Novo apagão…

Hoje de madrugada, cerca da 01:00 hora, estava eu tentando inserir umas notícias neste meu blogue e… estava inacessível.

Depois do endereço URL inserido no browser, apareceu esta informação: “Not acceptale”…

Depois da migração do alojamento e domínios, de uma empresa para a actual, esta já é a segunda vez que isso acontece, aliado ao facto de no início as bases de dados terem desaparecido como que por magia…

Veremos se a “festa” vai continuar…

01.06.2022


 

455: Saúde mental e suas consequências

Hoje, desloquei-me para fora do meu habitáculo de confinamento voluntário, porque senti necessidade de apanhar um pouco de vitamina D.

A vitamina D, também conhecida como a vitamina do Sol, é uma vitamina lipossolúvel (que se dissolve na gordura) essencial para o bom funcionamento e equilíbrio do nosso organismo. … Ao contrário das outras vitaminas, a vitamina D pode ser produzida pela pele, através da exposição aos raios ultravioletas.

Bom… mas se por um lado é bom – e necessária – esta vitamina D, também é facto que a saúde mental necessita ser resguardada de eventuais danos colaterais. E o facto é que, cada vez (poucas) que tenho de sair para o exterior, a minha saúde mental fica abalada porque preocupo-me com o que vejo.

E o que vejo, tendo conhecimento das estatísticas diárias das infecções (ontem, foram ultrapassadas as 65.000 com 41 mortes por Covid-19), é que as gentes que circulam pelas ruas, não têm a menor noção não só do perigo que correm por andarem sem máscara ou com ela pendurada nos queixos ou nos braços, como de eventualmente poderem infectar terceiros.

E, cientificamente, já está provado que, mesmo com as duas doses vacinais mais a de reforço, podem ser infectados ou infectar.

As estatísticas destes acontecimentos, com origem na DGS, são publicadas diariamente no meu Blogue Portal da Saúde.

Mas regressando ao início, passei por uma superfície comercial e, mais uma vez, constatei o espírito de civismo que é latente em muita gente. Na zona de Cafetaria, com várias mesas – e já não é a primeira vez que constato esta situação -, as gentes comem o que têm a comer mas depois deixam o tabuleiro e os restos em cima da mesa.

Porque de tempos a tempos, uma funcionária vai recolher esses dejectos alimentícios e desinfectar a mesa. Felizmente ainda existem pessoas que terminado o repasto, levam o tabuleiro com os restos e despejam no receptáculo existente para esse fim.

Quem costuma frequentar estes espaços sabe que é assim que se devia proceder por uma razão higiénica e não fazer das funcionárias nossas criadas.

Mas regressando novamente ao exterior, no ano passado, mês de Novembro ou Dezembro, em Santo Amaro/Lisboa, instalações da Carris encontram-se em obras.

Na altura até publiquei uma imagem onde um tapume dessas obras cobria totalmente o passeio, obrigando as pessoas a circularem pela estrada, com a linha do eléctrico a um passo de distância, ou seja, se na altura existisse alguém a circular nessa zona, o eléctrico teria de parar.

Inconcebível esta situação e alguém escreveu nesse tapume E OS PEÕES ?

Hoje, ao passar por esse local, existia um sinal (que não consta, que eu saiba, no Código da Estrada) a avisar PASSAGEM OBRIGATÓRIA DE PEÕES!

Obrigatória?

Quem tem a infelicidade de mobilidade reduzida – e porque a paragem de várias carreiras é depois desse tapume (porque não passá-las para o espaço anterior onde existem mais paragens da Carris?) -, tem de atravessar a estrada antes do tapume e voltar a atravessa a estrada após o tapume para se dirigir às paragens existentes.

Será que as cabecinhas pensadoras que decidiram estupidamente esta situação, têm a perfeita noção da merda que projectaram?

Não, não têm porque suas excelências têm pópó e não andam de transportes públicos e quem lhes paga os ordenados ao fim do mês, são os que têm de levar com os projectos destes acéfalos.

E por hoje é tudo.

Francisco Gomes
28.01.2022

 



 

380: Insígnia de Antigo Combatente

A questão resume-se na resposta a uma carta recebida hoje, dia 12.01.2022 dos CTT-Correios de Portugal, resposta essa que deixei no Portal online daquela empresa:

“Recebi hoje, dia 12.01.2022 uma carta da vossa empresa em que informava ter existido um “lapso”/anomalia pontual, verificada na produção/distribuição efectuada pelos CTT-Correios de Portugal, pela qual me foi enviada correspondência em duplicado, contendo carta e Insígnia de Antigo Combatente, remetidos pela Secretaria Geral do Ministério da Defesa.

Não entendo é a anomalia da distribuição do envio dos CTT quando a anomalia esteve originalmente na Secretaria Geral do Ministério da Defesa que efectuou dois envios para o mesmo destinatário. Mas ok, não tenho problema em devolver a insígnia e a carta, mas quem paga estas custas de devolução já que o erro não foi meu? Agradeço resposta.”

Como informei na minha resposta, estou a aguardar uma resposta dos CTT, empresa que “infelizmente” – como tantas outras empresas -, não possui um endereço de e-mail válido para comunicação, apesar de exigir (obrigatório) que coloque no formulário deles, o meu endereço de e-mail…

Francisco Gomes
12.01.2022