“No futuro não vamos precisar de carta de condução”

… nem de carta de condução, nem de exames de código e de condução, nem da merda do Código da Estrada que NINGUÉM RESPEITA, ou antes, ainda existe uma raça em vias de extinção que cumpre as regras e as leis do Código da Estrada.

Desde não respeitarem semáforos, corredores BUS, sinalética rodoviária, abancarem as latas de duas e de quatro rodas em cima dos passeios, das passadeiras, das paragens de transportes públicos, bloquearem portas de prédios no caso de uma emergência, seja ela qual for, tudo é permitido a estes labregos que desprezam o Código da Estrada com a complacência das autoridades que têm, por missão, fazer cumprir as leis do país e PUNIREM OS INFRACTORES.

Infelizmente, é a merda de sociedade que existe, que desconhece completamente o significado das palavras CIDADANIA e CIVISMO, sendo o lema desta choldra de “eu estou bem, os outros que se fodam!”.

Ler artigo: https://www.dn.pt/dinheiro/no-futuro-nao-vamos-precisar-de-carta-de-conducao-14248022.html

Francisco Gomes
18.03.2022

 



 

“No futuro não vamos precisar de carta de condução”

SOCIEDADE

© Diana Quintela/ Global Imagens

Ler artigo em: https://www.dn.pt/dinheiro/no-futuro-nao-vamos-precisar-de-carta-de-conducao-14248022.html

Pois… não vamos precisar de carta de condução; não vamos precisar de fazer exames de código e de condução; não vamos precisar de conhecer os sinais de trânsito, as prioridades, etc., etc., etc..

Até porque actualmente, nem sei porque é preciso fazer exame de código (da estrada), se a grande maioria dos automobilistas não respeita o próprio Código da Estrada, estacionando em cima dos passeios, das passadeiras, das paragens dos transportes públicos, bloqueando portas de prédio, circulando por vias BUS, com sentido/circulação proibidos, não obedecendo aos semáforos, circulando a velocidades não permitidas, etc., etc., etc..

Penso até que dada a inoperacionalidade das autoridades competentes, no cumprimento das leis existentes, o Código da Estrada nem devia sequer existir!

Aliado ao facto desta sociedade rodoviária ser constituída, na sua grande maioria, por acéfalos que desconhecem o significado das palavras CIVISMO e CIDADANIA, utilizando no seu comportamento diário a máxima: eu estou bem, os outros que se lixem!

Francisco Gomes
27.01.2022




 

396: Há 50 novos radares na estrada até Março. 20 vão medir velocidade média

– Tanta preocupação com os excessos de velocidade, que fazem parte do Código da Estrada, obrigatoriamente do conhecimento de TODOS os condutores, porque para isso existe o EXAME DE CÓDIGO antes de ser passada a “licença” para conduzir um veículo, e não existe preocupação para os condutores de duas e de quatro rodas que estacionam em infracção ao mesmo Código da Estrada, em cima dos passeios, das passadeiras, nas paragens dos transportes públicos, bloqueiam portas de prédio, passam sinais vermelhos, circulam em vias de trânsito e/ou sentido proibido, etc., etc., etc.. O Código da Estrada não devia PENALIZAR TODOS OS INFRACTORES ou apenas os que excedem os limites de velocidade são penalizados?

SOCIEDADE/LEIS/CÓDIGO DA ESTRADA

Fábio Pozzebom / ABr

Os 50 novos radares de controlo de velocidade, geridos pela Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), vão entrar em funcionamento até ao final de Março, anunciou esta sexta-feira a secretária de Estado da Administração Interna.

“O nosso objectivo é que até ao final do primeiro trimestre deste ano possamos ter os novos 50 radares operacionais”, disse à agência Lusa Patrícia Gaspar, no final da cerimónia de apresentação dos dados provisórios de 2021 da sinistralidade e fiscalização rodoviária.

Segundo a secretária de Estado, o contrato para a instalação do Sistema Nacional de Controlo de Velocidade (SINCRO) já foi assinado, estando o processo a ser implementado neste momento.

Este sistema de radares, que vai ser instalado em 50 locais, vai juntar-se ao primeiro SINCRO que existe no país desde 2016, passando a existir 110 postos de controlo de velocidade.

Patrícia Gaspar avançou que 30 dos 50 radares permitem detectar a velocidade instantânea e 20 são capazes de calcular a velocidade média num determinado trajecto, sendo esta a novidade em relação ao actual SINCRO.

Uma portaria de 2020 autorizava a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária a gastar cerca de 1,6 milhões de euros até 2022 para a instalação e manutenção do sistema de radares de controlo de velocidade no país.

O Governo estima que a aquisição destes novos radares de controlo de velocidade,  tenha um impacto nas receitas de cerca de 13 milhões de euros.

Dos 50 locais de controlo de velocidade a instalar, 30 vão mediar a velocidade instantânea e 20 irão medir a velocidade média entre dois pontos, de forma rotativa,  aumentando os locais fixos de fiscalização de 70 para 110.

A secretária de Estado destacou a importância do SINCRO, frisando que estudos feitos, ao longo dos últimos tempos nos locais onde foram instalados os radares de fiscalização de velocidade, mostram que nesses pontos há “uma diminuição objectiva do número de acidentes, mortos e feridos graves”.

“É uma prova cabal que a fiscalização funciona. É um instrumento fundamental”, sustenta Patrícia Gaspar.

“As acções de fiscalização aumentaram cerca de 8% em 2021 e que, apesar de uma melhoria substancial do comportamento dos condutores, continuam a existir muitas infracções relacionadas com álcool, excesso de velocidade, uso do telemóvel e não uso do cinto de segurança”, acrescentou a governante.

Segundo os dados provisórios apresentados, os 28.868 acidentes rodoviários registados no ano passado provocaram 389 mortos, 2.093 feridos graves e 33.812 feridos ligeiros, uma diminuição de todos os indicadores em relação a 2019, mas um aumento face a 2020, à excepção das vítimas mortais.

A secretária de Estado considerou inaceitável os quase 400 mortos e lembrou que a nova Estratégia Nacional de Segurança Rodoviária (2021-2030) tem como objectivo reduzir para metade o número de mortos e feridos graves nas estradas e “tentar chegar a zero em 2050”.

  ZAP // Lusa

ZAP
15 Janeiro, 2022




 

351: Residentes em Lisboa com 50% de desconto no estacionamento

– Uma promessa eleitoral cheia de ambiguidade e de desconhecimento total do ESTACIONAMENTO SELVAGEM na cidade de Lisboa. O sr. Moedas, em vez de desincentivar o estacionamento auto, incentiva-o na máxima força concedendo este “desconto” de 50% aos residentes de Lisboa a fim de estacionarem as suas latas onde muito bem lhes apetece mesmo em INFRACÇÃO ao Código da Estrada! Não sei onde este cavalheiro reside, nem me interessa saber, mas penso que nunca teve uma lata de quatro rodas a bloquear-lhe a porta do prédio, como já me aconteceu várias vezes, tendo de chamar a Polícia Municipal a fim de resolver a situação. Quando se cuida de uma filha diabética há 22 anos, com frequentes crises de coma hipoglicémico, tendo de chamar o INEM para a socorrer porque não existe outra solução e nunca sabendo se existe lugar a evacuação hospitalar, existe lugar à COMPLETA INDIGNAÇÃO pela forma como não só pseudo-cidadãos se comportam estacionando ilegalmente em cima dos passeios, das passadeiras, nas paragens de transportes públicos, bloqueando portas de prédios – e não só -, em infracção aos artigos 48º e 49º do Código da Estrada, obrigando as pessoas a circularem pela estrada com perigo de ACIDENTE, como os próprios responsáveis pela ordem na cidade permitem este tipo de atrocidades! Resido aqui há VINTE E DOIS ANOS, andei de moto mais de quarenta anos e quando vim para este local, vendo que não tinha condições para estacionar – UMA MOTO -, vendi-a e passei a andar de transportes públicos. Além do mais, o próprio Comandante da Polícia Municipal informou-me que este local NÃO TINHA CONDIÇÕES PARA ESTACIONAMENTO!

SOCIEDADE/INCOMPETÊNCIA

Promessa eleitoral de Carlos Moedas está prevista no orçamento da câmara para este ano e vai custar 2,5 milhões de euros.

Os residentes em Lisboa vão passar a ter um desconto de 50% nas tarifas de estacionamento na cidade, uma promessa eleitoral de Carlos Moedas que surge agora inscrita no Orçamento da autarquia para 2022.

O documento com as contas públicas da cidade para este ano foi apresentado esta tarde por Filipe Anacoreta Correia. Segundo o vice-presidente da câmara, responsável pela pasta das Finanças, a medida terá um custo de 2,5 milhões de euros e será implementada nos moldes em que foi apresentada na campanha eleitoral.

Ou seja, os residentes da capital passarão a beneficiar de um desconto de 50% nas tarifas da EMEL no estacionamento em qualquer parte da cidade.

Filipe Anacoreta Correia anunciou, esta quarta-feira, as linhas gerais do orçamento para este ano. O documento terá ainda de passar o crivo da oposição, dado que a coligação Novos Tempos não tem maioria para fazer aprovar as contas para 2022, nem no executivo, nem na Assembleia Municipal.

Prometendo um “espírito de diálogo”, o vice-presidente da autarquia exigiu o mesmo a todas as outras forças políticas. E disse não ver razão “para que haja divergências de fundo” quanto a um documento que “reflete também opções do passado” – ou seja, que não faz uma ruptura com as linhas políticas do anterior executivo autárquico.

A diminuição das tarifas de estacionamento não é a única promessa da campanha eleitoral prevista no orçamento: outra proposta que avança ainda este ano é o passe gratuito para menores de 23 anos e para maiores de 65, que terá um “custo plurianual de 12 milhões de euros”.

Segundo o vereador responsável pelas Finanças, a Câmara de Lisboa está já em negociações com a Transportes Metropolitanos de Lisboa (TML, empresa que gere os transportes públicos na região metropolitana da capital) para que a gratuitidade possa abranger não apenas a Carris (que é uma empresa municipal na dependência da autarquia), mas também a rede ferroviária e o metropolitano de Lisboa. O avanço da medida dependerá, por isso, do sucesso destas negociações, pelo que Filipe Anacoreta Correia não avançou uma data mais concreta para a sua aplicação.

Já quanto aos beneficiários, especificou que a gratuitidade abrangerá os jovens até aos 18 anos, estendendo-se até aos 23 no caso de serem estudantes. O responsável da autarquia admitiu ainda que a medida possa avançar de forma faseada nos grupos etários abrangidos, dada a maior facilidade de definição do universo de beneficiários, por exemplo, entre os mais velhos, que actualmente já têm desconto no valor do passe.

Fundo de contingência foi “consumido nestes dois anos”

No total , a câmara prevê para 2022 uma despesa total de 1160 milhões de euros e uma receita de 1028 milhões.

Segundo os números ontem apresentados por Filipe Anacoreta Correia, a pandemia de covid-19 já custou ao município uma verba de 345,7 milhões de euros – 183 milhões em quebra de receitas e 162 milhões em acréscimo de despesas. Um impacto financeiro que, de acordo com o vereador do CDS/PP, terá esgotado o fundo de contingência da câmara de Lisboa, que “foi praticamente consumido durante estes dois anos”. A reserva tem agora “cinco milhões de euros”.

Por outro lado, a autarquia conta, para os próximos anos, com os fundos do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). Já recebeu, aliás, “32 milhões de euros” do PRR e poderá chegar, nos próximos anos, a valores superiores a 150 milhões de euros.

São os fundos do PRR que permitem, por exemplo, o reforço prometido para a área da habitação, que terá um aumento de investimento na ordem dos 30,9 milhões de euros, aumentando para os 116,2 milhões ao longo de 2022. Filipe Anacoreta Correia adiantou que o investimento será distribuído pelos vários pilares de apoio à habitação que já existem na cidade – a renda acessível ou o Renda Segura, por exemplo -, garantindo que nenhum será suprimido. Também a área da mobilidade terá um aumento de investimento de 20 milhões de euros, para os 102,7 milhões.

susete.francisco@dn.pt

Diário de Notícias
Susete Francisco
05 Janeiro 2022 — 17:24