1333: Mais 21 civis mortos em novo ataque negado por Moscovo

Já não existem palavras suficientes para descrever o GENOCÍDIO TERRORISTA que o filho da Putina está a levar na Ucrânia. Basta relatar factos e imagens para demonstrar as mentiras desse terrorista que se julga o novo czar da União Zoviética.

INVASÃO ZOVIÉTICA DA UCRÂNIA/GENOCÍDIO/TERRORISMO/NAZISMO

Dia sim, dia sim caem mísseis em zonas residenciais, porém o regime de Putin mantém a alegação de que só ataca alvos militares.

Uma vítima mortal do ataque aéreo russo a Serhiyivka, na região de Odessa.
© Oleksandr GIMANOV / AFP

A Rússia prossegue os ataques a alvos civis e fora das frentes de combate. No mais recente, atingiu edifícios residenciais e um complexo turístico em Serhiyivka, na região de Odessa, tendo causado a morte a pelo menos 21 pessoas, entre as quais uma criança, e dezenas de feridos.

O líder russo volta a sinalizar o caminho da “unificação com a Bielorrússia” num momento em que os ucranianos temem que Vladimir Putin arraste Alexander Lukashenko para a guerra. Kiev recebe nova mensagem de apoio europeu, mas também a advertência de que há que fazer reformas e combater a corrupção.

Segundo conta o repórter do El País em Serhiyivka, o mais recente episódio de ataque russo a civis não foi mais sangrento porque, horas antes, terminou um torneio de futebol em que participava uma centena de crianças, e já tinham saído da unidade turística em que estavam alojados e que foi um dos alvos dos bombardeiros russos.

No mesmo dia em que desistiram da ilha das Serpentes – uma e outra vez contra-atacada pelas forças ucranianas, e que terá sido golpeada com munições incendiárias pela aviação russa na sexta-feira -, situada no Mar Negro, os russos terão dado ordem de marcha a cinco submarinos até agora acostados em Sebastopol, na Crimeia.

Mas, segundo o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky, foi com mísseis anti-navio lançados pela aviação que atacaram a localidade situada a uns 80 quilómetros de Odessa. Tem sido este o seu método que as forças russas têm atingido civis em cidades longe do conflito, “ritmicamente”, como disse Putin na véspera sobre o desenrolar da operação militar.

Além de Kharkhiv e dos seus arredores, sob bombardeamento quotidiano, nos últimos dias a morte e destruição chegaram a zonas residenciais de Kiev, Cherkasy e Mykolaiv e um centro comercial em Kremenchuk. Tal como nesta última cidade, Moscovo negou ter atirado sobre “alvos civis”.

Uma alegação que choca com os factos e que levou a uma reacção de Berlim. “A forma cruel com que o agressor russo leva a cabo a morte de civis e volta a falar de danos colaterais é desumana e cínica”, disse o porta-voz do governo alemão Steffen Hebestreit.

Numa altura em que o G7 e a União Europeia projectam ampliar as sanções às exportações de ouro da Rússia, e que os EUA confiscaram mil milhões de dólares a uma empresa do oligarca Suleiman Kerimov, Vladimir Putin disse que “a pressão política e de sanções sem precedentes do mundo ocidental está a pressionar a Rússia e a Bielorrússia para acelerarem o processo de unificação”.

Sem entrar em pormenores sobre o processo relativo à união dos dois países, previsto desde 1997, o líder russo destacou os seus pontos positivos: “É mais fácil minimizar os danos das sanções ilegais, é mais fácil controlar a produção de produtos necessários, desenvolver novas competências e expandir a cooperação com países amigos.”

Mais preocupante para Kiev e aliados foi o encontro que, dias antes, Putin teve com Lukashenko, e no qual o primeiro acenou com a ameaça nuclear, ao dizer que irá fornecer mísseis capazes de transportar ogivas nucleares.

Outros sinais de maior envolvimento foram dados quando a Rússia atacou a Ucrânia a partir de território bielorrusso há uma semana, algo que não acontecia desde Abril; de um aumento no número de aviões russos estacionados naquele país; de sete batalhões do exército bielorrusso ter sido enviado para a fronteira com a Ucrânia; e de notícias, negadas pelo regime de Minsk, de que está em curso uma campanha de recrutamento. “Vocês estão a ser arrastados para a guerra”, avisou Zelensky aos bielorrussos, tendo apelado para a desobediência.

Ursula von der Leyen dirigiu-se ao parlamento ucraniano da República Checa, onde o governo local sucedeu ao francês na presidência rotativa do Conselho.
© EPA/MARTIN DIVISEK

“Para maximizar o impacto e fomentar a confiança empresarial, os investimentos [na reconstrução] terão de ser associados a uma nova onda de reformas.” Ursula von der Leyen

Um apelo para a obediência à legalidade e às reformas foi a mensagem da presidente da Comissão Europeia num discurso em videoconferência ao parlamento ucraniano. “Criaram uma impressionante máquina anti-corrupção. Mas agora estas instituições precisam de força, e das pessoas certas em cargos superiores”, afirmou Ursula von der Leyen, sobre este passo essencial no caminho da integração.

Outros alvos

Kiev e Cherkasy

No domingo, após três semanas de acalmia, uma zona residencial da capital ucraniana voltou a ser alvo de mísseis. O ataque causou um morto e seis feridos. No mesmo dia, Cherkasy, no centro do país, foi atingida pela primeira vez. Os dois mísseis mataram uma pessoa e feriram cinco.

Kremenchuk

Um dia depois, bombardeiros russos atingiram um centro comercial e uma fábrica em Kremenchuk, na região de Poltava, no centro do país: 20 mortos e outros tantos desaparecidos.

Mykolaiv

Na manhã de quarta-feira um míssil atingiu um bloco de apartamentos na cidade do sul do país, matando oito pessoas e ferindo seis. No dia seguinte, Mykolaiv voltou a ser atacada. Segundo o governador da região 12 mísseis foram disparados contra instalações industriais, tendo alguns sido destruídos pela defesa antiaérea.

cesar.avo@dn.pt

Diário de Notícias
César Avó
01 Julho 2022 — 23:45

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575: Ciber-ataques: Microsoft alerta que não faz chamadas telefónicas não solicitadas

AVISO À NAVEGAÇÃO

TECNOLOGIA/MICROSOFT/CIBER-ATAQUES

Nas últimas semanas houve pessoas que receberam chamadas de um indicativo da Alemanha, no qual os interlocutores fizeram-se passar por técnicos da Microsoft.

A Microsoft não é a autora de emails nem de chamadas telefónicas não solicitadas que têm sido feitas recentemente por pessoas que se fazem passar por técnicos da tecnológica, e das quais a Lusa teve conhecimento.

“A Microsoft não envia mensagens de e-mail nem realiza chamadas telefónicas não solicitadas para pedir informações pessoais ou financeiras”, afirmou a Microsoft Portugal à Lusa quando questionada sobre o tema.

A tecnológica acrescenta que “não fornece também qualquer suporte técnico telefónico para reparação de dispositivos” e que “qualquer comunicação com a Microsoft tem de ser iniciada pelos utilizadores”.

A Lusa teve conhecimento que nas últimas semanas houve pessoas que receberam chamadas de um indicativo da Alemanha, no qual os interlocutores fizeram-se passar por técnicos da Microsoft.

A Microsoft pede para que a denuncia destes esquemas fraudulentos em nome da empresa seja feito na página www.microsoft.com/reportascam.

A tecnológica dispõe de informação sobre o assunto na sua página em português sobre como as pessoas podem proteger-se contra esquemas fraudulentos de suporte técnico.

“Os esquemas de suporte técnico são um problema ao nível da indústria em que os esquemas fraudulentos utilizam tácticas de espantalho para o levar a serviços de suporte técnico desnecessários para, supostamente, corrigir problemas de dispositivos ou software que não existem”, refere a tecnológica no site.

“Na melhor das hipóteses, os autores de esquemas fraudulentos estão a tentar que lhes pague para resolver um problema inexistente no seu dispositivo ou software” e, “na pior das hipóteses, estão a tentar roubar as suas informações pessoais ou financeiras”.

A Microsoft salienta que se permitir que acedam remotamente ao seu computador para efectuar essa alegada correcção, na maior parte dos casos, os ciber-criminosos irão instalar software maligno, ransomware ou outros programas indesejados que podem roubar as informações dos utilizadores ou danificar os dados e até mesmo os dispositivos.

Explica também como funcionam os esquemas fraudulentos de suporte técnico: os scammers [que praticam actos fraudulentos] ligam directamente para o telefone da pessoa e fazem-se passar por representantes da Microsoft.

“Até podem fazer spoof [do termo spoofing, a técnica usada por hackers para se passar por outra pessoa ou uma empresa legítima e roubar dados] da identificação do autor da chamada para apresentarem um número de telefone de suporte legítimo de uma empresa fidedigna”, refere.

Neste esquema, provavelmente irão pedir para instalar aplicações que lhes dão acesso remoto ao dispositivo do utilizar e, através disso, “podem desapreciar mensagens normais do sistema como sinais de problemas”.

Além disso, os autores deste tipo de esquemas fraudulentos “também poderão iniciar o contacto ao apresentarem mensagens de erro falsas em sites que visita e que incluem números de suporte e o aliciam a telefonar” e “também podem colocar o seu browser no modo de ecrã inteiro e apresentar mensagens de pop-up que não desaparecerão, bloqueando aparentemente o seu browser”.

Estas mensagens de erro falsas “têm como objectivo assustá-lo ao chamar a sua linha de atalho de suporte técnico”, alerta a Microsoft.

“Caso seja apresentada uma janela pop-up ou mensagem de erro com um número de telefone”, não realize chamadas para esse número, já que as mensagens de erro e aviso da Microsoft “nunca incluem um número de telefone”.

O suporte técnico da Microsoft “nunca pedirá que pague o suporte sob a forma de criptomoeda, como Bitcoin ou cartões de oferta”, refere a tecnológica.

A empresa recomenda que apenas seja transferido software a partir de sites parceiros Microsoft oficiais ou da Microsoft Store.

Na página electrónica, a Microsoft também explica o que fazer se um scammer de suporte técnico já tiver as suas informações.

Desde que o ano começou, Portugal tem sido alvo de vários ciber-ataques em vários sectores, desde a Impresa, passando pela Vodafone Portugal, que afectou a rede e os seus quatro milhões de clientes, como também os laboratórios Germano de Sousa, entre outros.

Diário de Notícias
DN/Lusa
14 Fevereiro 2022 — 18:46



 

480: Esta é a primeira vez que um conjunto de orcas mata uma baleia azul adulta

CIÊNCIA/CETOLOGIA

Para além de comerem animais como peixes e focas, as baleias assassinas (conhecidas como orcas) também caçam alguns tipos de baleias. Daí o seu nome.

Mas este é o primeiro caso documentado de um grupo de orcas a matar e comer o maior animal do mundo — uma baleia azul adulta.

Segundo o New Atlas, embora o estudo tenha sido apenas anunciado esta semana, o ataque ocorreu em Março de 2019, e foi testemunhado por investigadores do Centro de Investigação de Cetáceos da Austrália (CETREC) e do Projecto ORCA.

Os cientistas estavam em barcos, a realizar levantamentos anuais de baleias e golfinhos perto de Bremer, no largo da costa sul da Austrália Ocidental.

Sabe-se que uma população de aproximadamente 140 orcas se desloca sazonalmente pela área, algumas das quais permanecem durante todo o ano.

“Quando chegámos, cerca de 14 baleias assassinas estavam a atacar a azul em águas de 70 metros, com as orcas fêmeas a liderar o ataque”, explicou Isabella Reeves, membro da equipa de investigação.

“À chegada, já notámos uma ferida substancial no topo da sua cabeça com osso exposto. A barbatana dorsal estava desaparecida, sem dúvida mordida pelas baleias assassinas. As marcas de dentadura eram evidentes à frente e atrás, onde outrora estava a barbatana dorsal, e até à cauda da baleia”, contou a especialista.

Naquele que é descrito como um ataque coordenado, algumas das baleias assassinas abalroaram os lados do animal maior, mordendo pedaços de pele, enquanto as outras atacaram atrás da sua cabeça.

Após o afundamento da carcaça, aproximadamente 50 baleias assassinas permaneceram na área para se alimentarem dos pedaços de carne flutuantes.

Algumas das mesmas orcas foram vistas a matar uma cria de baleia azul, duas semanas mais tarde, tendo sido observado outro ataque deste tipo no ano passado.

“Este estudo, combinado com a nossa investigação recente, destaca a necessidade de uma maior compreensão da ecologia da população de baleias assassinas, para que possamos determinar melhor o seu impacto no ecossistema marinho em águas australianas”, concluiu John Totterdell, o investigador principal do estudo.

  ZAP //

ZAP
31 Janeiro, 2022

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