1247: Invasão da Ucrânia pela União Soviética

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Os “tadinhos” dos nazis soviéticos queixam-se que a Lituânia está a aplicar sanções europeias sobre o trânsito de certos produtos entre a Rússia e Kaliningrado e não deixa passar, pelo seu terreno, comboios soviéticos para a Crimeia, existindo já retaliações soviéticas por esse motivo; os “tadinhos” dos nazis soviéticos acusam a UE de não cumprirem os tratados internacionais; o “tadinho” nazi pró-soviético e líder da Crimeia, controlada pela Rússia, disse esta segunda-feira que três pessoas ficaram feridas e sete estão desaparecidas depois de a Ucrânia ter disparado contra plataformas de perfuração de petróleo do Mar Negro na península anexada à Rússia.

Mas os “tadinhos” nazis soviéticos não se queixam do genocídio, assassínios de civis de todas as idades desde crianças a idosos, destruição de residências civis, de maternidades, de hospitais,de escolas, de supermercados, até uma igreja ortodoxa foi incendiada com um míssil!

E o mais grave destes nazis soviéticos é que a “Rússia usou mais de 210 tipos de armas proibidas

A Rússia usou na Ucrânia mais de 210 tipos de armas proibidas pelos tratados internacionais, a maioria munições de fragmentação, que podem representar um grave risco para a vida dos civis, inclusive décadas depois de acabar a guerra, assegurou hoje The New York Times.

Para chegar a esta conclusão, o diário norte-americano examinou mais de mil fotografias tiradas pelos seus próprios foto-jornalistas e fotógrafos que trabalham no terreno na Ucrânia, bem como provas visuais apresentadas por agências governamentais e militares ucranianas.

O diário classifica como “guerra surpreendentemente bárbara e antiquada” a ofensiva de Moscovo, que atingiu cidades e povoações ucranianas com uma rajada de mísseis e outras munições, a maioria das quais podem considerar-se relíquias da Guerra Fria, e muitas delas amplamente proibidas pelos tratados internacionais.

Os ataques foram feitos com um uso repetido e generalizado de armas que matam, mutilam e destroem indiscriminadamente, o que supõe uma possível violação do direito internacional humanitário, afirma o jornal.” (in Diário de Notícias, 20.06.2022).

Os nazis soviéticos, chefiados pelo czar putineiro, oligarca russo, imperialista, é que podem fazer tudo o que lhes der na gana; os outros têm de comer e calar. Até quando?

20.06.2022


 

Covid-19: Portugal continua a ser o país da União Europeia – e o segundo no mundo – com mais novos casos

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/INFECÇÕES

© TVI24 Covid-19: Portugal continua a ser o país da União Europeia – e o segundo no mundo – com mais novos casos

Portugal continua o país da União Europeia (UE) com mais novos casos de infecção por SARS-CoV-2 por milhão de habitantes nos últimos sete dias e é segundo no mundo neste indicador.

Segundo o ‘site’ estatístico Our World in Data, Portugal é também o país da UE com mais novas mortes diárias por milhão de habitantes nos últimos sete dias e é terceiro no mundo nesse indicador.

A média diária de novos casos em Portugal desceu de 2.380 por milhão de habitantes há duas semanas para 1.560 à data de hoje. Dos parceiros da União Europeia, segue-se a França, com 703, a Alemanha, com 685, Luxemburgo (673) e Grécia (614).

A nível mundial, considerando os países e territórios com mais de um milhão de habitantes, Taiwan tem a maior média de novos casos diários (2.410), seguida de Portugal, Austrália (1.060), Nova Zelândia (977) e Bahrain (814).

No que toca às novas mortes diárias atribuídas à covid-19, Portugal mantém a maior da União Europeia, com 3,63, praticamente igual à média de 3,68 de há duas semanas, seguida da Finlândia, com 1,47, a Estónia com 1,29, a Espanha com 1,14 e Malta com 1,11.

Em termos mundiais, olhando para territórios e países com mais de um milhão de habitantes, Omã tem a maior média diária de novas mortes atribuídas à covid-19 (10), seguida de Taiwan (6,29), Portugal, Uruguai (2,43) e Nova Zelândia (1,95).

A média de novos casos diários por milhão de habitantes na União Europeia está em 415 e a de novas mortes diárias em 0,63.

A média mundial de novos casos está em 67 e a de novas mortes atribuídas à covid-19 está em 0,17.

Agência Lusa
20.06.2022


 

Costa antecipa que em 2023 haverá “um aumento histórico” das pensões

…”O primeiro-ministro António Costa assegurou esta segunda-feira que o Governo vai cumprir a lei e em 2023 haverá um “aumento histórico” do valor das pensões por efeito conjugado da drástica subida da inflação e do elevado crescimento económico registado este ano.”

“aumento histórico”: € 5,00 euros para cada um dos sobreviventes pensionistas… E PARA QUANDO A REDUÇÃO DO FAMIGERADO IRS PARA QUEM FICOU VIÚVO E TEM DE PAGAR O DOBRO, COM MENOS UM RENDIMENTO? ROUBAR OS SUBSÍDIOS DE FÉRIAS E DE NATAL – QUE JÁ NEM CHEGAM – PARA LIQUIDAR O IRS É UM CRIME SOCIAL…!!!

ESTÓRIAS DE EMBALAR/AUMENTO/PENSIONISTAS/2023

O primeiro-ministro adiantou que em consequência da trajectória em alta da inflação, as pensões vão aumentar no próximo ano.

O primeiro-ministro, António Costa
© MIGUEL A. LOPES/LUSA

O primeiro-ministro António Costa assegurou esta segunda-feira que o Governo vai cumprir a lei e em 2023 haverá um “aumento histórico” do valor das pensões por efeito conjugado da drástica subida da inflação e do elevado crescimento económico registado este ano.

Esta perspectiva sobre a evolução das pensões no próximo ano foi transmitida por António Costa numa conferencia da CNN Portugal, que incluiu uma emissão especial do programa “O Princípio da Incerteza”.

Questionado pelo jornalista Carlos Andrade, o moderador do programa, sobre a estratégia orçamental do seu executivo para responder aos fenómenos do aumento da inflação e das taxas de juro, António Costa sustentou que, nos últimos seis anos, do ponto de vista político, já “ficou claro que o Governo tem uma lógica conservadora na gestão orçamental”.

“O Governo prepara-se sempre para o pior, desejando sempre o melhor — e até agora tem corrido bem. Mas, se a taxa de juro sobe, sabemos que a despesa com as taxas de juro vai seguramente aumentar”, apontou.

Em relação às previsões relativas à inflação, o primeiro-ministro adiantou que, em consequência dessa trajectória em alta, no próximo ano, “o aumento das pensões será histórico”.

“Não há a mínima dúvida de que iremos cumprir a fórmula que existe desde a reforma de 2007. As leis existem para serem cumpridas”, frisou António Costa, tendo a escutá-lo o antigo dirigente social-democrata Pacheco Pereira e a deputada socialista e ex-ministra Alexandra Leitão.

De acordo com o líder do executivo, essa lei “significa que, para o ano, haverá um aumento histórico do valor das pensões”.

“Um aumento pela conjugação de se registar este ano um valor anormalmente alto do crescimento muito por efeito comparativo do ano passado e um aumento histórico também muito significativo da taxa de inflação”, justificou.

“Estes dois efeitos conjugados vão gerar um grande aumento das pensões de reforma no próximo ano. Isso são dados que nós sabemos”, acrescentou o primeiro-ministro.

Neste programa, o primeiro-ministro insistiu no objectivo de o seu Governo celebrar um acordo de competitividade e rendimentos em sede de concertação social, “prevendo, precisamente, como se poderá cumprir a meta de o peso dos salários no Produto Interno Bruto ser igual à média europeia, ou seja, 48%”.

Em matéria salarial, designadamente na administração pública, António Costa reafirmou o princípio de que, no próximo ano, a actualização será negociada com os sindicatos.

“Vai ter em conta o princípio da actualização anual, que se vai manter. Em segundo lugar, vamos manter as carreiras descongeladas. Isso, obviamente, vai acontecer para o ano. E qual o montante? Isso vai ter de ser negociado com os sindicatos”, insistiu.

Costa afirma que posicionamento da CGTP-IN é uma das suas grandes frustrações

O primeiro-ministro afirmou que o posicionamento da CGTP-IN contra qualquer compromisso no âmbito da concertação social é uma das suas grandes frustrações políticas, considerando que essa actuação da central sindical tem “desequilibrado brutalmente” as relações laborais.

Neste programa, moderado pelo jornalista Carlos Andrade e com a habitual presença do antigo dirigente do PSD Pacheco Pereira e da deputada socialista Alexandra Leitão (o democrata-cristão Lobo Xavier esteve ausente por motivos profissionais), António Costa insistiu na tese da importância do diálogo social e da concertação social.

No entanto, na perspectiva do líder do executivo, em Portugal, do lado dos trabalhadores, “há um enorme desequilíbrio pelo facto de se descontar logo à partida que a CGTP-IN nunca assina um acordo colectivo”.

“Ora, isso desequilibra brutalmente as relações laborais, porque só há uma confederação sindical com que se conta para estabelecer um acordo [a UGT], já que a outra sabemos que não o vai fazer. Uma das maiores frustrações que eu tenho nestes últimos seis anos é a CGTP-IN não ter compreendido que tinha uma oportunidade histórica para se reposicionar no cenário da concertação social”, declarou.

Para António Costa, um dos factores fundamentais para se reequilibrar a concertação social passava por a CGTP-IN adoptar uma atitude “em que as pessoas compreendessem que só havia verdadeiro acordo quando todos assinam e não apenas quando só uma das centrais sindicais assina juntamente com as confederações patronais”.

“Esse salto cultural é muito importante, porque o papel do Governo, desejavelmente, era não existir nessas negociações, que teriam lugar apenas entre os parceiros sociais”, defendeu, antes de apontar para práticas de outros países em matéria de diálogo social.

“Veja-se o que os nórdicos dizem sobre uma directiva relativa ao salário mínimo. Os sindicatos e as confederações patronais nórdicas não querem que o Estado se meta nisso. Infelizmente, não somos a Suécia, a Noruega, ou a Finlândia. Temos outra cultura radicalmente diferente — e essa cultura exige que haja da parte do Estado um pró-actividade. E um Governo do PS não pode ser neutro”, frisou.

Ainda ao nível do diálogo social, o primeiro-ministro defendeu também que o seu Governo introduziu agora melhorias para evitar a caducidade das convenções colectivas de trabalho, prevendo que um ano antes de estes contratos caducarem “qualquer das partes que não tenha chegado a acordo possa impor a arbitragem necessária”.

“Ou seja, para evitar a caducidade, pode garantir sempre uma protecção colectiva. Do ponto de vista do diálogo social e da negociação colectiva, temos cada vez mais de convergir para aquilo que são os padrões europeus. Entre os parceiros sociais, temos efectivamente uma cultura que não favorece este esforço”, acrescentou.

Diário de Notícias
DN/Lusa
20 Junho 2022 — 13:40


 

1244: Portugal com quase 300 casos confirmados de infecção humana por vírus Monkeypox

SAÚDE PÚBLICA/SURTO/VÍRUS MONKEYPOX/INFECÇÕES

A DGS confirmou mais 21 casos de infecção humana por vírus Monkeypox, o que eleva para 297 o número total. OMS avalia na quinta-feira se o surto actual, que abrange mais de 40 países, representa uma “urgência de saúde pública de dimensão internacional”.

© D.R.

Já são 297 os casos de infecção humana por vírus Monkeypox, anunciou esta segunda-feira a Direcção-Geral da Saúde (DGS), que confirmou mais 21 infecções face à actualização anterior.

Todos os casos confirmados pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) dizem respeito a “homens entre os 19 e os 61 anos, tendo a maioria menos de 40 anos”.​​​​

Até agora, a maioria das infecções foi registada em Lisboa e Vale do Tejo, havendo também notificações nas regiões Norte e Algarve.

“Os casos identificados mantêm-se em acompanhamento clínico, encontrando-se estáveis”, lê-se na actualização da autoridade nacional de saúde, publicada na página de Internet do organismo liderado por Graça Freitas.

No fim de semana, foi divulgado que a Organização Mundial de Saúde (OMS) decidiu suprimir das suas estatísticas a separação entre países endémicos e não endémicos quanto ao vírus do monkeypox.

“Suprimimos a distinção entre os países endémicos e os países não endémicos, e apresentamos os países todos juntos quando for possível, de forma a reflectir a resposta unificada que é necessária”, indicou a OMS no seu boletim de sexta-feira, enviado no sábado à comunicação social.

O documento, citado pela agência AFP, indica que desde o início do ano a até 15 de Junho há “um total de 2.103 casos confirmados, um caso provável e uma morte” que foram assinalados pela OMS em 42 países.

OMS avalia se surto representa uma “urgência de saúde pública de dimensão internacional”

No dia 23 de Junho (próxima quinta-feira), a organização sediada em Genebra vai avaliar se o surto actual representa uma “urgência de saúde pública de dimensão internacional”, o seu nível mais alto de alerta.

A região europeia está no centro da propagação do vírus, com 1.773 casos confirmados, 84% do total mundial.

Os casos do vírus ‘monkeypox’ em zonas onde a doença não é endémica superam os 2.000 em 36 países, segundo a OMS, numa catalogação feita ainda com a separação que hoje se suprime.

A OMS mantém o nível de risco “moderado” perante o surto, por ser a primeira vez que se dão focos de contágio em países não endémicos, e muito distantes entre si.

A organização com sede em Genebra liga o actual surto a contactos sexuais entre homens, ainda que, em princípio, não se trate de uma doença sexualmente transmissiva, mas sim transmitida por contacto físico próximo.

Relativamente ao surto, a OMS mantém a sua recomendação de não adoptar restrições a viagens, ainda que aconselhe que se evitem deslocações a quem revele sintomas ligados à doença.

Com Lusa

Diário de Notícias
DN
20 Junho 2022 — 12:28