1297: Míssil russo atinge centro comercial em Kremenchuk. Pelo menos 10 mortos

Para quando existirem 🍅🍅 para considerarem o filho da Putina e a União Soviética de TERRORISTAS e expulsarem-nos de todas as organizações mundiais civilizadas? Quando existem palhaços labregos que afirmam não estarem de nenhum lado desta invasão soviética terrorista, só podem ser IGUAIS A ELES!

UCRÂNIA/CRIMES DE GUERRA/TERRORISMO SOVIÉTICO

Vice-chefe de gabinete do presidente ucraniano adiantou que pelo menos 10 pessoas morreram e quatro dezenas ficaram feridas. O incêndio continua activo.

Um míssil russo atingiu um centro comercial na cidade de Kremenchuk, situada no centro da Ucrânia às margens do rio Dnipro, matando pelo menos dez pessoas e causando ferimentos em mais de 40.

Segundo a notícia divulgada pelo jornal The Guardian, o presidente ucraniano afirmou que mais de 1.000 civis se encontravam no centro comercial no momento do ataque. O incêndio continua activo, depois do ataque.

“Cenas de terror em Kremenchuk, quando um míssil russo atinge o centro comercial. Um homem diz ao telefone: ‘as pessoas estavam no prédio, as paredes começaram a cair'”, anunciou ucraniano, Volodymyr Zelensky.

“Dez mortos e mais de 40 feridos. Esta é a situação actual em Kremenchuk por causa do ataque com mísseis”, disse Dmytro Lunin, que chefia o governo regional de Poltava.

“Os ocupantes dispararam um míssil contra um centro comercial onde havia mais de mil civis. O centro comercial está em chamas e as equipas de resgate combatem o fogo. O número de vítimas é impossível de imaginar”, disse o governador regional Dmytro Lunin no Telegram.

“O tiro de míssil em Kremenchuk atingiu um local muito movimentado sem qualquer relação com as hostilidades”, denunciou no Facebook Vitali Maletsky, autarca desta cidade que tinha 220 mil habitantes antes da guerra.

em actualização

Diário de Notícias
DN
27 Junho 2022 — 17:52


 

878: Aprovada resolução que suspende Rússia do Conselho de Direitos Humanos da ONU

– … Um país que está “a subverter todos os princípios básicos” da organização, com a invasão da Ucrânia, “não pode continuar dentro do Conselho de Direitos Humanos”.

Pelo resultado desta resolução pode-se observar quem realmente é ou não a favor dos DIREITOS HUMANOS. E nem é de estranhar que países como Rússia, Bielorrússia, China, Cuba, Síria, Coreia do Norte, Nicarágua ou Irão tivessem votado contra a resolução. Países com ditaduras assassinas que eliminam adversários, assassinando-os, envenenando-os ou fazendo-os desaparecer, nunca poderiam aprovar uma resolução sobre DIREITOS HUMANOS. Depois, temos as abstenções de países como Brasil, Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, Cabo Verde, Índia ou México. Uns deles, são ex-colónias onde mercenários foram treinados, armados e municiados ao serviço da União Soviética, China e Cuba, exceptuando Brasil, Índia e México. Quem esteve na guerra colonial, conhece perfeitamente a origem das armas e munições fornecidas pela União Soviética e China (metralhadoras, minas e armadilhas, granadas, roquetes, etc.) aos mercenários que combatiam os “colonialistas” portugueses. Haveria muito a escrever sobre este tema, mas dá-me NOJO e VÓMITOS, a desfaçatez com que estes ditadores assumidos que vivem na opulência dos seus palácios e na riqueza das suas fortunas, deixam os seus povos morrerem de doenças e à fome!

RESOLUÇÃO/CONSELHO DE DIREITOS HUMANOS DA ONU

A resolução, apresentada pelos EUA e apoiada pela Ucrânia e outros aliados, obteve 93 votos a favor, 24 contra e 58 abstenções entre os 193 Estados-membros das Nações Unidas.

Assembleia Geral das Nações Unidas
© EPA/JASON SZENES

A Assembleia-Geral das Nações Unidas aprovou esta quinta-feira, por 93 votos a favor, uma resolução que suspende a Rússia do Conselho de Direitos Humanos devido a alegados crimes de guerra e crimes contra humanidade na Ucrânia.

A resolução, apresentada pelos EUA e apoiada pela Ucrânia e outros aliados, obteve 93 votos a favor, 24 contra e 58 abstenções entre os 193 Estados-membros das Nações Unidas.

Votaram contra o texto países como a Rússia, Bielorrússia, China, Cuba, Síria, Coreia do Norte, Nicarágua ou Irão, e entre os países que se abstiveram estão Brasil, Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, Cabo Verde, Índia ou México.

Dos países lusófonos, apenas Portugal e Timor-Leste votaram a favor e o voto de São Tomé e Príncipe e da Guiné Equatorial não foram registados, segundo o placar da votação apresentado na Assembleia-Geral.

A maioria dos países que votaram contra ou se abstiveram argumentaram que a resolução apresenta um viés político e que os “Direitos Humanos não deveriam ser politizados”.

Na história da ONU, apenas a Líbia de Muammar Kadhafi foi suspensa do Conselho de Direitos Humanos, em 2011, também na sequência de uma votação na Assembleia-Geral da ONU.

A proposta foi apresentada pelos EUA “em estreita coordenação com a Ucrânia e com outros Estados-membros e parceiros da ONU”, como avançou, na segunda-feira, a embaixadora norte-americana junto da Organização das Nações Unidas (ONU), Linda Thomas-Greenfield.

Um país que está “a subverter todos os princípios básicos” da organização, com a invasão da Ucrânia, “não pode continuar dentro do Conselho de Direitos Humanos”, afirmou a diplomata dos EUA na rede social Twitter na ocasião.

Antes da votação desta quinta-feira, o embaixador da Ucrânia junto da ONU pediu aos membros da organização internacional que suspendessem a Rússia do principal órgão de Direitos Humanos, afirmando que Moscovo cometeu “horríveis violações e abusos de direitos humanos que seriam equiparados a crimes de guerra e crimes contra humanidade”.

“Votem a favor desta resolução e salvem vidas na Ucrânia e ao redor do mundo. Votem ‘não’ e estão a premir um gatilho”, disse o diplomata russo, Sergiy Kyslytsya, perante a Assembleia-Geral da ONU, acrescentando que um voto contrário à resolução seria uma demonstração de “indiferença” semelhante à que em 1993 permitiu o genocídio em Ruanda.

“Rejeitamos as alegações falsas contra nós, com base em eventos encenados e falsificações amplamente divulgadas”, disse diplomata russo

Já o vice-embaixador da Rússia, Gennady Kuzmin, pediu aos membros da ONU que votassem “não”.

“Hoje não é o momento para apresentações teatrais. O que estamos a ver aqui hoje é uma tentativa dos Estados Unidos de manter a sua posição dominante e de controlo total”, afirmou o representante russo.

“Rejeitamos as alegações falsas contra nós, com base em eventos encenados e falsificações amplamente divulgadas”, acrescentou Kuzmin.

Para suspender a Rússia do Conselho de Direitos Humanos era necessária uma maioria de dois terços na Assembleia-Geral, órgão onde se sentam os 193 Estados-membros das Nações Unidas, barreira que foi ultrapassada, embora o texto tenha obtido menos apoio do que as duas resoluções anteriores que condenavam a actuação de Moscovo pela guerra na Ucrânia (140 e 141 votos a favor).

Kremlin lamenta decisão e promete “defender os seus interesses”

A Rússia lamentou a sua suspensão do Conselho de Direitos Humanos da ONU e advertiu que pretende “continuar a defender os seus interesses por todos os meios legais”.

“Estamos desolados e continuaremos a defender os nossos interesses por todos os meios legais e a explicar [a nossa posição]”, declarou o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, à cadeia televisiva britânica Sky News.

Em simultâneo, o Ministério dos Negócios Estrangeiros russo considerou “ilegal” a suspensão do país daquele organismo das Nações Unidas, indica um comunicado.

A Rússia considera esta suspensão “ilegal e politicamente motivada, destinada a punir de forma ostentatória um Estado-membro soberano da ONU que conduz uma política interna e externa independente”.

A Rússia decidiu efectuar uma “retirada antecipada” deste Conselho, acrescentou a diplomacia russa.

“Infelizmente, nas condições actuais, o Conselho é praticamente monopolizado por um grupo de Estados que o utilizam para os seus próprios fins oportunistas”, acrescenta o ministério.

Kiev agradece suspensão da Rússia do Conselho de Direitos Humanos da ONU

A Ucrânia disse que está “agradecida” pela decisão de suspender a Rússia do Conselho de Direitos Humanos da ONU, afirmando que “criminosos de guerra” não devem ter lugar em tais organismos.

“Os criminosos de guerra não têm lugar nos órgãos da ONU destinados a proteger os direitos humanos”, escreveu na sua conta da rede social Twitter o ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, Dmytro Kuleba.

“(Estou) grato a todos os Estados-membros que apoiaram a resolução relevante da Assembleia-Geral da ONU e escolheram o lado certo da História”, acrescentou o chefe da diplomacia ucraniana.

O Conselho de Direitos Humanos, criado em 2006, é o principal fórum das Nações Unidas responsável por promover e monitorizar esta área, sendo composto por 47 Estados-membros, eleitos pela Assembleia-Geral das Nações Unidas.

Tanto a Ucrânia como a Rússia são actualmente membros do Conselho, sendo que o mandato russo expira em 2023.

A Rússia lançou em 24 de Fevereiro uma ofensiva militar na Ucrânia que matou pelo menos 1.611 civis, incluindo 131 crianças, e feriu 2.227, entre os quais 191 menores, segundo os mais recentes dados da ONU, que alerta para a probabilidade de o número real de vítimas civis ser muito maior.

A guerra já causou um número indeterminado de baixas militares e a fuga de mais de 11 milhões de pessoas, das quais 4,3 milhões para os países vizinhos.

Esta é a pior crise de refugiados na Europa desde a II Guerra Mundial (1939-1945) e as Nações Unidas calculam que cerca de 13 milhões de pessoas necessitam de assistência humanitária.

A invasão russa foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que respondeu com o envio de armamento para a Ucrânia e o reforço de sanções económicas e políticas a Moscovo.

Notícia actualizada às 20:14

Diário de Notícias
DN/Lusa
07 Abril 2022 — 17:24