens

As festas populares poderão resultar em 350 mil contágios directos no país, prevê o relatório do Instituto Superior Técnico (IST) sobre a pandemia da covid-19, que reforça a recomendação para o uso de máscara.

“Todas as festas populares no país poderão traduzir-se num total de contágios directos num mínimo de 350 mil, podendo atingir valores mais elevados se novas variantes entrarem em Portugal”, estima a análise de risco elaborada pelo grupo de trabalho do IST que acompanha a evolução da covid-19 em Portugal e que a agência Lusa teve acesso esta quarta-feira.

O documento antecipa também que o número de contágios pelo coronavírus SARS-CoV-2 “produzidos sem máscara, com os níveis actuais de susceptíveis de infecção, em eventos como o Rock in Rio seja de 40 mil no total“.

A propagação do vírus será maior nas festas dos santos populares das duas maiores cidades do país, “onde poderemos ter um mínimo de 60 mil contágios nos dias mais movimentados em Lisboa e 45 mil no Porto“, adianta o relatório produzido por Henrique Oliveira, Pedro Amaral, José Rui Figueira e Ana Serro, que compõem o grupo de trabalho coordenado pelo presidente do Técnico, Rogério Colaço.

“Reforçamos a recomendação do uso de máscara em grandes eventos de massas ao ar livre, em festas populares, em concertos e eventos em ambiente fechado, nos transportes públicos e em contexto laboral quando há proximidade entre trabalhadores inferior a dois metros”, alertam os especialistas do Técnico.

Segundo a avaliação do IST, com os dados de domingo, a mortalidade acumulada a 14 dias por um milhão de habitantes “é agora de cerca de 56”, valor que é 2,75 vezes mais do que o preconizado pelo Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças (ECDC) para a redução das medidas de controlo da pandemia.

“Este número, superior a 40 óbitos por dia em média a sete dias, é elevado e é superior à média diária anual de óbitos por doenças respiratórias pré-pandemia, que ronda os 33”, salienta ainda o documento, ao sublinhar que só a covid-19 “é responsável por mais óbitos do que todas as outras doenças respiratórias reunidas em média anual”.

O relatório do IST refere que a mortalidade apresenta uma “tendência ainda de subida, prevendo-se o pico para depois do dia 15 de Junho e até final do mês”, uma projecção que “pode falhar, por defeito, se os contágios devido às festas populares forem descontrolados ou se surgirem novas variantes”.

Os peritos do Técnico adiantam também que os dados indicam uma descida nominal dos casos testados, mas sublinham ter “dúvidas” sobre essa efectiva descida, tendo em conta que uma positividade dos testes acima dos 60% pode indiciar que existam “mais casos assintomáticos ocultos que contribuem para novos contágios”.

“Actualmente, com o défice de informação oficial, apenas a análise da mortalidade diária permitirá confirmar, nos próximos dias, a efectiva monitorização actual dos novos casos”, sublinha o documento.

Relativamente à sexta vaga, o relatório refere que o pico já terá sido ultrapassado, mas pode haver um “recrudescimento de contágios a partir das festas de Junho, admitindo que ainda existem 45% de susceptíveis à variante Ómicron no país”.

O grupo de trabalho do IST salienta que o período entre vagas pandémicas está entre 115 e 120 dias, o que deve levar as “autoridades de saúde a adaptar a sua estratégia a esta periodicidade”.

“Há uma indicação que no início de Setembro, com um erro de 15 a 20 dias, teremos o início de uma nova vaga pandémica”, referem os especialistas do Técnico, que estão a modelar os seus sistemas dinâmicos a factores como a perda de imunidade natural e adquirida com a vacinação contra a covid-19.

Face à actual situação do país, o Indicador de Avaliação da Pandemia (IAP) do IST e da Ordem dos Médicos está nos 81,4 pontos, acima do “nível de alarme”, valor que aconselha ao reforço da monitorização e a “passar a mensagem de que o perigo pandémico ainda não terminou, sobretudo com os festejos populares e grandes eventos de massas em Junho”.

O IAP combina a incidência, a transmissibilidade, a letalidade e a hospitalização em enfermaria e em cuidados intensivos, apresentando dois limiares: o nível de alarme, quando atinge os 80 pontos, e o nível crítico, quando chega aos 100 pontos.

“Se a hipótese da perda de imunidade se verificar, estas vagas vão se suceder de forma periódica ao longo dos anos. A única forma de quebrar estes ciclos será com vacinas de nova geração. A teoria e a história indicam também que as ondas pandémicas se irão atenuando ao longo dos ciclos repetidos até o vírus se tornar endémico”, conclui o relatório do grupo de trabalho do IST.

Diário de Notícias
Lusa/DN
08 Junho 2022 — 07:05


 

1168: DGS pede cautela nos santos (populares)

“Graça Freitas frisa que ‘é nossa obrigação’ manter medidas de prevenção. Em Maio, a covid-19 matou 18 vezes mais do que há um ano.” Ó senhora directora-geral da saúde, acha que os grunhos labregos sentem ser “obrigados” a manter as medidas de prevenção? Desconheço a data da imagem abaixo, mas dado que as festas já começaram, basta olhar para essa gajada SEM MÁSCARA E TUDO AO MOLHO para aferir da manutenção das medidas de segurança!

Graça Freitas admite preocupação com nível elevado da epidemia. A dirigente frisa que ‘é nossa obrigação’ manter medidas de prevenção. Em maio, a covid-19 matou 18 vezes mais do que há um ano.

AFP

Após uma interrupção de dois anos, devido à pandemia de covid-19, Lisboa volta a festejar os Santos Populares sem restrições, com festas a despontar em todo o país. No entanto, devido ao elevado número de infectados Graça Freitas mostrou estar preocupada com os festejos que se avizinham.

«Olho [para os festejos] com cautela e com alguma preocupação, mas não com alarme. É verdade que temos um número bastante elevado acima dos 80 anos e também na faixa etária dos 70 aos 79. Mas neste momento, apesar de tudo, atingimos em termos de novos casos por dia, um planalto», explicou, em declarações ao Fórum TSF, a directora-geral da Saúde, assumindo «alguma preocupação» perante os números verificados.

De seguida, a dirigente deixou claro que a população «deve estar atenta» ao elevado número de infectados na medida em que, ainda que «a letalidade e a gravidade sejam baixas, se houver muitos casos na população, obviamente teremos mais internamentos e mais mortes». «Temos de olhar para isto com respeito, humildade, atenção e contrariar, que é o nosso papel, a tendência expansionista do vírus», frisou.

«Neste momento, há uma carga tão grande de vírus em circulação que é nossa obrigação, como comunidade, como serviços, como médicos, como Ministério da Saúde, fazer aquilo que estiver na nossa mão de medidas de protecção», realçou, apelando aos portugueses que mantenham as medidas de segurança apreendidas nos últimos dois anos, como a desinfecção das mãos ou a utilização de equipamento de protecção individual.

«É óbvio que nós nos vamos aproximar, de um período, o período das festas dos Santos Populares, que por si só, é um período de risco», salientou, sendo que os dados avançados, esta sexta-feira,  pela Direcção Geral da Saúde (DGS), indicam que Portugal registou esta quinta-feira quase 30 mortes e mais de 25 mil casos por covid-19.

Estes são os números mais baixos da semana – o número de mortes esteve sempre acima das 30 e o de casos acima de 26 mil. Importa mencionar que Lisboa e Vale do Tejo tem um Rt de 1,06, o Algarve de 1, os Açores de 1,16 e a Madeira de 1,22. Em Maio, como o i avançou esta semana, morreram 863 pessoas com covid-19 em Portugal, 18 vezes mais do que há um ano. Foi o mês de Maio com o maior nível de mortalidade por todas as causas pelo menos desde 1980, com mais de 10 mil mortes, 1.500 acima da média dos últimos cinco anos.

«Estou de facto preocupada. Com o aproximar dos Santos, vamos ter mais oportunidades de que a transmissão se faça. O apelo é um apelo a cada um para agir em conformidade com este risco. Obviamente que é impossível travar o movimento dos Santos Populares e das festas e dos ajuntamentos. Mas pelo menos até lá não aumentar a carga de doença, não a aumentar quantidade de vírus que ainda circula entre nós e chegar a esses dias numa situação mais confortável», concluiu Graça Freitas.

SOL
Maria Moreira Rato
maria.rato@newsplex.pt
5 de Junho 2022 às 10:11


 

1084: De Alfama à Estrela, Lisboa está a arranjar-se para os Santos Populares

OMS avisa: pandemia não acabou e “não vai desaparecer como por magia”.
“As restrições foram levantadas e a vida parece-se mais com o que era antes, mas [a pandemia] não acabou, de certeza”, alertou Tedros Ghebreyesus.”

A cidade está em contagem decrescente para o início de Junho, que marca o regresso das Festas de Lisboa, após dois anos de interregno. Em Alfama, há quem tire férias para montar os balcões e em Santos já funciona uma feira popular.

O bairro de Alfama está em ebulição com a montagem dos balcões e retiros para as Festas de Lisboa, despertando a curiosidade dos grupos de turistas.
© Gerardo Santos / Global Imagens

Quando se entra em Alfama pelo Largo do Chafariz de Dentro e se caminha em direcção ao coração deste bairro típico de Lisboa, além do burburinho causado pelos grupos de turistas, começa a ouvir-se o inconfundível som dos martelos. Estamos a poucos dias do início de Junho, que marca o regresso das Festas de Lisboa após dois anos de interregno devido à pandemia.

Os moradores de Alfama estão numa azáfama, a montar os balcões e os retiros onde irão receber quem quer celebrar os Santos Populares com comes, bebes e muita alegria castiça. É numa das ruas estreitas de Alfama que encontramos as primas Deolinda Moreira e Fátima Graça, sentadas junto à banca de ginjinha desta última.

“Estou satisfeitíssima com o regresso dos Santos! Há dois anos que é só tristeza, agora já se vê o nosso bairro enfeitado e com música. Agora é um mês de alegria”, diz Fátima, de 56 anos, “nascida e criada em Alfama” em conversa com o DN. “Os preparativos estão a correr bem. Agora é preciso que apareça pessoal”, acrescenta Deolinda, moradora no bairro desde que nasceu, há 59 anos.

As primas Deolinda Moreira e Fátima Graça estão felizes por ver Alfama ganhar vida outra vez.
© Gerardo Santos / Global Imagens

Junho é o ganha pão para o resto do ano para alguns moradores de Alfama e muitos deles até metem férias para poderem montar o seu retiro ou balcão. Deolinda, Fátima e o marido não são excepção. “A minha prima tem um retiro com mesas, estilo restaurante, e eu tenho um balcão, vendo bebidas, pastéis e bifanas durante o mês todo”, conta Deolinda. “Aqui é o meu território, pelas escadas abaixo e naquele patiozinho, que ainda não está enfeitado porque o meu marido só começa no sábado, que é quando tem férias”, refere Fátima, enquanto aponta para as escadas do Beco do Pocinho e para a Travessa de São Miguel.

As caras das duas primas até se iluminam quando se lhes pergunta pela marcha de Alfama, a mais premiada das Festas de Lisboa, mas que, em 2019, ficou em segundo lugar. “É a mais bonita, sem comparação!”, dizem em uníssono.

O único momento de alguma tristeza, que tentam espantar com um “os que cá estão fazem a festa!”, é quando se fala no facto de Alfama ter visto muitos dos seus partirem nos últimos anos. “Com os alojamentos locais, praticamente morreu, o que é muito triste, porque isto vem de geração para geração, todas as famílias faziam arraiais. As casas antigamente também passavam de pais para filhos e agora passaram a ser alojamento local”, lamenta Deolinda, enquanto a prima assente com a cabeça.

© Gerardo Santos / Global Imagens

João Ramos, o coordenador da Marcha de Alfama, partilha deste sentimento. “O espírito da marcha é distinto do espírito do bairro, pela simples razão de que no bairro, infelizmente, já são poucos os que lá vivem, poucos os portugueses e, de entre os portugueses, poucos os marchantes.

Há dez anos, todos vivíamos no bairro, hoje devem viver uns cinco ou seis”, explica ao DN. “Aquelas noites emblemáticas, do regresso da Avenida ou do Pavilhão Atlântico para o bairro, já não tem aquele sentimento de estarmos em casa, tendo em conta o que aconteceu nos últimos anos. Aquele mar de gente e de afectos que nós recebíamos, desde que as pessoas foram saindo de Alfama, deixou de se sentir”, justifica.

Dentro do grupo da marcha, o espírito é de que está “tudo controlado, tranquilo, sempre com ansiedade, mas isso é próprio”. “É tudo muito jovem e, portanto, eles também têm uma entrega enorme aos ensaios, que são das 21.30 às 23.30 horas, a ponto de às vezes a ensaiadora entende que são 23.25 e não faz sentido introduzir um passo e eles ficam furiosos.

Está-lhes na massa do sangue. Muitos deles estão ligados às marchas por laços de afinidade e parentesco e isto para eles é um momento de absoluta afirmação do quanto gostam do bairro. É preciso viver-se nos bairros para se perceber este sentimento que eles têm”, prossegue João Ramos.

E será que este ano vão conquistar o primeiro lugar? “O que podemos esperar é sempre uma marcha que fará tudo para estar ao nível das responsabilidades e expectativas das pessoas do bairro, que são sobretudo aquelas que mais nos interessam. Se a nossa exibição for do agrado do bairro de Alfama essa é a nossa grande vitória, o resto será sempre a cereja em cima do bolo”, argumenta.

À espera das enchentes

Na freguesia da Estrela não se esperou por Junho para dar início aos Santos Populares. No Terrapleno de Santos está a decorrer desde 13 de Maio e até ao Dia de Santo António, o evento Santos Em Santos, uma feira com diversões que vão desde os carrinhos de choque à roda gigante, com zona de restauração e um palco por onde irão passar artistas como Quim Barreiros (27 de Maio), Toy (3 de Junho) e Rosinha (dia 9).

“O que nós pretendemos é convidar todos quantos querem descontrair e divertir-se neste período que antecipam os Santos Populares, que já beneficia do bom tempo. Podem fazê-lo numa zona especialmente criada para o efeito, distante das zonas residenciais onde tradicionalmente ocorrem muitas destas festividades”, explica ao DN Luís Newton, presidente da Junta de Freguesia da Estrela, que no início do ano organizou no mesmo local a Feira de Inverno. “A adesão tem sido fantástica. Estamos a falar de uma média de 1.500 a 2.000 pessoas por dia durante a semana, e aos fins de semana estamos a falar de um pouco mais do dobro disso”, disse.

José da Silva Simões tem esperança que Junho traga muitas corridas para os seus carrinhos de choque.
© Gerardo Santos / Global Imagens

Com um horário de funcionamento entre as 14.00 e as 2.00 aos dias de semana e as 12.00 e as 2.00 aos fins de semana (na noite de Santo António irá até às 4.00), a verdade é que no início tarde da passada quarta-feira poucos eram os visitantes no recinto. Uma acalmia que desanima, para já, quem faz negócio, mas que confia em maior animação neste regresso dos Santos.

“Nós já estávamos há dois anos sem facturar, mas agora vamos ver se isto começa a entrar nos eixos e começamos a ganhar algum”, desabafa José da Silva Simões, que trouxe duas pistas de carrinhos de choque. “Isto não tem estado assim muito famoso, mas temos que aproveitar tudo. Os Santos são uma melhoria para o negócio e isto é bom para todos. O pessoal da nossa actividade estava a ficar um bocadinho desanimado. Vamos a ver se nos conseguimos animar.”

Já Carla Duarte está numa feira em Santos e ainda irá para o Arraial de Benfica.
© Gerardo Santos / Global Imagens

Carla Duarte está à frente da rulote Tasquinha com Rodas, um negócio que começou com o marido pouco antes da pandemia. “Esta semana é natural que isto esteja mais parado, porque as pessoas ainda não conhecem. No início da Feira de Inverno também foi assim, a primeira semana foi mais parada e depois ficámos com filas enormes”, recorda a empresária, adiantando que depois de sair de Santos ainda estará com a sua rulote no Arraial de Benfica entre os dias 23 e 26 de Junho. “Eu acho que os Santos este ano vão ser muito bons!”, exclama Carla.

Destaques do programa das Festas de Lisboa

Abertura

As Festas de Lisboa abrem a 28 de Maio com o concerto “O que nos une” com Tito Paris e que terá como convidados Cremilda Medina, Joana Amendoeira, Paulo Gonzo e Djodje. O espectáculo começa às 22.00 horas junto à Torre de Belém.

Marchas e casamentos

As Marchas Populares estão de volta, começando com as exibições no Altice Arena (dias 3, 4 e 5), às 21.00. Na noite de Santo António, apresentam-se na Avenida da Liberdade às 21.45 horas. Também no dia 12, mas a partir das 11.30, realizam-se os Casamentos de Santo António.

Estreia das Casas Regionais

Este ano, as Casas Regionais da cidade também se juntam ao programa das Festas de Lisboa, levando ranchos folclóricos, tunas, bombos e fado até à Quinta das Conchas nos dias 25 e 26 de Junho.

Fado no Castelo

Nos dias 17 e 18, o Castelo de São Jorge recebe, a partir das 22.00, encontros musicais improváveis: o fadista Ricardo Ribeiro junta-se ao pianista de jazz João Paulo Esteves da Silva e Teresinha Landeiro interpreta duetos inéditos com os artistas Agir e Mimi Froes.

Arraiais

De 2 a 30 de Junho, Alcântara, Carnide, Estrela, Misericórdia, Olivais, Santa Maria Maior e São Vicente terão arraiais organizados por algumas das colectividades destas freguesias. Neste mês de Junho também poderá encontrar-se animação com o Arraial dos Navegantes (de 3 a 5) no Parque das Nações, o arraial “A Minha Penha é Linda” (de 9 a 12) no Mercado de Sapadores, o Arraial da Vila Berta (de 3 a 13) e o Grande Arraial de Benfica (de 23 a 26). No dia 25, na Praça do Comércio, realiza-se mais uma vez o Arraial Lisboa Pride.

Encerramento

A Praça do Comércio, no dia 30, a partir das 22.00 horas, será palco do concerto de encerramento das Festas de Lisboa, intitulado de “Cheira a Lisboa”, uma homenagem aos 100 anos do Parque Mayer. Em palco, a Orquestra Metropolitana de Lisboa acompanha Anabela, FF, Katia Guerreiro, Luís Trigacheiro, Lura e Marco Rodrigues, que irão recriar 22 clássicos da música popular com novas roupagens, como “Cheira a Lisboa”, “Mocidade” ou “Zé Cacilheiro”.

ana.meireles@dn.pt

Diário de Notícias
Ana Meireles
22 Maio 2022 — 00:08


EU combati no mato, em África, na Guerra Colonial, durante quase dois anos,
os mercenários treinados por Cuba e armados, municiados e financiados
pela União Soviética (URSS) e China.