326: Medicamento para a diabetes tipo 2 retirado do mercado por conter substância associada ao cancro

SAÚDE/DIABETES 2

PhotoMIX / Pexels

Alguns lotes de metmorfina, o medicamento em causa, contém NDMA, um componente químico que se suspeita de ser cancerígeno nos humanos

A metmorfina é o medicamento mais recente a ser removido das prateleiras por estar contaminado com um agente que pode causar cancro. Neste exemplo, o agente químico em questão chama-se NDMA — N-nitrosodimethylamine.

A farmacêutica Viona está a recolher 33 lotes dos seus comprimidos Metformin Hydrochloride Extended-Release Tablets de 750 mg, escreve a Forbes. A Viona distribuiu os lotes, que foram produzidos pela pela Cadila Healthcare Limited, uma empresa baseada na Índia.

A metmorfina é um medicamento usado frequentemente para controlar os níveis altos de açúcar no sangue nos pacientes com diabetes tipo 2. Actua ao impedir que o fígado produza açúcar e o liberte na corrente sanguínea e ao reduzir a quantidade que é absorvida através do trato intestinal e ajuda a melhorar a resposta celular à insulina.

Níveis demasiado altos de glicemia põem em causa o funcionamento dos rins, dos vasos sanguíneos e dos nervos, o que pode causar inúmeros problemas de saúde, incluindo cegueira, impotência ou falência dos órgãos.

Por isto mesmo, quem está a tomar metmorfina não deve parar repentinamente de tomar o medicamento, já que isso pode alterar os níveis de açúcar no sangue e o risco associado depende da quantidade e de há quanto tempo se toma os comprimidos.

A recolha ordenada pela Administração de Comida e Medicamentos dos EUA também não se aplica a todos os tipos e marcas de metformina, pelo que o ideal é falar-se com um médico antes de se decidir parar de tomar a medicação.

O NDMA foi considerado um “cancerígeno humano provável” depois de cientistas terem dado uma quantidade significativa deste químico a roedores, que depois desenvolveram cancro. Também foi encontrado em medicamentos para a azia em 2019 noutros para a pressão arterial em 2018.

Com as empresas a tentarem encontrar os melhores métodos para diminuírem os custos de produção, começam a surgir preocupações com a segurança e a qualidade dos medicamentos, especialmente depois do ex-presidente dos EUA, Donald Trump, ter defendido publicamente um relaxamento nas regulações.

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ZAP
31 Dezembro, 2021



 

Recordações…

Hoje, em quase final de ano 2021, decidi publicar duas datas que marcaram a minha já longa existência como ser humano.

A primeira, é a de 31 de Dezembro de 1968. Faz hoje precisamente 53 anos.  Estava em comissão militar obrigatória na Guiné-Bissau, em pleno mato, depois de um ataque cerrado à base onde me encontrava, pelos anti-colonialistas treinados, armados e municiados pela ex-URSS, Cuba e China, com uma ajudinha velada dos EUA.

Localidade: Buba, uma povoação fortemente fustigada pelo IN, banhada pelo Rio Grande de Buba. Meia-note, passagem de ano 1968/69. Para refrescar os ânimos, uns mergulhos no rio com a G3 sempre à mão de semear… porque era da outra margem que surgia a flagelação.

Não existiu mais foguetório durante o resto da noite, mas dormir era com um olho fechado e outro bem aberto…

Buba, Guiné-Bissau, Rio Grande de Buba

A outra data marcante, pelo seu destino e celebração, foi a ida à Ilha do Pico/Açores, para o Réveillon da Passagem do Milénio 1999/2000.

Na altura, fazia parte de um trio de música para baile e fomos convidados para festejar o Réveillon de Passagem de Ano e do Milénio. O trio, por coincidência, chamava-se Millennium 2000.

Outras datas marcantes, foram os três Réveillons consecutivos no antigo Hotel Estoril Sol, no Hotel Embaixador, no Restaurante Castanheira, no Lumiar, um restaurante com várias salas, tendo o salão principal pista de dança e os músicos actuavam numa espécie de balcão de cinema, acima do salão.

Também recordo os vários Réveillons em que participei como cantor de um Conjunto de música para Baile, privativo durante cerca de nove anos na Sociedade Filarmónica Alunos de Apollo, em Campo de Ourique, no Clube Oriental de Lisboa, no Poço do Bispo e em muitos outros.

Foram mais de cinquenta anos de actividade musical, paralela à minha actividade profissional administrativa e financeira.

Francisco Gomes
31.12.2021



 

321: O meu Wallpaper de hoje, dia 28.12.2021

Por razões que a razão desconhece, ao descarregar um driver da HP para a minha impressora, via HP Instant Ink, de que sou cliente, no final da instalação, fiquei sem Internet.

Feitas todas as possíveis inspecções a eventuais anomalias técnicas, tive de restaurar o Windows para a sessão anterior e só assim consegui recuperar a normalidade do sistema e a ligação à Internet, perdendo imenso tempo e atrasando os meus trabalhos diários que a HP não paga.

Fica então a imagem de hoje:




 

320: Electricidade, rendas, transportes. Novo ano com aumento de preços

– O ano que se aproxima, a apenas três dias de distância, vai ficar marcado por mais miséria e empobrecimento das classes mais desfavorecidas – desempregados, pensionistas e reformados com miseráveis pensões de reforma. Nem um eventual aumento nos rendimentos de toda esta classe desprotegida, irá compensar os aumentos mencionados no artigo. Onde para a solidariedade? Onde para o pseudo-“socialismo” desta governança? Onde para a consideração por quem trabalhou décadas a fio, efectuou descontos, pagou impostos e hoje está numa miserável situação social? Enquanto outros, que nunca trabalharam, nunca descontaram nem pagaram impostos, possuem rendimentos pagos por todos nós? Bardamerda…!!!

SOCIEDADE

Facturas de electricidade, rendas, portagens, transportes e inspecções obrigatórias vão sofrer aumento de preço

O ano que se aproxima vai ficar marcado pelo aumento generalizado de preços que os consumidores irão pagar pelos serviços que usam no dia-a-dia.

A electricidade aumenta para quem está no mercado regulado, mas também para os clientes que já passaram para o liberalizado.

As portagens e os transportes também registam acréscimos, assim como as rendas.

As actualizações de preços já conhecidas para 2022 são as seguintes:

Electricidade

O preço da electricidade para as famílias do mercado regulado vai subir, em média, 0,2% no próximo ano, anunciou a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), em 15 de Dezembro.

“Para os consumidores que permaneçam no mercado regulado (que representam 5% do consumo total e 915 mil clientes), ou que, estando no mercado livre, tenham optado por tarifa equiparada, a variação média anual das tarifas transitórias de venda a clientes finais em baixa tensão é de 0,2%”, indicou na altura, em comunicado, o regulador.

Ainda assim, ressalvou a ERSE, em Janeiro de 2022, os consumidores vão constatar uma descida média de 3,4% e relação aos preços em vigor em Dezembro do corrente ano.

Já os consumidores da tarifa social vão beneficiar de um desconto de 33,8% sobre as tarifas de venda a clientes finais.

No mercado liberalizado, as tarifas de electricidade da EDP Comercial vão subir em média 2,4% em 2022, o que corresponde a um acréscimo na factura das famílias de cerca de 90 cêntimos por mês, reflectindo a subida dos custos da energia.

Já a Endesa vai manter os preços da electricidade para as famílias e pequenos negócios em 01 de Janeiro, disse à Lusa fonte oficial da comercializadora de energia no mercado liberalizado.

Por sua vez, a Galp vai aumentar os preços da electricidade a partir de 01 de Janeiro, uma subida que rondará os 2,7 euros mensais para as potências contratadas mais representativas, adiantou à Lusa fonte oficial da empresa.

Rendas

As rendas vão subir 0,43% em 2022, depois de congeladas este ano, confirmou um aviso do INE – Instituto Nacional de Estatística, publicado em Outubro, representando um aumento de cerca de 43 cêntimos por cada 100 euros de renda.

O coeficiente de actualização de 0,43% para os contratos de arrendamento rurais e urbanos para 2022, publicado em Diário da República, acontece após o congelamento este ano, na sequência de variação negativa do índice de preços, e aumentos de 0,51% em 2020, 1,15% em 2019, 1,12% em 2018, 0,54% em 2017 e 0,16% em 2016.

Portagens

O preço das portagens nas autoestradas deverá aumentar 1,84% em 2022, tendo em conta a taxa de inflação homóloga, sem habitação para Outubro, divulgada pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

Em 2020 e 2021 os preços das portagens não foram alterados, após quatro anos consecutivos de subidas: em 2019 as portagens nas autoestradas aumentaram 0,98%, depois de aumentos de 1,42% em 2018, de 0,84% em 2017 e de 0,62% em 2016.

Transportes

O preço dos transportes públicos que irá vigorar a partir de 01 de Janeiro de 2022 será actualizado em 0,57%, de acordo com a Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT).

Por outro lado, os preços dos passes sociais no Porto vão manter-se em 2022, segundo o presidente da Área Metropolitana do Porto (AMP), Eduardo Vítor Rodrigues.

Já os passes únicos Navegante, Municipal e Metropolitano vão manter o seu valor no próximo ano, de 30 e 40 euros, respectivamente, anunciou a Transportes Metropolitanos de Lisboa (TML).

Telecomunicações

Fonte oficial da Nowo disse à Lusa que, “para o próximo ano, não estão previstas quaisquer actualizações de preço” pela operadora de comunicações electrónicas.

Já a Meo, da Altice Portugal, “procederá a uma actualização do preço base da mensalidade em tarifários/pacotes, com efeitos a 01 de Janeiro de 2022, de acordo com as condições contratuais”, disse fonte oficial.

As restantes operadoras ainda não deram a conhecer a sua decisão.

Inspecções obrigatórias

O preço da inspecção obrigatória de automóveis ligeiros aumenta para 31,80 euros e o de pesados para 47,59 euros a partir de 01 de Janeiro, segundo uma deliberação publicada no Diário da República.

O aumento das tarifas das inspecções técnicas a veículos rodoviários, previsto numa deliberação Instituto da Mobilidade e dos Transportes, vigora a partir de 01 de Janeiro de 2022 e teve por base a última actualização do INE da taxa de inflação (sem habitação), referente a Novembro de 2021, com uma taxa de variação média anual (sem habitação) de 0,99%.

Na deliberação é apresentado o valor base para os veículos ligeiros de 25,85 euros, a que acresce IVA a 23%.

A tarifa base dos veículos pesados sobe para 38,69 euros, a que acresce IVA, a dos motociclos, triciclos e quadriciclos para 13,02 euros e as dos reboques e semi-reboques para 25,85 euros.

Já a tarifa base da re-inspecção de inspecções aumenta para 6,48 euros, a atribuição ou reposição de matrícula para 64,53 euros, a extraordinária para 90,25 euros e a emissão de segunda via da ficha/certificado de inspecção para 2,43 euros.

Diário de Notícias
DN/Lusa
28 Dezembro 2021 — 09:32



 

Até onde chega o reaccionarismo desta gente…

OPINIÃO

Esta colunista do Diário de Notícias teve albergue neste meu Blogue até ao dia, muito recente, em que demonstrou bem as suas origens políticas de direita.

Joana Petiz é a referenciada, publicou hoje mais um vómito do que representa a sua real vocação política de direitolas assumida.

E não, não vou publicar este vómito nauseabundo que tresanda a merda putrefacta, apenas vou deixar o link para o vómito publicado no D.N. porque recuso-mo a albergar vírus desta estirpe extremamente perigosa para a saúde mental de quem está vacinado contra esta variante virológica.

Esta e outros colunistas do D.N. estão considerados personae non gratae neste Blogue.

Diz a gaja, em fecho de artigo, que “Para os distraídos, fica a nota de agenda: a campanha eleitoral para as legislativas de 30 Janeiro ainda não começou.”

https://www.dn.pt/edicao-do-dia/28-dez-2021/antonio-um-homem-como-os-outros-14443797.html

Digo eu, para esta gaja e restante escumalha: “Para os distraídos, que costumam emprenhar de ouvido e de leitura, não vão neste tipo de conversa reaccionária“.

O António até pode ser um homem igual ou pior que os outros que pertencem à seita dela e embora com muitos defeitos, ainda não me esqueci dos tempos negros do cavaquismo e do passismo com o aliado da direita fascista.

Atenção: não vou votar no PS, nem no PCP, nem n’ Os Verdes, nem no BE, nem no PPD, nem no CDS, nem em qualquer partido de extrema direita fascista que actualmente andam à caça do poder, lambendo o cu aos partidos que se assentam no Parlamento para uniões de facto.

Vou votar no partido que estiver em último classificado nas eleições anteriores. Pelo menos, cumpro o meu dever de cidadania ao fazê-lo.

Francisco Gomes
28.12.2021



 

318: Ómicron trouxe desmarcações de reservas para a noite de passagem de ano, mas números afastam um cenário negro

– Sou frontalmente contra esta governança que me anda a roubar os subsídios de férias e de natal (e já nem chegam), para pagar o IRS.
Mas porra, vale tudo para que a choldra de políticos culpem a governança por todos os males? Em benefício das suas campanhas eleitorais para uma eventual futura governança? Para fazerem igual ou ainda pior que a que lá (ainda) está? Afinal, a hotelaria não está assim tão mal como a que anunciam a toda a hora! Não bastam os números diários de infectados e de mortos, ainda querem mais liberdade para estes números subirem mais? Portugal registou 16 mortes e 6.334 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas (27.12.2021)

Long Truong / unsplash

Limitações às viagens ou exigência de teste negativo afastaram alguns hóspedes, que preferiram desmarcar os seus planos para a entrada no Ano Novo.

Terminadas as celebrações natalícias, o foco centra-se agora na entrada no Novo Ano, com as celebrações marcadas pelos cuidados redobrados face ao aumento de casos registado nos últimos dias, em virtude do maior nível de transmissibilidade da variante Ómicron — ainda desconhecida quando a grande maioria das reservas foi feita.

Na realidade, a nova estripe teve consequências naturais nas marcações, com muitos hoteleiros a verem o cenário de casa cheia esfumar-se perante algumas das proibições impostas no que respeita às viagens, mas também às medidas anunciadas recentemente pelo Governo e que exigem a realização de testes negativo para a entrada em alguns espaços. Apesar de o número de reservas desmarcadas, tal não constitui uma hecatombe para o sector da hotelaria.

“Sentimos alguma retracção do mercado, especificamente no segmento de grupos estrangeiros, não só pelas novas medidas anunciadas, mas pelo impacto do surgimento da nova variante Ómicron”, confirmou Margarida Almeida, presidente executiva da Amazing Evolution, à CNN. Já Ingrid Koeck, sócia e porta-voz do grupo Torel Boutiques, esclarece que o “grande problema são as quebras de ocupação registadas durante o mês de Dezembro, fruto das políticas restritivas à mobilidade observadas na Europa desde o final de Novembro”.

O presidente executivo dos hotéis PortoBay, António Trindade, por sua vez, tem números concretos para os cancelamentos. “Cerca de oito pontos percentuais“. Ainda segundo os empresários, que prestaram declarações à CNN, são as unidades de campo, longe das grandes cidades, que têm maiores e melhores níveis de ocupação.

Mesmo com uma redução no número de hóspedes, as unidades hoteleiras estão apostadas em garantir altos níveis de segurança sanitária para os clientes, dando especial atenção a medidas como o distanciamento social e insistindo nos protocolos internos, em linha com as indicações das autoridades de saúde. Ainda assim, alguns hotéis — como os da cadeia Torel Boutiques — já estavam a exigir um teste negativo aos seus hóspedes, de forma e evitar surpresas negativas logo ao virar do ano.

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27 Dezembro, 2021