947: Scientists find evidence for biggest earthquake in human history

Natural Disasters

The quake was so ruinous, humans fled the area for 1,000 years.

The earthquake sent waves as high as 66 feet 5000 miles across the Pacific Ocean. (Image credit: Shutterstock)

Archaeologists have found evidence of the largest known earthquake in human history — a terrifying magnitude-9.5 megaquake that caused a 5,000-mile-long (8,000 kilometers) tsunami and prompted human populations to abandon nearby coastlines for 1,000 years, a new study finds.

The earthquake struck about 3,800 years ago in what is now northern Chile when a tectonic plate rupture lifted the region’s coastline. The subsequent tsunami was so powerful, it created waves as high as 66 feet (20 meters) and traveled all the way to New Zealand, where it hurled car-size boulders hundreds of miles inland, the researchers found.

Until now, the largest earthquake ever recorded was the 1960 Valdivia earthquake, which hit southern Chile with a magnitude between 9.4 and 9.6, killing up to 6,000 people and sending tsunamis barreling across the Pacific Ocean. The rupture that caused the Valdivia earthquake was enormous, extending as far as 500 miles (800 km) in length. But, as scientists detail in research published April 6 in the journal Science Advances, the newly discovered ancient megaquake was even bigger, coming from a rupture roughly 620 miles (1,000 km) long.

“It had been thought that there could not be an event of that size in the north of the country simply because you could not get a long enough rupture,” study co-author James Goff, a geologist at the University of Southampton in England, said in a statement.

Like the Valdivia earthquake, the ancient quake was a megathrust earthquake, the most powerful type of earthquake in the world. These earthquakes occur when one of Earth’s tectonic plates gets forced, or subducted, underneath another. The two plates eventually get locked into place by friction, but the forces that caused the plates to collide continue to build. Eventually, so much strain gathers that the point of contact between the plates rips apart, creating a gigantic rupture and releasing energy in the form of devastating seismic waves.

Evidence for the giant quake was found in marine and coastal items — such as littoral deposits (boulders, pebbles and sand native to coastal regions) and marine rocks, shells and sea life — that the researchers discovered displaced far inland in Chile’s Atacama Desert.

“We found evidence of marine sediments and a lot of beasties that would have been living quietly in the sea before being thrown inland,” Goff said in the statement. “And we found all these very high up and a long way inland, so it could not have been a storm that put them there.”

To get a better sense of what brought these deposits so far from the sea, the researchers used radiocarbon dating. This method involves measuring the quantities of carbon 14, a radioactive carbon isotope, found inside a material to determine its age. As carbon 14 is everywhere on Earth, deposits easily absorb it while they form. The half-life of carbon 14, or the time it takes for half of it to radioactively decay, is 5,730 years, making it ideal for scientists who want to peer back into the last 50,000 years of history by checking how much undecayed carbon 14 a material has.

After dating 17 deposits across seven separate dig sites over 370 miles (600 km) of Chile’s northern coast, the researchers found that the ages of the out-of-place coastal material suggested that it had been washed inland some 3,800 years ago.

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Further evidence also came in the form of ancient stone structures that the archaeologists excavated. These stone walls, built by humans, were found lying beneath the tsunami’s deposits, and some were lying backward, pointing toward the sea, suggesting that they had been toppled by the strong currents of the tsunami’s backwash.

“The local population there were left with nothing,” Goff said. “Our archaeological work found that a huge social upheaval followed as communities moved inland beyond the reach of tsunamis. It was over 1,000 years before people returned to live at the coast again, which is an amazing length of time given that they relied on the sea for food.”

As this is the oldest known discovery in the Southern Hemisphere of an earthquake and tsunami devastating human lives, the researchers are excited to probe the region further. They think their research could better inform us of the potential dangers of future megathrust quakes.

“While this had a major impact on people in Chile, the South Pacific islands were uninhabited when they took a pummeling from the tsunami 3,800 years ago,” Goff said. “But they are all well-populated now, and many are popular tourist destinations. So when such an event occurs next time, the consequences could be catastrophic unless we learn from these findings.”

Originally published on Live Science
By Ben Turner
19.04.2022


Pelas vítimas do genocídio praticado
pela União Soviética na Ucrânia
For the victims of the genocide practiced
by the Soviet Union in Ukraine


 

792: Jaguar e estrelas do mar. Descoberto um dos mais curiosos túmulos aztecas de sempre

CIÊNCIA/ARQUEOLOGIA/ANTROPOLOGIA

Investigadores encontraram no México um estranho túmulo azteca com um jaguar e cerca de 160 estrelas do mar à sua volta.

Arqueólogos do Instituto Nacional de Antropologia e História (INAH), do México, fizeram uma bizarra descoberta no Templo Mayor, no coração da Cidade do México, anteriormente conhecida como Tenochtitlán, capital do Império Azteca.

A equipa de arqueólogos encontrou um ritual de oferenda com cerca de 160 estrelas do mar a envolverem o esqueleto de um jaguar. A descoberta foi partilhada no canal de YouTube do INAH.

As estrelas do mar eram dedicadas ao deus Huehueteotl-Xiuhtecuhtli, que representa tanto a água quanto o fogo, a agricultura e a guerra, explica a ARTnews.

Foram descobertas pela primeira vez em 2019, quando os arqueólogos encontravam repetidamente ossos do animal durante escavações na zona.

Os ossos aparentam pertencer todos à mesma espécie: Nidorellia armata, conhecida como “estrela pepitas de chocolate”, devido ao seu padrão característico. Entre a pilha de ossos de estrelas do mar foi revelado o esqueleto de um jaguar.

“É muito interessante porque, se pensar bem, o padrão da estrela do mar parece-se muito com a pele de um jaguar”, disse o arqueólogo Miguel Báez Pérez, referindo-se às manchas em comum entre os dois animais.

“Esta é provavelmente a razão pela qual eles escolheram esta espécie, mas ainda precisamos de fazer uma revisão exaustiva para confirmar que esta é a única espécie presente”, acrescentou.

“As ofertas contam-nos sobre a conquista de regiões marinhas, regiões costeiras e obviamente a extracção de materiais preciosos”, disse ainda Miguel Báez Pérez.

Daniel Costa
24 Março, 2022

 



 

574: Animais extintos da Idade do Gelo descobertos em Inglaterra: “uma ocorrência rara”

CIÊNCIA/ARQUEOLOGIA

zachi dvira / Wikimedia

Arqueólogos encontraram ossos de um mamute, rinoceronte, lobo, hiena, cavalo, rena, lebre da montanha, raposa vermelha e outros pequenos mamíferos.

Segundo a Smithsonian, arqueólogos descobriram restos de vários animais antigos em Devon, Inglaterra, durante a construção de uma nova cidade chamada Sherford.

A equipa descobriu uma presa, um dente molar e outros ossos de um mamute, um crânio incompleto e um maxilar inferior de um rinoceronte, um esqueleto de lobo praticamente completo e restos parciais de hiena, cavalo, rena, lebre da montanha e raposa vermelha.

Segundo um comunicado da Sherford.org, entidade responsável pelo projecto de construção da nova comunidade, foram também encontrados vários ossos de pequenos mamíferos.

“Encontrar esta variedade de artefactos após tanto tempo é uma ocorrência rara e especial”, diz Rob Bourn, arqueólogo principal do projecto e director-geral da Orion Heritage, na declaração. “Igualmente rara é a presença de animais individuais completos ou semi-completos”.

Os arqueólogos acreditam que os animais viveram entre 30.000 e 60.000 anos atrás, durante a última Idade do Gelo.

Nessa altura, as camadas de gelo cobriam grande parte do norte de Inglaterra, diz Victoria Herridge, perita em elefantes fósseis no Museu de História Natural (NHM) em Londres, que não esteve envolvida na descoberta, numa declaração do museu.

“Devon teria então sido um lugar frio e seco, mesmo no Verão”, referiu a especialista. “Contudo, era também um enorme prado aberto, capaz de suportar vastos rebanhos de animais tolerantes ao frio como o mamute, o rinoceronte e as renas, bem como os grandes carnívoros como hienas e lobos que os atormentavam“.

Não se sabe se todos os fósseis vieram do mesmo período de tempo ou se existiram em alturas diferentes, durante um período de tempo mais longo.

Uma das teorias é que alguns dos animais caíram num poço e morreram, seguidos de carnívoros necrófagos que também morreram, segundo Sherford.

É também possível que os animais tenham morrido noutro local e tenham sido arrastados para aquele onde foram encontrados, ao longo do tempo.

Herridge diz que novas descobertas como esta podem ajudar os cientistas a compreender como era o mundo do passado.

“Isto é conhecimento vital”, sublinha Herridge. “Os cientistas ainda estão a desvendar o papel que o clima e os humanos desempenharam na extinção do mamute e do rinoceronte — e o que podemos aprender com isso para proteger as espécies ameaçadas por ambos hoje”.

Os fósseis em Sherford podem ser a descoberta mais significativa deste género, desde que a caverna Joint Mitnor foi encontrada em Devon, em 1938, diz Danielle Schreve, professora de ciências quaternárias na Royal Holloway University of London, que ajudou a supervisionar o trabalho de recuperação.

Mais de 4.000 ossos de animais, incluindo hienas, bisontes e elefantes, foram encontrados na caverna Joint Mitnor desde os anos 60, segundo a BBC News.

Em 2015, a caverna foi roubada, e os ladrões roubaram um dente de elefante fossilizado de 100.000 anos e outros ossos antigos.

O Consórcio Sherford, que é responsável pelo desenvolvimento da cidade, preservará o espaço subterrâneo onde os restos foram encontrados, e não construirão em cima dele. No entanto, a caverna não será aberta ao público.

Os ossos estão agora a ser objecto de análise académica, de acordo com a declaração de Sherford. Espera-se que sejam devolvidos a Devon e vão para um museu, a poucos quilómetros de onde foram descobertos.

  ZAP //

Alice Carqueja
14 Fevereiro, 2022



 

542: Estudo indica que Homo Sapiens chegou à Europa muito mais cedo do que relatado

CIÊNCIA/ARQUEOLOGIA/PALEOANTROPOLOGIA

A descoberta de uma equipa de arqueólogos e paleoantropólogos da Universidade de Toulouse, antecipa a chegada do Homo Sapiens à Europa Ocidental para cerca de 54.000 antes.

O humano moderno – Homo Sapiens – aventurou-se no território dos Neandertais europeus muito antes do que relatado até agora, segundo evidências de fósseis e ferramentas na caverna Mandrin, em França, revela um estudo divulgado na quarta-feira.

Até agora, as descobertas arqueológicas indicavam o desaparecimento dos Neandertais do continente europeu há cerca de 40.000 anos, logo após a chegada do seu parente próximo, o Homo Sapiens, há cerca de 45.000 anos, sem nenhuma prova de que houvesse uma coabitação entre estas duas espécies humanas.

A descoberta de uma equipa de arqueólogos e paleoantropólogos, liderada por Ludovic Slimak, investigador na Universidade de Toulouse, antecipa a chegada do Homo Sapiens à Europa Ocidental para cerca de 54.000 atrás.

Outro facto notável, segundo o trabalho divulgado na revista Sciense, é a ocupação da caverna Mandrin alternadamente entre estas duas espécies, até que os sapiens foram os últimos a habitá-la.

Este abrigo de pedra branca, localizado na Drôme, no sul da França, escavado desde 1990, contém várias camadas arqueológicas que remontam a mais de 80.000 anos de ocupação.

“Tudo está extremamente bem preservado em depósitos de areia muito regulares”, referiu à agência AFP o investigador principal.

A sua equipa encontrou um enigma, através de uma camada, apelidada de ‘E’, que contém pelo menos 1.500 pontas de pedras trabalhadas, com uma subtileza de execução que contrasta com as pontas e lâminas, de execução mais clássica, de camadas superiores e inferiores.

Estas pontas, algumas com menos de um centímetro e, por isso, de tamanho muito pequeno, e padronizadas, não são associadas aos Neandertais, refere Ludovic Slimak.

Em 2016, o investigador rumou com a sua equipa ao Museu Peabody de Harvard, nos Estados Unidos, para confrontar a sua descoberta com uma colecção de fósseis retirados de Ksar Akil, no sopé do Monte Líbano, no Líbano, um dos principais locais de expansão do Homo Sapiens para o leste do Mediterrâneo.

A semelhança entre as técnicas utilizadas leva-o a supor que o Mandrin é o primeiro sítio a comprovar a presença do Homo Sapiens na Europa.

A pista era a correta e um dente de leite, encontrado também naquela camada, confirmou.

Em Mandrin, os investigadores encontraram nove dentes, em mais ou menos bom estado e pertencentes a seis indivíduos, que foram analisados por Clément Zanolli, paleoantropólogo da Universidade de Bordeaux.

Graças à micro-tomografia (um scanner de altíssima resolução), o veredicto do especialista foi claro: o dente de leite da camada ‘E’ é o único dente humano moderno encontrado naquele local.

A equipa utilizou depois uma técnica pioneira, a fuliginocronologia, que analisa as camadas de fumo que estão nas paredes de uma caverna, ou seja, os vestígios de lareiras antigas.

O estudo mostrou que o Homo Sapiens voltava uma vez por ano à caverna, ao longo de 40 anos, frisou Slimak.

O Homo Sapiens chegou a esta caverna apenas um ano depois dos Neandertais e quando os sapiens a deixaram definitivamente, o Neandertal voltou lá muito mais tarde, aproximadamente mil anos.

“A certa altura as duas populações coexistiam na gruta ou no mesmo território”, conclui o investigador.

Afinal, “o aparecimento dos humanos modernos e o desaparecimento dos Neandertais é muito mais complexo” do que se imaginava até agora, salienta Chris Stringer, especialista em evolução humana no Museu de História Natural de Londres e e co-autor do estudo.

Mas compreender a sua sobreposição é essencial para explicar “porque é que nos tornamos a única espécie humana remanescente”, realça, citado no comunicado de imprensa.

Esta sobreposição, evidente na caverna Mandrin, coloca agora o Rhône como um “grande corredor de migração” que permitiu ao Homo Sapiens “unir o espaço mediterrâneo ao espaço continental europeu”, conclui Ludovic Slimak.

Diário de Notícias
DN/Lusa
10 Fevereiro 2022 — 07:22


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490: A misteriosa cidade de Cahokia foi abandonada, mas ninguém sabe porquê

CIÊNCIA/ANTROPOLOGIA/ARQUEOLOGIA

(dr) Cahokia Mounds

A cidade movimentada de Cahokia foi, em tempos, o lar de cerca de 15.000 pessoas, mas no final do século XIV ficou deserta, e não se sabe porquê.

Situada nas margens do rio Mississipi, a cidade de Cahokia, agora esquecida, já foi uma metrópole movimentada, lar da cultura indígena desta região.

Actualmente, ninguém sabe o que lhe aconteceu. Diz-se que as dezenas de milhares de habitantes simplesmente “desapareceram”.

Segundo a Science Alert, um estudo publicado o ano passado foi, pelo menos, capaz de descartar uma ideia anterior: a que a desflorestação e o uso excessivo da terra em redor a Cahokia causaram erosão excessiva e inundações locais na área, tornando-a menos habitável para os nativos americanos.

Foi realizada uma análise dos núcleos de sedimentos recolhidos perto de montes de terra, no local histórico do Estado de Cahokia Mounds.

Os investigadores compreenderam que o solo permaneceu estável desde o apogeu de Cahokia, até meados do século XVII,I e ao desenvolvimento industrial. Ou seja, não se verificou qualquer catástrofe ambiental.

“Há uma teoria sobre as práticas de uso do solo que levam à erosão e sedimentação e contribuem para todas estas consequências ambientais”, referiu Caitlin Rankin, arqueóloga da Universidade de Illinois em Urbana-Champaign. “Quando revisitamos o local, não conseguimos ver provas da inundação“, acrescenta.

Os montes ao lado do o local de escavação encontram-se em zonas baixas e perto de um riacho — uma posição privilegiada para qualquer inundação local que pudesse ter acontecido. No entanto, não havia sinais de sedimentos deixados pelas inundações nas camadas de terra.

É evidente que as pessoas que viviam em Cahokia cortaram bastantes árvores, muito provavelmente para fazer fortificações defensivas.

Contudo, a investigação mostrou que a desflorestação não provocou o tipo de erosão e inundação que expulsaria as pessoas das suas casas.

“Neste caso, havia provas de utilização intensiva de madeira”, notou Rankin num comunicado de imprensa na altura. “Mas isso não tem em conta o facto de que as pessoas podem reutilizar materiais — tanto quanto se pode reciclar”.

“Não devemos assumir automaticamente que a desflorestação estava a acontecer, ou que a desflorestação causou este acontecimento”, acrescenta.

Cahokia continua a ser um tema fascinante para os especialistas, como é o exemplo um estudo publicado em 2020, que analisava as fezes humanas antigas.

O estudo sugeria que as pessoas começaram a regressar a Cahokia muito antes dos colonos europeus terem começado a chegar, no século XVI. É possível que a deserção da metrópole não tenha durado assim tanto tempo.

Os problemas que estamos a causar ao planeta neste momento tornam mais fácil imaginar que o “ecocídio” seja responsável por alguns dos mistérios inexplicáveis do passado, diz a equipa por detrás do estudo de 2021. Mas é importante continuar a escavar para encontrar as provas sobre o que realmente aconteceu.

“Ao eliminar esta possibilidade, seguimos para outras explicações que exigem que procuremos outras vias de investigação“, concluiu Tristram Kidder, antropólogo da Universidade de Washington, em St. Louis.

  ZAP //

Alice Carqueja
1 Fevereiro, 2022


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463: Encontradas duas esfinges colossais de Amenófis III com mais de 3.000 anos

CIÊNCIA/ARQUEOLOGIA

Ministry of Tourism and Antiquities

Arqueólogos encontraram duas enormes estátuas de esfinges com cerca de oito metros. As esfinges retratam o faraó Amenófis III.

Amenófis III foi um faraó da XVIII dinastia egípcia. O seu longo reinado de cerca de quarenta anos correspondeu a uma era de paz, prosperidade e de esplendor artístico no Antigo Egipto. Subiu ao poder quando tinhas apenas 10 ou 12 anos.

Agora, uma equipa de arqueólogos alemães e egípcios encontrou duas enormes estátuas de esfinges durante a restauração do templo funerário de Amenófis III.

A esfinge, criatura mitológica com corpo de leão, asas de águia e cabeça humana, é uma imagem importante para as lendas e artes egípcias. O mais famoso exemplo de aproveitamento artístico é a Esfinge de Gize, no Egipto.

As estátuas feitas de calcário medem cerca de oito metros de comprimento e representam, precisamente, o faraó Amenófis III. O anúncio da descoberta foi feito através de um comunicado divulgado pelo Ministério do Turismo e Antiguidades do Egipto.

A limpeza das estátuas revelou a inscrição ‘o amado de Amun-Re’ numa das esfinges. Ambas as estátuas foram encontradas meio submersas na água na parte traseira do templo, escreve o Ancient-Origins.

As duas estátuas são particularmente significativas porque confirmam a celebração do Belo Festival do Vale, um antigo festival egípcio, que anualmente celebrava os mortos em Tebas (Luxor).

No sítio arqueológico também foram encontradas três estátuas quase intactas da deusa Sekhmet – a deusa guerreira e também a deusa da cura, que é retratada como uma leoa e era filha de Rá, que protegia os faraós em tempos de guerra.

Foram ainda descobertos os restos de um grande salão, feito de arenito, que tem imagens do jubilado real ou heb-sed retratado.

Daniel Costa
29 Janeiro, 2022

 

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