1079: Bruxelas censura aumento extra das pensões baixas e os 0,9% da função pública

– Começo a ficar lixado com esta merda! Ponham essa gajada da Comissão Europeia a receber a mesma merda de salários que actualmente existe em Portugal! E sem mordomias, sem subsídios, sem mais nada a não ser o nosso SMN para depois saberem o que custa (sobre)viver neste país de miséria, onde os pobres andam a sustentar os ricos com pagamento de impostos faraónicos!

SOCIEDADE/MISÉRIA/BRUXELAS

Governo deve “intensificar revisão da despesa [os cortes nas gorduras] e medidas para melhorar sustentabilidade de SNS e empresas públicas”, diz a Comissão Europeia. Crescimento médio do emprego público duplicou, reforça Mário Centeno, governador do Banco de Portugal.

O aumento extraordinário de até 10 euros para as pensões mais baixas (inferiores a 1.108 euros brutos) e a actualização de 0,9% para os salários dos funcionários públicos em 2022 caíram mal na Comissão Europeia.

Na avaliação à proposta de Orçamento de Estado para 2022, que no final da próxima semana vai a votação final no Parlamento (e deve certamente passar com a maioria absoluta do PS), a Comissão é bastante crítica relativamente a medidas do Orçamento que, na sua opinião, são pouco consentâneas com a necessidade de maior prudência orçamental, para mais tendo em conta o nível enorme de dívida pública que o país carrega. O documento está aqui (abre directamente em pdf).

Também o governador do Banco de Portugal, Mário Centeno, apontou para a questão da função pública e do número de trabalhadores, dizendo que “há dinâmicas que preocupam”.

“O ritmo de crescimento do emprego público duplicou no período pandémico face aos anos anteriores”, constatou. Há algumas dinâmicas neste sector de emprego que, “a manterem-se, terão consequências para a sustentabilidade das finanças públicas”, alertou o ex-ministro das Finanças.

Diário de Notícias
Luís Reis Ribeiro
21 Maio 2022 — 19:39


EU combati no mato, em África, na Guerra Colonial, durante quase dois anos,
os mercenários treinados por Cuba e armados, municiados e financiados
pela União Soviética (URSS) e China.