1089: Astronautas da estação espacial foram visitar a cápsula Starliner da Boeing

CIÊNCIA/TECNOLOGIA/EEI/ISS

A Boeing seguiu-se à SpaceX na colocação de uma cápsula atracada à Estação Espacial Internacional. No passado sábado, pela primeira vez, esta nave conseguiu sair da Terra e chegar ao espaço, completando para já metade da missão. A outra metade será sair da ISS e chegar, operacional, à Terra. O voo da Starliner foi sem tripulação, mas os astronautas da ISS fizeram uma visita guiada para nos mostrar como é a nave por dentro.

A cápsula tem um diâmetro de 4,56 metros que é ligeiramente maior que o módulo de comando Apollo e SpaceX Dragon 2, e menor que a cápsula Orion.

Astronautas da ISS mostram a cápsula da Boeing

Os astronautas da Estação Espacial Internacional flutuaram na cápsula da Boeing Starliner no sábado, tornando-se as primeiras pessoas a entrar na nave espacial em órbita menos de um dia após esta ter atracado no complexo de investigação em órbita pela primeira vez.

Estes habitares da ISS passarão vários dias a realizar testes e a desembalar a carga dentro da nave espacial Starliner, antes desta partir e regressar à Terra na quarta-feira.

O astronauta da NASA Bob Hines tornou-se a primeira pessoa a entrar numa nave espacial Starliner em órbita após abrir a escotilha dianteira da cápsula às 12:04 p.m. EDT (1604 GMT) de sábado. Dois dos seus tripulantes, o astronauta da NASA Kjell Lindgren e o cosmonauta russo Denis Matveev, juntaram-se a ele dentro da nave alguns minutos mais tarde.

Os tripulantes usaram inicialmente máscaras e óculos de protecção contra potenciais partículas flutuantes dentro da cápsula da Boeing. O equipamento de protecção é normalmente usado pelos astronautas da estação espacial ao entrar pela primeira vez numa nova nave espacial ou num novo módulo.

Depois de verificarem que estava tudo OK, o material de segurança foi retirado e passaram a filmar o interior, para todos na Terra conhecermos esta nave.

Bem-vindos à Starliner, pela primeira vez no espaço

A nave espacial Starliner atracou no porto da frente do módulo Harmony da estação às 01:28 horas, na madrugada de sábado passado (hora de Portugal continental). A cápsula completou a ligação automatizada após manter a posição perto da estação por mais tempo do que o planeado, dando tempo para o controlo da missão resolver um problema com o seu mecanismo de acoplagem.

Hines, Lindgren, e as colegas de tripulação Jessica Watkins e Samantha Cristoforetti voaram para a Estação Espacial Internacional no mês passado, numa nave espacial SpaceX Dragon.

O seu lançamento e acoplagem marcaram o quarto voo operacional da cápsula da tripulação do SpaceX transportando astronautas para a estação espacial, e o sétimo voo global da tripulação do Dragon, incluindo um voo de teste em 2020 e duas missões de voos espaciais humanos totalmente comerciais.

O programa Starliner, entretanto, leva alguns anos de atraso em relação à nave espacial Dragon do SpaceX. Um voo de teste não pilotado de 2019 foi abortado por problemas de software, e a nave espacial regressou à Terra sem atracar na estação espacial.

A Boeing e a NASA concordaram em lançar uma segunda missão de demonstração não pilotada – chamada Orbital Flight Test-2 – mas o lançamento foi atrasado desde Agosto passado por problemas com válvulas no sistema de propulsão da nave espacial.

A Boeing teve de desembolsar 595 milhões de dólares em encargos contabilísticos para pagar a missão OFT-2 e os atrasos associados.

A missão OFT-2 finalmente levantou voo na quinta-feira dia 19 de maio, do Cabo Canaveral, a bordo de um foguetão da United Launch Alliance Atlas 5. Os gestores da NASA e da Boeing aprovaram a nave espacial Starliner para aproximação à estação espacial na sexta-feira, seguindo várias questões técnicas com propulsores e o sistema de arrefecimento da cápsula.

Nave pronta para receber contratos multimilionário da NASA

A NASA adjudicou à SpaceX e à Boeing contratos multimilionários em 2014 para terminar a concepção e desenvolvimento dos veículos Dragon e Starliner. No total, a NASA assinou contratos de tripulação comercial com a Boeing avaliados em mais de 5,1 mil milhões de dólares e 3,1 mil milhões de dólares em contratos que cobrem trabalhos semelhantes com o SpaceX.

O programa de tripulação comercial da NASA foi criado para fornecer acesso independente de astronauta dos EUA à estação espacial após a retirada do vaivém espacial. Durante nove anos após o último voo do vaivém, os astronautas da NASA montaram a nave espacial russa Soyuz de e para a estação espacial.

Em 2014, a NASA adjudicou os contratos de tripulação comercial, e este é o dia que eles imaginavam, em que temos três veículos de categoria humana atracados na estação espacial neste momento. Assim, temos o Soyuz atracado no MLM (Multipurpose Laboratory Module), e depois temos um Dragon mesmo por cima de nós e o Starliner mesmo atrás de nós.

Disse disse Hines.

Pplware
Autor: Vítor M



 

1024: Astronauta da ESA dá a conhecer o espaço através do TikTok

ESPAÇO/EEI/ISS/TIKTOK

O TikTok é a rede social do momento e, caso considere que já está tudo visto aqui na Terra, pode começar a acompanhar o que se passa no espaço. Afinal uma astronauta da Agência Espacial Europeia (em inglês, ESA) tem partilhado conteúdos do seu dia-a-dia.

A astronauta pretende dar a conhecer às pessoas aquilo que os profissionais fazem no espaço.

Além das fotografias que nos vão chegando, não é comum termos acesso ao quotidiano dos astronautas durante as missões. Sendo uma das maiores redes sociais do momento, o TikTok está a possibilitar que se conheça mais.

Samantha Cristoforetti é uma astronauta da ESA e tem questionado os seus seguidores no TikTok, bem como os utilizadores que se cruzam com os seus vídeos, sobre aquilo que gostariam de ver da Estação Espacial Internacional (em inglês, ISS).

Com conteúdos que partilha como exclusivos, a astronauta quer que as pessoas saibam o que profissionais como ela fazem no espaço.

https://www.tiktok.com/@astrosamantha?referer_url=https%3A%2F%2Fpplware.sapo.pt%2F&referer_video_id=7094190006482242821&refer=embed

Grande parte do conteúdo da astronauta da ESA tem a Terra como plano de fundo. No entanto, uma vez que está na ISS desde 27 de Abril, enquanto membro da tripulação da missão SpaceX-4, o conteúdo do seu TikTok vai além disso.

Há uns dias, a astronauta decidiu partilhar um TikTok onde mostra os indicadores de gravidade zero na ISS. Embora o seu primeiro vídeo na ISS tenha apenas 88 segundos, mostra o que aconteceu antes de Samantha chegar lá.

A astronauta da ESA, Samantha Cristoforetti, é italiana e nasceu em 1977. Antes de se render ao espaço, pertenceu à Força Aérea Italiana. Além de pertencer à Crew-4 da SpaceX, também participou nas missões Expedition 42 e Expedition 43 da NASA.

Pplware
Autor: Ana Sofia Neto
09 Mai 2022


Pelas vítimas do genocídio praticado
pela União Soviética de Putin, na Ucrânia
For the victims of the genocide practiced
by the Soviet Union of Putin, in Ukraine


 

1010: Tripulação de astronautas volta à Terra após seis meses na Estação Espacial Internacional

ESPAÇO/EEI/ISS

A aterragem da tripulação, composta por três astronautas americanos e um alemão, está prevista para as 4.43 desta sexta-feira (hora de Lisboa) na costa da Florida (0.43 hora local), nos Estados Unidos.

A missão Crew-3 da NASA está de volta à Terra na madrugada desta sexta-feira, após seis meses a bordo da Estação Espacial Internacional.

A aterragem da tripulação, composta pelos astronautas americanos Kayla Barron, Raja Chari e Tom Marshburn e o alemão Matthias Maurer, está prevista para as 4.43 desta sexta-feira (hora de Lisboa) na costa da Florida (0.43 hora local), nos Estados Unidos, após quase 24 horas de viagem desde que a cápsula Dragon se separou da Estação Espacial Internacional (ISS, sigla em inglês) esta quinta-feira às 5.20 (hora de Lisboa).

A vertiginosa descida vai desacelerar aquando da entrada na atmosfera terrestre e, consequentemente, pela abertura de enormes para-quedas. Posteriormente, a cápsula será resgatada por um navio da empresa de Elon Musk. Uma vez a bordo, a escotilha se abrirá para que os astronautas possam sair.

Baptizada de Crew-3, a tripulação passou os últimos dias a bordo da ISS, realizando as operações de transferência com a Crew-4. Esta última também é composta por quatro astronautas, sendo três americanos e um italiano. A nova tripulação partiu da Florida há uma semana, também a bordo de uma nave da SpaceX.

Três cosmonautas russos permanecem na ISS, onde chegaram através de um foguete Soyuz.

Será a sexta aterragem de uma cápsula Dragon tripulada da SpaceX que transporta astronautas para a ISS, regularmente ao serviço da NASA.

Os membros da Crew-3 fizeram várias experiências científica, tendo estudado, por exemplo, como o cimento endurece na ausência de gravidade, algo que pode ser muito útil para futuras construções, inclusivamente na Lua. Também fizeram a segunda recolha de pimentas a bordo da estação.

Durante a estadia no espaço, receberam a visita de uma missão privada, composta por três empresários. Pela viagem, o trio pagou dezenas de milhões de dólares à SpaceX.

Diário de Notícias
DN
05 Maio 2022 — 16:45


Pelas vítimas do genocídio praticado
pela União Soviética de Putin, na Ucrânia
For the victims of the genocide practiced
by the Soviet Union of Putin, in Ukraine


 

986: EAU vão enviar um astronauta para a Estação Espacial Internacional

ESPAÇO/EAU/EEI

O espaço está a ser aos poucos desvendado e ninguém quer ficar de fora dessa exploração. Desta vez, serão os Emirados Árabes Unidos (EAU) a enviar um astronauta para uma missão de seis meses na Estação Espacial Internacional (em inglês, ISS).

O escolhido voará a bordo do Falcon 9, algures em 2023.

De acordo com a Associated Press, os EAU compraram um lugar num foguete da SpaceX, para que um astronauta possa viajar até à ISS para uma estadia de seis meses. Esta será a primeira missão de longo prazo do país que, a par de outras nações, quer investir na exploração espacial.

A novidade foi adiantada pelas autoridades dos EAU, na sexta-feira, e, em princípio, o lançamento terá lugar no próximo ano, a partir do Kennedy Space Center, na Florida.

Os EAU compraram o lugar no Falcon 9 da SpaceX através da Axiom Space, uma empresa privada que tem reunido esforços para comercializar o turismo espacial. Esta será, então, a segunda vez que os EAU enviam um astronauta para o espaço – em 2019, Maj. Hazzaa al-Mansoori passou oito dias a bordo da ISS.

Maj. Hazzaa al-Mansoori, astronauta dos EAU

A declaração emitida pelo país não revelou o astronauta que voará em 2023, nem o valor do lugar reservado no Falcon 9 da SpaceX. No entanto, sabe-se que o preço do bilhete que a Axiom Space cobrou aos cidadãos que o garantiram no início de Abril ronda os 55 milhões de dólares, incluindo a viagem e o alojamento.

Além destes pequenos passos que os EAU têm dado, também estabeleceram 2117 como o horizonte temporal para instalar uma colónia humana em Marte. Recorde-se que também o CEO da SpaceX Elon Musk tem o objectivo de estabelecer humanos no planeta vermelho, por forma a garantir uma segunda casa ao seres humanos.

Pplware
Autor: Ana Sofia Neto
01 Mai 2022


Pelas vítimas do genocídio praticado
pela União Soviética de Putin, na Ucrânia
For the victims of the genocide practiced
by the Soviet Union of Putin, in Ukraine


 

985: 50 anos depois da Apollo 16, astronauta Charlie Duke ainda se entusiasma com o espaço

ESPAÇO/APOLLO 16

A Apollo 16 aconteceu há 50 anos e um dos astronautas que participou nessa missão, Charlie Duke, garante estar pronto para que os Estados Unidos da América (EUA) retomem a exploração lunar.

O moonwalker é um astronauta reformado da NASA e considera a Lua “uma grande plataforma para a ciência”.

Foi há 50 anos que a NASA realizou um dos voos tripulados até à Lua. Em 1972, o nosso satélite natural recebeu astronautas norte-americanos que, numa missão histórica, conhecida como Apollo 16, voaram até à Lua e caminharam sobre ela.

Agora, cinco décadas depois, e de acordo com a ABC News, um dos astronautas que formou a missão da NASA, Charlie Duke, de 86 anos, diz estar pronto para que os EUA voltem a explorar a Lua. De acordo com o moonwalker, parte desse esforço será concretizado com a missão Artemis, que inclui o próximo voo da NASA com a Lua como destino, através do seu novo foguetão Space Launch System.

Com a Artemis, a NASA vai concentrar-se no espaço profundo, para a Lua e mais além, e estou entusiasmado com isso.

Disse Charlie Duke, astronauta reformado da NASA, à Associated Press, numa entrevista.

Antigo astronauta da NASA anseia que os EUA voltem à Lua

Charlie Duke é um dos quatro moonwalkers sobreviventes do programa Apollo da NASA. Na Lua, com ele, caminhou John Young, que faleceu em 2018. Para assinalar os 50 anos da missão, o astronauta tem visitado locais, incluindo a recente viagem ao Space and Rocket Center, em Huntsville, no Alabama, onde reviu a nave espacial que os levou à Lua.

Embora garanta que não censura a NASA por ter terminado o programa Apollo para se focar noutras missões e objectivos, Charlie Duke revela que está ansioso pelas missões futuras que se vão basear naquilo que ele e outros astronautas aprenderam aquando da ida à Lua. Nas suas palavras, o nosso satélite natural é “uma grande plataforma para a ciência”.

Além disso, mencionou as missões que têm sido levadas a cabo, actualmente pelas empresas e agências espaciais. Segundo ele, essas “tornam o espaço disponível para mais pessoas e mais ciência e engenharia e elementos não tripulados”.

Quanto mais pessoas metermos no espaço, que possam ver a beleza da Terra… vai afectar muitas pessoas.

Afirmou o astronauta reformado da NASA.

Há uns dias, Charlie Duke visitou o South Carolina State Museum, na Colômbia, que é casa de uma exposição que mostra algumas das suas recordações da Lua, incluindo um fato espacial e uma rocha lunar.

Apenas vos encorajo a permanecerem na escola, a aguentarem-se, e tudo de bom nas vossas carreiras, enquanto continuam a crescer e a amadurecer na vida.

Descobri na minha vida que, se mantiverem essas antenas levantadas, se se mantiverem concentrados na vossa vida, e se fizerem coisas que gostam de fazer, e se cuidarem de vós próprios, há possibilidades ilimitadas.

Enquanto o senhor estiver disposto e me der a capacidade física para o fazer, quero incentivar a América e desafiar as crianças a ambicionarem em grande. … Nem todos vão ouvir, mas talvez um ou dois ouçam.

Disse o antigo astronauta a um grupo de estudantes do secundário de Lancaster.

Pplware
Autor: Ana Sofia Neto


Pelas vítimas do genocídio praticado
pela União Soviética de Putin, na Ucrânia
For the victims of the genocide practiced
by the Soviet Union of Putin, in Ukraine


 

722: Guerra “no espaço” entre EUA e Rússia pode deixar astronauta americano “preso” na ISS

TECNOLOGIA/ESPAÇO/ISS/RÚSSIA-EUA

As posições estão cada vez mais extremadas entre agências espaciais da Rússia e dos EUA. Trocas de acusações têm mostrado uma guerra que poderá levar ao fim da cooperação entre a Roscosmos e a NASA. Para já, a ameaça russa é deixar para trás o astronauta Mark Vande Hei.

O director da agência espacial russa publicou um vídeo ameaçando deixar o astronauta americano na Estação Espacial Internacional (ISS).

Guerra na Ucrânia está a dividir o mundo e o espaço

Depois de uma acesa troca de insultos entre o director da Agência Espacial Roscosmos, Dmitry Rogozin, e o ex-astronauta da NASA, Scott Kelly, as ameaças subiram de tom.

Depois da ameaça, no calor da discussão, de destruir a ISS, agora a Rússia diz que poderá deixar o astronauta americano Mark Vande Hei preso na Estação Espacial Internacional.

Num vídeo no YouTube, Dmitry Rogozin diz mesmo que poderá ir buscar os seus cosmonautas e deixar lá o astronauta americano.

ISS tem actualmente 7 moradores

A Estação Espacial Internacional tem neste momento 7 pessoas a bordo: Anton Shkaplerov, Mark Vande Hei, Pyotr Dubrov, Raja Chari Thomas Marshburn, Matthias Maurer e Kayla Barron.

Mark Vande Hei detém o recorde de maior longevidade em missões espaciais, teoricamente terminará os seus 355 dias no espaço daqui a três semanas, quando ele e os dois cosmonautas russos – Anton Shkaplerov e Pyotr Dubrov – embarcarão numa nave Progress e irão aterrar no Cosmódromo Baikonur, no Cazaquistão.

Na ameaça, Rogozin disse que poderá não trazer Mark Vande Hei, deixando-o para trás.

Rússia poderá separar o seu módulo da ISS

A ameaça do director da Roscosmos não se ficou por deixar para trás o astronauta. O responsável da Agência Espacial russa também afirmou a intenção de “destacar todo o segmento russo da ISS”.

A estação é dividida em diversos segmentos e módulos, onde actuam os astronautas dos seus respectivos países. O módulo Nauka, por exemplo, é um dos módulos russos na estrutura que tem uma massa de quase 500 toneladas.

A NASA e a Casa Branca não responderam à ameaça de Dmitry Rogozin, publicada no YouTube durante uma entrevista num programa de um canal russo.

Apesar de as autoridades dos EUA ainda não terem reagido, esta ameaça não passou ao lado do ex-astronauta da NASA, Scott Kelly. Este usou o Twitter para cobrar explicações de Rogozin. Contudo, Rogozin bloqueou Kelly de interagir com ele.

Fiquei furioso que ele (…) disse que deixaria um membro americano da tripulação para trás. Eu nunca pensei que ouviria nada tão escandaloso. Eu conheço as pessoas da agência espacial russa, algumas delas há mais de 20 anos. Confio nelas. Literalmente já lhes confiei a minha vida antes.

Disse Kelly à ABC.

Kelly referiu também que os EUA deveriam preparar-se para o pior, mas torcer pelo melhor.

E a SpaceX?

Claro que os EUA e a NASA têm actualmente a SpaceX que poderá facilmente substituir a Rússia e a Roscosmos no transporte de astronautas.

Já no passado a empresa de Elon Musk prestou este tipo de serviço. Aliás, foi com esta aliança entre a NASA e a SpaceX que poderá ter começado esta animosidade entre entidades russas a e americanas nesta área espacial.

missão Demo-2 abriu um novo ciclo das viagens espaciais, mais baratas e com controlo total americano.

Pplware
12 MAR 2022
Autor: Vítor M.



 

356: Astronauta capta Lua crescente sobre um pôr-do-sol de tirar o fôlego a partir da EEI

ASTRONOMIA

(dr) NASA’s Earth Observatory
Lua crescente e o pôr-do-sol a partir da Estação Espacial Internacional

A partir da Estação Espacial Internacional (EEI) captam-se vistas de tirar o fôlego. A mais recente dá-nos um vislumbre do nosso satélite natural sobre o pôr-do-sol.

Um astronauta a bordo da Estação Espacial Internacional (EEI) tirou uma fotografia à Lua crescente, no momento em que o Sol se põe e brilha através das diferentes camadas da atmosfera.

De acordo com o Live Science, o pôr-do-sol orbital desvanece do laranja perto da superfície da Terra para o azul escuro no limite do Espaço.

As diferentes cores pertencem às primeiras quatro camadas da atmosfera: a troposfera (12 km); a estratosfera (50 km); a mesosfera (80 km); e a termosfera (700 km).

O espectro colorido do pôr-do-sol é o resultado de um fenómeno conhecido como dispersão de Rayleigh. Neste processo, a radiação electromagnética, como a luz visível, é espalhada por partículas mais pequenas do que o seu comprimento de onda, como moléculas de ar.

Na prática, o que vemos é a luz daqueles comprimentos de onda espalhada. Cada camada da atmosfera tem uma densidade diferente de partículas de gás, o que significa que a luz espalhada tem uma cor diferente em cada uma dessas camadas.

A imagem foi tirada no dia 6 de Dezembro de 2021, por um membro da tripulação da Expedição 66, um grupo de sete astronautas da NASA, da Agência Espacial Europeia, da Agência de Exploração Aeroespacial do Japão e da Corporação Espacial Estatal da Rússia, a Roscosmos.

A imagem foi obtida com a ajuda de uma câmara digital, no momento em que a EEI passou sobre o Oceano Pacífico a leste da Nova Zelândia, a uma altitude de cerca de 422 quilómetros.

O Observatório da Terra da NASA divulgou a fotografia no último dia do ano. “Esta visão oferece um fim simbólico para o ano 2021 e um olhar em direcção ao próximo objectivo da NASA para a exploração humana”, escreveu a agência espacial, em comunicado.

Liliana Malainho
7 Janeiro, 2022

– Não estou na EEI/ISS, não possuo equipamentos de milhões de dólares, nem câmaras fotográficas xpto, tenho uma absurda poluição atmosférica e lumínica, que na EEI não têm, logo, atmosfera limpa, mas com a minha Nikon com DF de 900 mm ainda consigo umas imagens razoáveis da Lua.

© inforgom.pt # Powered by F Gomes # 2022 # All Rights Reserved